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«Este blog não respeita o acordo ortográfico (AO90), por ser um atentado inaceitável à língua de Camões e de todos os Portugueses! E você, vai fazer parte deste atentado à língua Portuguesa, escrevendo segundo a aberração do AO90?»

A Inércia” de um povo;


"Um dos males de um país é a inércia dos cidadãos e a incapacidade da sociedade civil para se afirmar e ser um contra-poder às instituições".
R. Eanes




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terça-feira, 12 de junho de 2018

Eis a "Rotura" provocada pelo Acordo Ortográfico de 1990... Ou será antes Ruptura?

Eis a "Rotura" provocada pelo Acordo Ortográfico de 1990... Ou será antes uma Ruptura? 






Repare-se nesta vergonha apresentada no canal público da RTP1... Terá havido uma rotura na canalização do ministério da educação ou na casa do ministro da educação? 


Ou, terá havido uma ruptura na educação, entre professores e o ministério da educação? 


O CAOS ORTOGRÁFICO instalou-se no Rectângulo... que estupidamente com o tal "A"O tirou apenas em Portugal o "pêzinho" à palavra "ruptura",que por acaso era igual ao étimo latino original, provocando confusões destas?...

Hoje, ninguém mais sabe escrever correcto o Português de Portugal... Basta lermos os jornais ou revistas portuguesas e vimos uma mistura do antigo acordo com o novo acordo ortográfico que é uma autêntica nojeira Aborto-gráfica. 

Esta pouca vergonha resulta do assassinato infligido à língua portuguesa, um crime por parte dos políticos incultos que assinaram, promulgaram a lei que permitiu este CAOS ORTOGRÁFICO. 

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Inquérito sobre o Acordo Ortográfico

Inquérito sobre o Acordo Ortográfico






Foi feito um inquérito telefónico sobre o "Acordo Ortográfico 1990" no programa "Opinião Pública", da SIC Notícias. O resultado não deixa dúvidas. 

O resultado do inquérito não deixa margem para dúvidas e é bastante elucidativo.

Um acordo assinado pelo professor Aníbal Cavaco Silva... logo um professor, que vergonha!





O que nos separa e nos une... 





Miguel Sousa Tavares - Ninguém entende o acordo ortográfico


quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

AO90: Desvinculação Rejeitada por, PSD, PS, CDS e BE

AO90: Desvinculação Rejeitada por, PSD, PS, CDS e BE





O português de Portugal é património imaterial do povo português e, como tal é um património inalienável, invendível e que não pode ser cedido a outrem por que preço for. Os políticos/deputados portugueses que assinaram o AO90 conspurcaram esse bem inalienável. Deputados/políticos violaram e continuam a violar o artigo 115 da Constituição Portuguesa, ao não referendar o AO90 e as posteriores iniciativas dos cidadãos com vista ao referendo se efectivar, a se realizar.

No entanto, mais uma petição de iniciativa dos «Cidadãos contra o "Acordo Ortográfico" de 1990» (aqui, também) foi ao parlamento  e discutida hoje dia 21 de Fevereiro de 2018, quarta-feira, pelas 15 horas (2.º e último ponto da Ordem de Trabalhos). 

Com tudo, é lamentável que tenha havido só um, um único partido a apresentar um projecto de resolução com vista a uma eventual desvinculação de Portugal do AO90... Esse único partido, foi o Partido Comunista Português (PCP)!

Partidarismos à parte... Fica agora bem claro, para todos os opositores ao (des)Acordo Ortográfico 1990 (pessoas contra ao AO90), qual partido político que se desmarcou finalmente e firmemente contra o AO90. 

Claro fica também, para os portugueses que rejeitam totalmente e já mais aceitarão de maneira alguma o AO90 e que querem pôr fim à aniquilação da língua portuguesa, pois esses terão que votar massivamente no PCP nas próximas eleições, se querem reverter definitivamente o Acordo Ortográfico. Vergonhosamente, todos os restantes partidos se demarcaram da desvinculação de Portugal do Acordo Ortográfico de 1990, incluindo o Bloco de Esquerda, lamentavelmente. 

É agora claríssimo como água cristalina, entender que partidos estão contra o AO90 e que partidos estão a favor da continuação da aberração abortográfica do AO90!

Nota: Não tendo eu filiação partidária, que fique bem claro que não tenho qualquer ligação ao PCP ou outro partido qualquer. Mas, fica bem claro que ao apresentar o projecto de resolução n.º 1340/XIII/3.ª, o mesmo que recomenda a saída de Portugal do Acordo Ortográfico de 1990 o PCP é de facto um partido altamente patriótico, ao contrário de todos os outros partidos que são uns vendidos, aos interesses duma certa elite de brasileiros. Sim certa elite, porque há de facto muitos brasileiros também contra o malfadado, horrendo AO90!


"Na defesa do projecto de resolução n.º 1340/XIII/3.ª, que recomenda a saída de Portugal do Acordo Ortográfico (AO) de 1990, a deputada comunista Ana Mesquita foi a única a defender a proposta na Assembleia da República, alegando que o Acordo tende a "transformar-se num atoleiro cujas consequências se desconhecem", além de subsistirem dificuldades na sua aplicação.

Sublinhando que o PCP "não tem `fixismos` na escrita", Ana Mesquita considerou que a existência do acordo só teria sentido se integrado numa política global da língua e que tal como existe não passa de uma "imposição legislativa desligada da realidade concreta e da comunidade".

Para a deputada, Portugal deve abandonar o Acordo Ortográfico até porque este não passou de "experimentalismo ortográfico sobretudo para os alunos que tiveram de o aplicar".

Ana Mesquita invocou ainda a petição de "Cidadãos contra o Acordo Ortográfico", considerando que o facto de contar com mais de 20.000 assinaturas é elucidativo de que os portugueses dizem não ao AO." Fonte RTP 









Há que relembrar também... 







Caros amigos(as), se tiverem paciência vejam a versão alargada da discussão. Vejam também quanta inteligência há por lá, no parlamento. Ao minuto 4:10...





domingo, 14 de maio de 2017

Portugal Ganhou, Salvador Sobral Ganhou!

Portugal Ganhou! Salvador Sobral Ganhou!
A língua Portuguesa Ganhou!






"Amar pelos Dois" ganhou! A genuinidade, a simplicidade musical ganhou, a balada musical ganhou!
Salvador Sobral e Luísa Sobral ganharam o Eurovision Contest de Kyiv 2017.

Salvador Sobral: "Vivemos num mundo de música descartável, de música ‘fast-food’ sem qualquer conteúdo. Isto pode ser uma vitória da música, das pessoas que fazem música que de facto significa alguma coisa. A música não é fogo-de-artifício, é sentimento. Vamos tentar mudar isto. É altura de trazer a música de volta, que é o que verdadeiramente interessa (aqui!).”



Mas, ganhou também a língua dos grandes poetas, como: Fernando Pessoa, Eça de Queirós, Florbela Espanca e a língua de muitos outros grandes poetas portugueses. Também ganhou a língua que é falada por mais de 260 milhões de pessoas em todo o mundo, o Português!











Relembrar também as boas vozes portuguesas, que passaram na Eurovisão.

Recorde todas os vencedores do Festival RTP da Canção, de 1964 a 2015, canções representantes de Portugal no Festival Eurovisão da Canção (excepto em 1970 e 2000). 

segunda-feira, 1 de maio de 2017

O Idioma Português, ao Olhos de um Inglês

O Idioma Português, ao Olhos de um Inglês





Algumas curiosidades históricas da língua portuguesa, desde o seu nascimento oficial em 1290, quando o Rei de Portugal abriu a primeira universidade em Portugal. 

O português, tendo a sua origem no "Latim Vulgar", falado na Galiza, em 1500 passou a ser uma língua escrita com a ajuda da recente invenção, a imprensa, que a impulsionou definitivamente e a divulgou aos quatro cantos do mundo.

Hoje o português é falado por mais de 220 milhões de falantes nativos e mais 40 milhões, falando o português como segunda língua. O que totaliza 260 milhões.

Entretanto, em 1990, uns políticos medíocres assassinaram-nos o "Português de Portugal" por "Decreto de Lei", com o AO90... vergonhoso!

As línguas são "organismos vivos", não devem ser impostas por Decretos de Lei!


Este é um documentário de perfil de linguagem e estilo sobre a língua Portuguesa que é falada em Portugal, Brasil, e mais além. 

O Idioma Português e o que o torna intrigante.



sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

AO90, essa Aberração Aborto-gráfica...

AO90, essa Aberração Aborto-gráfica...






AO90, a aberração continua... E a esmagadora maioria das pessoas em Portugal está cada vez mais, contra esta aberração imposta pelos "Púlhíticos". Políticos governantes, que não respeitam os seus cidadãos, nem lhes permitem ter voz em Democracia(?)! 


Se dúvidas existissem, passou a não existirem. A rádio TSF fez um inquérito online, onde a pergunta era: O que deve Portugal fazer com o acordo ortográfico?  

A votação no Fórum TSF não poderia ser mais expressivo, 90% votou; RASGAR!


Veja aqui, se ainda estiver online (clique!).


Tenham vergonha Senhores Governantes e respeitem o POVO!

A língua portuguesa é de todos os portugueses e não só de alguns "púlhiticos" que se venderam aos interesses das editoras e livreiros. E, como tal o povo tem todo o direito em se prenunciar, se é a favor ou contra esta aberração ortográfica. 





Texto que se segue, de:  "Eva Oliveira"

“HERÓIS DA PÁTRIA, cujo ÍMPETO, HONRA e NOBREZA de SENTIMENTO foi levado Além-mar...

De que VOS serviu tanto Empenho OH Meus Valorosos Antepassados... Em Tanto Sangue Derramado, se HOJE nem a Língua Materna Portuguesa, tão FORMOSA e Outrora VELADA num Infeliz acordo a deixa AGORA DESLUSTRADA...

De que Vos serviu tanto Descobrimento, tanta Luta Desarreigada, Tanto Nobre Sentimento, se Tudo AGORA é dado sem Vosso consentimento e de mão beijada...

Ah ILUMINADO CAMÕES... Águas Passadas... Quanto terias a acrescentar, nesses Lusíadas cheio de Nobres Acções e Emoções AGORA tão desvalorizadas!

Oh Pátria, Pátria dos meus Antepassados, Berço de Valorosos Guerreiros que enfrentaram o Adamastor, e o voltariam a desafiar, onde está a Honra de um Egas Moniz que mereceu o mais elevado reconhecimento, pela nobreza de sua conduta como penhor do seu juramento recontada no III Canto?

Quão Tenebrosa é agora a Batalha a Travar..., pois quem empunha a Honra pela Palavra só a enxovalha ao desconhecer que para se SABER Mandar há que SABER RESPEITAR... ✠✠✠C.O.E.S.E. ✠✠✠”

Por: ― Eva Oliveira

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

AO90; a Academia de ciências quer Reverter a Borrada que Fez...

AO90; a Academia de Ciências de Lisboa quer Reverter parte da Borrada que Fizeram Antes... 





Uma vergonha! Academia de ciências de Lisboa, quer agora reverter parte da burrada que fez em 1990; quer o regresso de acentos, consoantes mudas e do hífen. 

Mas será que estes académicos são loucos, para desfazerem a m***a que fizeram antes? Ou será que estes intelectuais estavam embriagados ou drogados, quando alteraram e aprovaram esta ABERRAÇÃO ortográfica e a deixaram sair para o papel? Porca vergonha...

O que é que se passou pela cabeça destes intelectuais(?) académicos e linguísticos? Quando à data de assinar o acordo havia uma enorme discordância e contestação em vários sectores do meio linguístico.

A saber-se: "O teor substantivo e o valor jurídico do tratado não suscitaram consenso entre linguistas, filólogos, académicos, jornalistas, escritores, tradutores e personalidades dos sectores artístico, universitário, político e empresarial das sociedades dos vários países de língua portuguesa."





Em Notícias ao Minuto...





O estudo propõe o regresso das consoantes mudas em palavras como "recepção" e "espectador", ou seja, nos casos em que geram uma concordância absoluta de sons (homofonia) que podem causar "ambiguidade".

O documento "Sugestões para o aperfeiçoamento do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa" de 1990 foi aprovado em plenário, na quinta-feira, por 18 votos, com cinco votos contra.

Segundo a proposta apresentada, deve regressar o acento agudo em palavras com pronúncia e grafia iguais, as palavras homógrafas, referindo, entre outras, "pára", forma do verbo parar, que se confunde com a preposição para, também "péla", nome e forma do verbo pelar, que se confunde com a preposição "pela".

Também é recomendado o regresso do acento circunflexo em diferentes vocábulos que são homógrafos a outros, por exemplo, o verbo "pôr", para evitar confundir com a preposição "por".

Defende o estudo o emprego do acento circunflexo "nas flexões em que a vogal tónica fechada é homógrafa de outra flexão da mesma palavra", como os casos de "pôde", forma do pretérito perfeito do indicativo do verbo "poder", para se distinguir de "pode", forma do presente do indicativo do mesmo verbo.

Também a forma "dêmos", presente do conjuntivo do verbo "dar", para se distinguir de "demos", pretérito perfeito do indicativo, do mesmo verbo.

O acento circunflexo é igualmente recomendado para as terceiras pessoas do plural do presente do indicativo, casos de "crêem"," lêem", "vêem", ou do conjuntivo, como "dêem", dos verbos "crer", "ler", "ver", "dar", e seus derivados "relêem", e "desdêem", por exemplo.

O estudo defende a acentuação gráfica na terminação verbal "ámos", relativa ao pretérito perfeito do indicativo dos verbos da 1.ª conjugação, todos os que terminam em "ar". Esta acentuação da terminação verbal "amos" visa "distinguir da terminação 'amos' do presente do indicativo dos mesmos verbos", como "terminámos" e "terminamos" ou "afirmámos" e "afirmamos".

Quanto às consoantes mudas, nos casos em que geram uma concordância absoluta de sons (homofonia), sugere a Academia os termos "aceção", que se pode confundir com "acessão" (consentimento), "corrector", que se pode confundir com "corretor" (intermediário), "óptica", relacionado com a visão, que se confundirá com ótica (audição), além de "receção" (recebimento) que se confunde com recessão (retrocesso), e "espectador", diferente de "espetador" (o que espeta).

Conserva-se também quando a consoante muda "tem valor significativo, etimológico e diacrítico", como por exemplo "conectar", "decepcionado" e "interceptar".

Segundo a argumentação da ACL "eliminam-se [as consoantes mudas] nos casos em que são invariavelmente mudas em todos os países de língua oficial portuguesa"

Deste modo "a grafia passa a ser única" nas palavras "acionar", "atual", "batizar", "coleção", "exato", "inspetor" ou "projeto".

Todavia, quando "se verifica oscilação de pronúncia na variedade portuguesa da língua", recomenda a Academia, "preferencialmente, nestes casos, a manutenção da grafia com a consoante, para evitar arbitrariedades".

Um dos exemplos dados é "fato", na grafia brasileira, e "facto", na grafia portuguesa.

Quanto ao hífen, é recomendação geral, por "clareza gráfica", o emprego quando os elementos dos compostos, com a sua acentuação própria, não conservam, considerados isoladamente, a sua significação, ou seja, quando "o sentido da unidade não se deduz a partir dos elementos que a formam".

Argumenta o estudo que se exige o emprego do hífen, em vocábulos como "água-de-colónia", "braço-de-ferro", "entra-e-sai" e "pé-de-meia", e mantém-se nos termos que já o tinham como por exemplo "trouxe-mouxe".

O hífen deve ser restaurado em expressões em que a soma dos elementos forma um sentido único, como por exemplo "faz-de-conta" e "maria-vai-com-as-outras".

Também no interior de certos compostos vocabulares deve manter-se o hífen e o apóstrofo, como em "borda-d'água", "cão-d'água", "copo-d'água", "mãe-d'água", "marca-d'água", "pau-d'água" e "pau-d'arco", entre outros.

Já os vocábulos, dos quais se perdeu a noção de composição, como "mandachuva", "paraquedas" e "paraquedista", devem escrever-se aglutinadamente, o que não se deve cumprir relativamente aos "compostos com a forma verbal 'manda-' e 'pára-'" que devem continuar "separados por hífen conforme a tradição lexicográfica", casos de "manda-lua", "pára-choques", "pára-brisas", e "pára-raios".

O documento com as "Sugestões para o aperfeiçoamento do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa" de 1990, aprovado pela Academia das Ciências, está disponível em http://voc.cplp.org/





A relembrar...
"A adopção da nova ortografia, de acordo com o Anexo II do Acordo — a Nota Explicativa do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 — que se baseia numa lista de 110 mil lemas da Academia das Ciências de Lisboa, acarreta alterações na grafia de cerca de 1,6% do total de palavras (lemas) na norma em vigor em Portugal, PALOP, Timor-Leste e Região Administrativa Especial de Macau e na grafia de cerca de 0,8% do total de palavras (lemas) na brasileira. Mas, de acordo com o vocabulário elaborado em 2008 pelo Instituto de Linguística Teórica e Computacional (Lisboa) a partir da base de dados linguísticos MorDebe com 135 mil lemas, a percentagem de lemas afectados — ou seja, palavras simples não flexionadas que constituem entradas num dicionário ou vocabulário — ascende a quase 4% na norma europeia. Este número inclui tanto as palavras que apresentam modificações efectivas na grafia, como as que passam a ser variantes legalmente válidas em toda a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)." Fonte Wikipédia






sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

AO90: A Farsa !

AO90:  A  Farsa!






É uma Farsa, um embuste, o que nos venderam, quando implementaram o Acordo Ortográfico (AO90) em Portugal. Onde o iletrado Sócrates, nos vendeu/trespassou a nossa rica língua Portuguesa e um irresponsável a promulgou em Lei; de seu nome Aníbal Cavaco Silva.


"Recordando os alertas dos saudosos José Pedro Machado e Vasco Graça Moura, entre tantos outros que se cansaram de argumentar contra os perigos do "monstro" que aí vinha, é possível olhar para a tentativa da ACL como a confirmação clara de um falhanço: se o AO precisa de emendas, e não serão poucas, nunca devia ter entrado em vigor no estado em que está. Os que lamentam a sorte das "pobres criancinhas" caso haja agora mudanças, deviam ter pensado na quantidade de disparates que as obrigaram a aprender para agora, aos poucos, terem de os desaprender. É por isso que os fautores do acordo não querem mudar uma só vírgula: para não ajudarem a sublinhar a sua incompetência." Fonte



quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Geringonça: A Palavra do Ano

Geringonça: A Palavra do Ano









Significado de Geringonça:

s.f.
Coisa malfeita, que ameaça ruína; obra maljeitosa e mal armada que ameaça desconjuntar-se.

Gíria, calão.








A Geringonça está bem e recomenda-se! 


Esta palavra ganhou forma pela boca dos "demagogos" Passos Coelho e Paulo Portas no parlamento Português, nas criticas à formação do governo de coligação à esquerda.  Com imensas criticas da direita.  


Ao Passos Coelho, o profeta da desgraça, não poderia ter corrido pior. Pois, até a palavra que ele tanto gostava de dizer, para criticar a coligação de governo, se tornou "viral", um sucesso, assim como a "Geringonça" governativa que continua bem oleadinha e a funcionar; ao contrário do desgoverno de Passos/Portas que quase destruiu o país. 


domingo, 20 de novembro de 2016

O "Acordo ortográfico" ainda tem muito que evoluir

O "Acordo ortográfico", o "acordês crioulo", em BD






A propósito do (des)acordo ortográfico assinado pelos países de língua portuguesa. O miserável "acordês crioulo", essa coisa que veio destruir a língua portuguesa...



Já vai chegando à banda desenhada... Uma trapalhada!



segunda-feira, 2 de maio de 2016

AO90: Debate está Reaberto. Desobediência Civil ao Acordês!

Em Desacordo com o Acordo Ortográfico...







AO90: Foi uma aberração "aborto-gráfico", que nos foi imposta. Um acordo que foi cozinhado nas costas dos Portugueses (e nas costas de cerca de 245 milhões de falantes da língua, em todo o mundo), cozinhado no caldeirão da "ignorância politiqueira" de meia tigela e por uns poucos "pseudo-iluminados", intitulados de sábios da palavra escrita e falada, achando-se donos da "obra-prima" que é o Português de Portugal. E sim, tanto uns como outros, vergonhosamente vendidos aos lobbies da industria livreira!

Mas... Há uma nova esperança e, uma luz ao fim do túnel se acendeu. O Sr. Presidente da Republica Portuguesa, relança o debate sobre o (des)acordo ortográfico e, ele próprio está a promover a "Desobediência Civil ao acordês, até já promulgou os primeiros diplomas com o antigo acordo ortográfico, anterior ao AO90 (aqui!). O PR, por estes dias está em Moçambique, um país que não rectificou o acordo ortográfico e, por certo que o AO90 estará na agenda presidencial e será tema a ser debatido.


De notar que em 1991, o Sr. Marcelo Rebelo de Sousa, foi um dos 400 contestatários e subscritores do manifesto, contra o acordo ortográfico AO90.



"(...) No CMSegundo Pedro Mexia, consultor cultural de Marcelo, têm chegado a Belém "pedidos de cidadãos e instituições manifestando-se contra o acordo" e "o PR entende que este só poderá ter continuidade se, de facto, for ratificado por todos os países envolvidos. Caso contrário, a questão tem de ser repensada". Fonte e aqui!








“Nunca é tarde para corrigir situações que chocam a mentalidade das pessoas”, afirmou, no mês passado, ao jornal i Artur Anselmo, que defende uma revisão do acordo ortográfico.

“O assunto é tão importante que merece que o Presidente da República interfira, chamando a Belém as autoridades linguísticas, porque há coisas de bradar aos céus neste acordo”, disse o presidente da Academia das Ciências. fonte



Mas, há aqueles que nunca se dão por derrotados...

"Não há aqui nenhum fracasso. Há naturalmente um tempo de implementação do acordo que exige, digamos, percursos diferentes para os diferentes países", afirmou o linguista Malaca Casteleiro em declarações aos jornalistas, à margem da Conferência Internacional sobre Ensino e Aprendizagem de Português como Língua Estrangeira, que decorre até sábado na Universidade de Macau.



E o Sr. PM, António Costa, como vai lidar com a situação? Pois... é que já antes ele disse ser contra o acordo: "não concordo com acordo ortográfico, mas não faço nada contra a ele". Ao minuto 1:45!




Diga não à inércia. Diga não ao abortês!

quinta-feira, 10 de março de 2016

"Minha Pátria é Minha Língua"

"Minha Pátria é Minha Língua"








descaso dos políticos brasileiros com a "língua mãe"... O Brasil não só está a tentar destruir a língua portuguesa, com os (des)acordos ortográficos que muito pouco dignificam o português de Portugal (a língua mãe), como agora tentam vende-la também, abdicando/dispensando a língua portuguesa em documentos oficiais internos, só porque é do interesse de alguns. É vergonhoso os Deputados e Senadores brasileiros renegarem a sua própria língua, portuguesa, em detrimento de outras no seu próprio país.


Deputado Mandetta utilizou o inglês e espanhol para defender o uso da Língua Portuguesa por médicos estrangeiros, no país.

"Minha pátria é minha língua e quando dispenso o uso da Língua Portuguesa em documentos oficiais estou virando as costas para minha pátria", disse o deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) ao defender destaque de sua autoria na Comissão Mista que examinou a MP 621/13. O parlamentar utilizou o idioma inglês e depois o espanhol para chamar a atenção de deputados e senadores sobre a necessidade do uso da Língua Portuguesa por parte de médicos estrangeiros que actuaram no programa Mais Médicos.


Deputado Mandetta em defesa da língua portuguesa, de Camões e de outros poetas... "Não assassinem a língua Portuguesa"!


Deputado Luiz Henrique Mandetta discursou em inglês e em espanhol para mostrar o descaso que os políticos tinham com a língua portuguesa, na época da discussão sobre o programa Mais Médicos. Como se sabe, dependendo de sua origem, alguns médicos não precisam demonstrar que sabem português e que são realmente médicos.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Nova Reforma do AO90 no Brasil?

AO90: o Brasil quer Fazer novas Alterações?









Ainda a poeira da "aberração" ortográfica do AO90 não assentou e já os "intelectuais (?) brasileiros" querem fazer novas alterações ao último acordo de 1990. A acontecer, será como diz a escritora brasileira Renata Pallottini: "é mais um passo na ignorância e não mais um passo na simplificação".

Imagine a supressão das consoantes "h", "ç", do "ss". Homem passaria a ser "omem", macho passaria a ser "maxo", etc., etc. ... O que se propõe é puro vandalismo ortográfico!


Mas que pouca vergonha vem a ser esta?...




Veja o debate sobre a simplificação da Língua Portuguesa e o Novo Acordo Ortográfico com participação da escritora Renata Pallottini, membro da Academia Paulista de Letras e o professor Ernani Pimentel, coordenador do grupo de trabalho criado no Senado para implementar as regras da reforma ortográfica.







Segues-se um vídeo que mostra o que o Senado Brasileiro pensa sobre o AO90 e possíveis alterações a este acordo. Fica evidente aqui, como os Senadores se sentem incomodados com leviandade e ligeireza como alguns políticos brasileiros tratam a língua Portuguesa.


Audiência pública: Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.

Senador Paulo Bauer (PSDB/SC) preside audiência pública sobre Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. 

Convidados da audiência pública: Gustavo Guimarães, Conselheiro, Chefe da Divisão de Promoção da Língua Portuguesa do Itamaraty - MRE; Pasquale Cipro Neto, Professor e Consultor de Língua Portuguesa; Ernani Pimentel, Professor e Idealizador do Movimento Acordar Melhor; e Gilvan Müller de Oliveira, Diretor Executivo do Instituto Internacional da Língua Portuguesa - IILP (Brasília, 04/04/2012).




A baixo fica os vídeos completos desta audiência pública no Senado Brasileiro, para melhor entenderem o que estão tentando fazer à nossa língua, o Português de Portugal.

Quem tiver pachorra para ouvir a desmesurada falta de inteligência de alguns intervenientes e da oposição de outros, têm aqui umas horas de debate.


A primeira parte da audiência pública no Senado Brasileiro...




Um dia depois, continua a discussão, no Senado... 

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Angola Chumbou o Acordo Ortográfico (AO90)!

Angola Chumbou o Acordo Ortográfico (AO90)!







O "acordês", o "coiso", a "aberração" ortográfica vai muito mal... Agora foi a vez de Angola se impor e dizer não ao AO90. Aquele triste acordo feito a alguns anos atrás por umas personalidades políticas que muito pouco percebiam de Português, arrastou a língua Portuguesa para um autêntico lamaçal. 

A língua mãe do Português não é um objecto, não é um bem transaccionável que se possa vender em troca de algo ou a qualquer preço, ela é a alma das gentes (244 milhões) que falam Português em todo o mundo e, como tal não pode ser mal tratada por alguns políticos incompetentes a seu belo prazer...    A Língua Portuguesa é a quarta língua mais falada no mundo e, ela não é do Brasil, nem de Angola, nem de Moçambique ou de outro qualquer país lusófono; mas é sim e só de Portugal, onde nasceu!!  





Angola não autorizou Acordo Ortográfico 


«O Acordo Ortográfico não foi “autorizado a nenhum nível governamental” em Angola, mas Marisa Guião de Mendonça, directora-executiva do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), assinala que o país ” está muito cooperante na criação do Vocabulário Ortográfico Comum”.

Em entrevista à agência Lusa, Marisa Mendonça afirmou que “o Acordo não foi ainda autorizado a nenhum nível governamental pelo Estado angolano”, o que se deverá ao facto de “Angola estar a pedir uma rectificação do Acordo”, ou seja, a inclusão de alterações.»






Como é possível os governantes portugueses não se aperceberem de que o AO/90 é um insulto à inteligência do mais analfabeto cidadão português?





Quem tem razão sobre os políticos é a Drª. Maria do Carmo Vieira, ao minuto 1:00.






Segue-se as trapalhadas de um debate sobre o "acordês" (no verão), onde vários países lusófonos tiveram muitas dificuldades em concordar com a cacofonia  do AO90...



O debate sobre o acordo ortográfico que obrigou a uma ata (e a uma acta) da CPLP com duas grafias

O acordo ortográfico tirou o “C” de “ata” e uma reunião oficial e de alto nível discutiu a eventualidade de se confundir a ata - o documento oficial - com o ato de atar pessoas. Portugal manifestou-se contra a existência de uma ata na grafia pré-acordo, Angola a favor: “Quando a forma ortográfica muda, as palavras não significam a mesma coisa”, defendeu um governante angolano.

"A questão aqui não é como falamos, mas como escrevemos. Quando a forma ortográfica muda, as palavras não significam a mesma coisa", disse António Bento Bembe.

"Uma vez que se chega a este acordo na base do consenso, não posso assinar este documento que não está escrito da forma que se fala em Angola. Camões não escreveu assim", disse. 

"Ter duas atas seria um prato de lentilhas para quem quisesse explorar divergências sobre a língua numa comunidade que fala português. Percebo a questão e tenho até uma opinião pessoal. Mas ter duas versões de uma mesma língua, de uma reunião, de uma comunidade, que fala uma língua não será muito boa ideia", disse Costa Moura.

"Independente do respeito que tenho pelas pessoas que ainda não ratificaram o AO, ter duas atas é contraditório. Falamos a mesma língua", disse Raposo, sugerindo que a ata incluísse uma nota a recordar os países que ainda não ratificaram o AO.

"Conhecendo esta realidade, não posso levar isto, este documento escrito assim. Se prevalece a assinatura da ata, que seja de acordo com a velha língua portuguesa - não temos como apresentar isso às autoridades", disse Abdurremane Lino de Almeida.

A ata acabou por referir, no seu próprio texto, a oposição de Angola, Guiné-Bissau e Moçambique à grafia do texto e a decisão, depois de debate, "que se aplicariam ambos os critérios em simultâneo". Texto escrito conforme na fonte, aqui!







AO/90 É INCONSTITUCIONAL

O Acordo Ortográfico 1990 não tem validade internacional. A assinatura (em 1990) do texto original tem repercussões jurídicas: fixa o texto (e os modos como os signatários se vinculam), isto segundo o artº 10º da Convenção de Viena do Direito dos Tratados. Por isso, não podia ser modificado de modo a entrar em vigor com a ratificação de apenas 3... sem que essa alteração não fosse ratificada por unanimidade! 

Ainda há meses Angola e Moçambique invocaram OFICIALMENTE a não vigência do acordo numa reunião OFICIAL e os representantes OFICIAIS do Brasil e do capataz dos brasileiros, Portugal, meteram a viola no saco. Ora, para um acordo internacional entrar em vigor em Portugal, à luz do artº 8º da Constituição Portuguesa, é preciso que esteja em vigor na ordem jurídica internacional. E este não está (aqui)!  



O novo acordo ortográfico na voz de Vasco Graça Moura










Audição "pela desvinculação de Portugal ao Acordo Ortográfico" - 8ª Comissão Parlamentar (2/7/2013).


AUDIÇÃO DOS PETICIONÁRIOS DA PETIÇÃO nº 259/XII/2ª [Petição pela desvinculação de Portugal ao "Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa" (AO90) - grupo "Em aCção contra o acordo ortográfico" do Facebook], na VIII Comissão Parlamentar, de Educação, Ciência e Cultura, dia 2 de Julho de 2013, pelas 14H.


terça-feira, 13 de janeiro de 2015

A Aberração do (des)Acordo Ortográfico

A Aberração do (des)Acordo Ortográfico





O Português, de Luís de Camões, de Eça de Queirós, de Fernando Pessoa, de todos os Portugueses, do passado e do presente e "não só de alguns" (deputados), para ser tão mal tratada.

A língua e a ortografia portuguesa não é o sudoku, não é uma brincadeira, não é uma feira de vaidades, não tem que estar sujeita às decisões de meia dúzia de deputados (muitos nem sabem escrever o Português correcto) para fazerem alterações (à língua) a seu belo prazer, como se a língua portuguesa fosse só dos deputados... É inadmissível que os deputados tenham assinado um acordo de coisa tão importante (como o é a nossa língua) sem consultar o povo em referendo (pelo menos). É um insulto sem precedentes a todos os portugueses, que tal acordo tenha sido feito sem consultar todos os portugueses. Acordo esse que só serviu para encher os bolsos a meia dúzia de editoras!
Um acordo que nem Angola nem o Brasil, sequer implementaram ainda, estando previsto só em 2016 (aqui).
Fernando Pessoa
Há no A.O. de 1990, simultaneamente, servilismo e ignorância relativamente ao Brasil. Pois o diálogo luso-brasileiro é em grande parte um diálogo assimétrico. Ele situa-se num eixo que Eduardo Lourenço qualificou lapidarmente: «ressentimento e delírio». A maneira como nós vemos o Português é própria de um povo que fala e sempre falou a sua própria língua e a difundiu pelo mundo, o mundo de um «império» que no plano mítico-ideológico parece não ter terminado ainda. No Brasil, o Português é a língua do colonizador. Não é, portanto, a mesma, nem poderia ser, a visão da «língua comum», pois os brasileiros parecem sobretudo interessados em acentuar divergências, quer na ortografia quer na sintaxe, afastando-se, muitas vezes conscientemente, da norma culta, procurando factores de diferenciação específica. O próprio preconceito brasileiro relativamente aos falares portugueses [é o] que se reflecte na legendagem de tudo o que é português no Brasil e, no plano da escrita, na tradução de livros ou de notícias de jornais portugueses [...]



Vídeo da audiência no Grupo de Trabalho parlamentar sobre o Acordo Ortográfico. Ao minuto 6:30, a intervenção da Dr.ª Maria do Carmo Vieira, contundente como sempre, relativamente aos deputados que aprovam umas leis avulsas, muitas vezes sem sentido, como a do (des)acordo ortográfico. 

Audiência concedida a 7 de Fevereiro de 2013 a Maria do Carmo Vieira, Vasco Graça Moura e Nuno Pacheco pelo Grupo de Trabalho parlamentar sobre o Acordo Ortográfico de 1990, no âmbito da Comissão de Educação, Ciência e Cultura.




Vasco Graça Moura, escritor de profissão, rejeita a adopção do acordo ortográfico e diz que distorce a língua.



Petição pela desvinculação de Portugal ao 'Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990' (AO90)

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Não ao Acordo Ortográfico por José Gil

Não ao Acordo Ortográfico por José Gil (Filósofo)




A aberração do (des)Acordo ortográfico que nos impingiram... Uma vergonha! Quando umas (poucas) "mentes pequeninas e muito pouco iluminadas" decidem coisa tão importante, que afecta o dia a dia de todos e a história do país que é a "base" da língua mãe, o Português de Portugal, o Português de Camões e de Eça de Queirós e de tantos outros que já não estão entre nós, que foram da máxima importância para a língua mãe (que já não se podem prenunciar sobre a aberração do AO), o Português de Portugal !!

José Gil “chocado” com tratamento de português como “activo”, uma palestra no Centro de Ciência dedicada ao tema “Desejo e Medo de Existir”.
José Gil


"...O filósofo José Gil diz-se “chocado” com o facto de a língua portuguesa ser considerada um “activo”, tal como defendeu, em Macau, o presidente português Cavaco Silva, na visita realizada em Maio.

Convidado do Rádio Macau Entrevista, José Gil afirma que a língua portuguesa não pode ser tratada como um bem: “Choca-me um bocado essa formulação. A língua portuguesa é a nossa carne, não temos de transformá-la num activo. O que nós podemos fazer é o que estava nos objectivos da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), que é o desenvolvimento do português, um incentivo para que se desenvolvesse e estudasse a língua. Ora, o que é que verificamos? Desaparecem representações do Instituto Camões, ou deixam de ter meios”.

José Gil critica ainda duramente a entrada da Guiné Equatorial na CPLP e também que não tenha havido oposição por parte de Portugal a um episódio que o filósofo considera “grotesco”: “A última peripécia da CPLP, a admissão do estado ditatorial da Guiné Equatorial, é grotesca. Acho que o presidente devia dizer mais: devia dizer que ‘isto está mal feito’. Mas é claro que isto não pode ser dito assim, porque temos que ir com luvas, não se pode ser brutal. Isto trata-se com veludo diplomático. Um presidente não pode ser assim. Mas por quê? Por que é que um presidente não pode denunciar: ‘nós não admitimos isto’?”

Nesta entrevista, José Gil mostra-se, ainda, contra o acordo ortográfico, que diz ser um atentado à inteligência: “As razões que estão por trás não se compreendem. São razões económicas. Uma língua é um organismo vivo. Vamos deixá-lo viver. Esta coisa do acordo ortográfico é verdadeiramente um atentado à inteligência, uma estupidez com razões escondidas que eu não posso aceitar”. Fonte

José Gil, filósofo, ensaísta e professor catedrático jubilado da Universidade Nova de Lisboa, foi considerado, em França, um dos 25 grandes pensadores do mundo.


"Um dos males de um país é a inércia dos cidadãos e a incapacidade da sociedade civil para se afirmar e ser um contra-poder às instituições". R. Eanes




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