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«Este blog não respeita o acordo ortográfico (AO90), por ser um atentado inaceitável à língua de Camões e de todos os Portugueses! E você, vai fazer parte deste atentado à língua Portuguesa, escrevendo segundo a aberração do AO90?»

A Inércia” de um povo;


"Um dos males de um país é a inércia dos cidadãos e a incapacidade da sociedade civil para se afirmar e ser um contra-poder às instituições".
R. Eanes




quarta-feira, 20 de abril de 2016

A Geringonça da PaF Custou 3 Mil Milhões aos Contribuintes

A Geringonça da PaF  Custou 3 Mil Milhões aos Contribuintes!






A geringonça da "PaF" custou muito caro aos contribuintes Portugueses! A Inércia e incompetência imperou, tanto no caso BES, como no caso Banif. O eleitoralismo ficou "mais à frente" que os supremos interesses da nação, que assim ficaram gravemente lesados. O caso Banif é um escândalo-lo, com contornos obscuros, onde existe um enredo maléfico, do lesa a Pátria, envolvendo o ex-governo de Passos Coelho/Portas, o governador do Banco de Portugal e também elementos da União Europeia, mais concretamente do BCE.


Na comissão de inquérito: "Porque é que o processo Banif correu tão mal? Correu tão mal no fim porque as instâncias europeias - a Direcção-Geral da Concorrência (DG Comp) da Comissão Europeia e o BCE - estiveram absolutamente empenhadas em não ter nenhuma responsabilidade no Banif a partir do final de 2015", afirmou António Varela.







Marques Mendes: eleitoralismo de Passos custou 3 mil milhões aos contribuintes!


Marques Mendes considerou ontem que apenas a gestão eleitoral impediu o anterior governo de vender o Banif, tornando inevitável a resolução no final do ano com custos possíveis de 3 mil milhões de euros.

Segundo o ex-líder do PSD, uma venda do banco ainda antes do verão teria permitido um encaixe de 300 a 500 milhões de euros. Este valor ficaria abaixo dos montantes injectados pelo Estado, o que obrigaria a inscrever a diferença nas contas, agravando o défice.

No seu comentário semanal na SIC, Marques Mendes afirmou que este agravamento do défice minava a narrativa eleitoral de Passos, tendo este optado por “empurrar com a barriga”. “Não foi «Que se lixe as eleições» foi antes «Que se lixe o Banif»”, concluiu Mendes. Que se lixe o contribuinte, concluímos nós.


Marques Mendes em ataque cerrado...




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