«Este blog não respeita o acordo ortográfico (AO90), por ser um atentado inaceitável à língua de Camões e de todos os Portugueses! E você, vai fazer parte deste atentado à língua Portuguesa, escrevendo segundo a aberração do AO90?»
“A Inércia” de um povo;
"Um dos males de um país é a inércia dos cidadãos e a incapacidade da sociedade civil para se afirmar e ser um contra-poder às instituições".
Inconcebível, vergonhoso, ultrajante, uma afronta ao POVO!
O Estado passou a pagador de burlas bancárias, por incompetência dos governantes e de uma justiça que vive na inércia, com uma inacção perturbadora, onde os processos ficam parados no tempo sem julgamentos ou quando são julgados, acontece situações que nem lembra ao Diabo.
Temos uma justiça forte com os fracos e fraca com os fortes... Vergonhoso!
Alguns, chamam-lhe uma Democracia, será? Ou será antes uma Cleptocracia, este país?!
"O Estado pagou 4,5 milhões de euros à Delegação Portuguesa do Instituto Missionário da Consolata, entidade religiosa sediada na Cova da Iria, em Fátima, por causa de uma burla praticada por um funcionário do ex-BPN. O pagamento foi feito em 2012, depois de o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) ter condenado o antigo banco de Oliveira Costa.
A burla foi praticada por um bancário do ex-BPN que geria a conta dos Missionários entre Julho de 2004 e Agosto de 2005. O funcionário em causa aproveitou-se "do conhecimento que advém das suas funções na instituição de crédito para contactar o cliente das contas de que é gestor com o pretexto falso de lhe possibilitar a aplicação financeira de valores", lê-se no acórdão a que o CM teve acesso. O trabalhador terá desviado "em seu proveito pessoal os valores do cliente num montante de 3,58 milhões de euros", diz o Supremo.
O ex-BPN foi condenado a pagar aos Missionários os 3,58 milhões de euros acrescidos de juros de mora: 4,5 milhões de euros no total. Como o BPN foi nacionalizado, coube ao Estado pagar a indemnização.
Na origem da burla está, segundo o acórdão, a promessa do funcionário do ex-BPN de investir o dinheiro dos Missionários da Consolata em aplicações financeiras (acções e obrigações) mais rentáveis. O funcionário do ex-BPN contactou, por telefone e pessoalmente, o representante dos Missionários.
Em mais de 10 operações, o bancário recebeu 3,58 milhões de euros, que, segundo refere o acórdão do STJ, desviou para contas pessoais. Em Setembro de 2005, o homem disse ao representante dessa entidade religiosa que "estava ‘desesperado e perdido’, pois havia desviado os valores que [a Missionários da Consolata] lhe entregara, gastando-os na Bolsa, em operações de alto risco que havia feito por sua conta". Confira, aqui!
O Vidente de Massamá... Andou a, Varrer, a Varrer, a Varrer para de Baixo do Tapete
Passos Coelho sobre a CGD:"eu estive uns anos no Governo, tenho uma noção, "razoável", do que é a situação da CGD e confesso que não entendi nada do que o Ministro das finanças disse".
Oh senhor Passos Coelho, o que é que andou a fazer no seu (des)Governo 4 anos? O Sr. só tem uma "razoável noção"(?) do que se passou ou passava na CGD? É assim tão mediocre?
Então um banco do Estado, em que o "chefe maior" é o Primeiro Ministro e o Ex-PM, Sr. Passos Coelho vem dizer que tinha uma "noção razoável" do que se passava na CGD... Então o Primeiro Ministro não tinha que saber "tudo", o que se passava no banco do Estado?
Oh Sr. Passos Coelho, então a sua ministra das finanças, Maria Luís Albuquerque, não o informou de tudo o que se passava num banco do Estado, que o Primeiro Ministro tinha o dever e obrigação de saber de tudo, até dos desfalques/dívidas deixados por alguns e obrigar os devedores a pagar?
Mas, Marques Mendes é que sabe:
"Eu acho que PSD e CDS também em matéria de banca e sistema financeiro não têm grande autoridade para falar, andaram a empurrar a maior parte dos problemas, a varrer para de baixo do tapete". Veja bem: "Banif, não venderam o Banif a tempo e horas evitando aquilo que se podia ter evitado que era a resolução do Banif". Segundo: "conflito do BPI, o assunto foi adiado, adiado, adiado..." Terceiro: "Novo Banco, eu acho que foi corajosa... mas também não conseguiram vender o Novo Banco". Caixa Geral de Depósitos: "toda esta questão da recapitalização também se iria colocar, não se colocou..."
"Ou seja: em matéria de sistema financeiro, PSD e CDS deixaram muito a desejar e têm algumas culpas no cartório, e portante andaram, nesta linguagem popular, "a varrer, a varrer, a varrer para de baixo do tapete".
"Vai haver muito boa gente em Portugal do PS e do PSD interessado em que não se investigue nada e que não se esclareça nada, porque evidentemente que há responsabilidades do chamado bloco central de interesses da gestão da Caixa, sobretudo nos anos entre 2005 e 2010",
"Muito boa gente de 2, 3 partidos vai querer que tudo seja varrido para debaixo do tapete e acho que tudo deve ser esclarecido e escrutinado", insistiu.
"Há 10, 12 operações que foram absolutamente ruinosas, porventura financiamentos que não deviam ter sido concedidos, financiamentos que não foram concedidos com garantias minimamente eficazes, porventura financiamentos concedidos a troco de favores políticos", disse, considerando que, se o Estado tem agora de meter dinheiro na Caixa, ao menos que se esclareça o que aconteceu e apure responsabilidades. fonte JN
Mas, o Sr. Marques Mendes devia ter explicado melhor o que se passou a CGD, porque há muitos amigos seus envolvidos na trama que levou a CGD a uma situação difícil... Ou seja: os grandes amigos de Merques Mendes, são os grandes responsáveis por tudo isto.
Segundo o Observador: As imparidades registadas nos nove maiores devedores da CGD chegam aos 912 milhões de euros. Entre os maiores devedores estão os grupos Espírito Santo, Lena e Efacec e o angolano António Mosquito.
O total de imparidades registadas pelos nove maiores devedores chega aos 912,1 milhões de euros. Seguem os nomes que surgem na lista dos maiores devedores da CGD divulgada pelo jornal:
Grupo Artlant – 476,4 milhões de euros e 214 milhões em perdas de crédito (imparidades) reconhecidas. A Artlant foi criada para desenvolver um grande projecto industrial em Sines, com a construção de uma unidade do sector químico. O promotor era o grupo catalão La Seda, grupo que depois de entrar em crise chegou a ter como accionista de referência o empresário português Carlos Moreira da Silva, líder da Barbosa e Almeida (e accionista do Observador). A Caixa Geral de Depósitos começou por ser uma grande financiadora, mas acabou por se tornar accionista da La Seda, onde ainda tem 14%, e da própria Artlant. Um envolvimento que tinha também como objectivo assegurar a realização do investimento na fábrica de Sines.
A empresa avançou com um processo de revitalização especial (PER) e em 2015, a Caixa reclamou créditos superiores a 520 milhões de euros. A última informação disponível já do início de 2015 é da que foi proferida a sentença de homologação do plano de recuperação.
Grupo Efacec – 303,2 milhões de euros de créditos e 15,2 milhões de imparidades. A exposição resultará do financiamento à empresa, mas também aos seus dois maiores accionistas, o grupo José de Mello e a Têxtil Manuel Gonçalves. Os grupos portugueses venderam 65% da principal unidade do grupo Efacec, a Efacec Power Solutions, a Isabel dos Santos há cerca de um ano. O negócio, avaliado em 200 milhões de euros, foi mais do que uma simples venda, esteve enquadrado numa reestruturação de dívida dos accionistas e da empresa. A Caixa enquanto credora participou no financiamento desta operação.
Vale de Lobo – 282,9 milhões de euros de exposição e 138,1 milhões em imparidades. É um negócio imobiliário polémico que se cruza com o inquérito judicial ao antigo primeiro-ministro José Sócrates e que envolve ainda Hélder Bataglia, o presidente da Escom. A decisão da Caixa Geral de Depósitos de entrar no empreendimento de luxo no Algarve data de 2006 e tem sido atribuída ao então administrador do banco público, Armando Vara. A Caixa é accionista da sociedade que explora Vale do Lobo, ao mesmo tempo que é a maior financiadora. Em 2014, a holding de imobiliário que detinha esta participação reconheceu perdas de 196 milhões de euros, parte da qual será atribuída a Vale do Lobo. Nas contas de 2015, a Caixa diz que a situação líquida era negativa em 137 milhões de euros. O banco do Estado tem uma participação financeira de 24%, mas é também o maior credor deste empreendimento que no ano passado foi posto à venda.
Auto Estradas Douro Litoral – 271,3 milhões de exposição e 181,4 milhões de créditos perdidos. A concessão de autoestradas volta a cruzar os caminhos do banco do Estado com o grupo José de Mello que, através da Brisa, é um dos maiores accionistas desta concessionária que entrou em incumprimento dos compromissos financeiros assumidos com os bancos financiadores, nomeadamente ao nível dos rácios. A Douro Litoral é uma concessão com portagens cuja receita tem-se revelado muito abaixo do previsto e insuficiente para remunerar o investimento. A empresa tem em curso vários pedidos de compensação financeira ao Estado, no valor global de cerca de 1,4 mil milhões de euros que estão a ser analisados em tribunal arbitral.
Grupo Espírito Santo– 237,1 milhões de euros em créditos e 79 milhões de imparidades. A Caixa Geral de Depósitos, enquanto maior banco português, foi também a instituição financeira que mais exposta estava ao Grupo Espírito Santo. O Observador fez um levantamento, em maio do ano passado, da exposição da banca ao GES, ainda com base em listas provisórias de valores reclamados pelos credores de sete sociedades que estavam em processo de revitalização ou insolvência. O montante era da ordem dos 1.300 milhões de euros. A Caixa reclamava cerca de 410 milhões de euros.
Grupo Lena – 225 milhões de créditos e 76,7 milhões de imparidades. O grupo construtor com sede em Leiria foi um dos que mais cresceu durante o último ciclo de obras públicas em Portugal, durante os governos de José Sócrates. O Grupo Lena esteve nas autoestradas, na renovação do parque escolar, e no projecto da rede de alta velocidade (TGV), onde fez parte do consórcio que ganhou o primeiro contrato, e que entretanto foi cancelado. A Lena cresceu também para outros sectores — turismo, energia e comunicação social — e outras geografias, ganhando importantes contratos em mercados emergentes, como a Argélia e a Venezuela. A demora e incerteza na concretização destes contratos internacionais, alguns obtidos à boleia das viagens oficiais do ex-primeiro ministro, José Sócrates, e o asfixia do mercado de construção português apanharam o grupo em contramão, em plena aposta expansionista. A Lena teve que travar a fundo e fazer uma reestruturação do seu endividamento.
Grupo António Mosquito – 178 milhões de euros e 49,2 milhões de euros de créditos perdidos. O empresário angolano está associado a dois investimentos em Portugal: a Soares da Costa e a Controlinveste. No caso da Caixa, a exposição a António Mosquito poderá resultar do financiamento ao empresário português que era o maior accionista da Soares da Costa, Manuel Fino. A Caixa era um das grandes financiadoras de Manuel Fino, tendo inclusive, executado uma parte das acções que o empresário tinha na Cimpor.
Reyal Urbis – 166,6 milhões de euros de empréstimos que lhe foram concedidos, com 133,3 milhões de imparidades. A imobiliária espanhola já estava identificada em 2013 como uma das principais devedoras da Caixa, altura em que apresentou um processo de insolvência — o segundo maior da história de Espanha. No ano anterior, o endividamento da empresa tinha chegado ao 3, 6 mil milhões de euros. O Santander e a filial Banesto estavam entre os maiores credores da imobiliária que lhe devia 830 milhões de euros, apontava então o jornal espanhol El Mundo que colocava a CGD na lista dos credores minoritários.
Finpro SCR – 123,9 milhões de euros e 24,8 de imparidades totalizadas. Esta sociedade teve como accionistas Américo Amorim, o fundo da Segurança Social e o Banif, e realizou vários investimentos internacionais, financiados com dívida, sobretudo na área das infraestruturas. A Finpro entrou em processo especial de revitalização em 2014 e notícias apontam a Caixa como detentora de mais de metade da dívida da Finpro. Uma das participações da Finpro era no sociedade gestora do Porto de Barcelona que foi vendida no ano passado. A sociedade terá entretanto sido considerada insolvente com uma dívida de 268 milhões de euros.
BPN: 5 Anos Passados e a Inércia da Justiça é Brutal !
É escandaloso! Como é possível a justiça funcionar tão mal?
Passados mais de 5 anos e a inércia da justiça é escandalosamente brutal. O caso BPN está quase a prescrever por inércia e inacção, de uma justiça moribunda... uma justiça que é forte com os fracos e fraca com os fortes.
O caso BPN, a maior fraude já mais ocorrida em Portugal (clique), que lesou os cofres públicos em mais de 7 mil milhões de euros, dívida que os Portugueses acabaram por pagar com os seus impostos, e, vergonhosamente a justiça mais uma vez mostra-se incapaz de condenar os culpados dos crimes económicos e condena-los exemplarmente.
Muitos ouvem falar de Offshores, mas, muito poucos entendem o que realmente são e, como se tornam em autenticas máquinas de lavagem de dinheiros sujos/negro. Muito do dinheiro de proveniências criminosas e ilícitas...
O dinheiro que foge para os paraísos fiscais esvazia o cofres dos países e agrava exponencialmente a desigualdade social, no país de origem do dinheiro.
Em Portugal quatro bancos falidos, quase meio milhar de ministros passaram pela banca, extorsão fiscal, impunidade na política e, com uma justiça inábil contra o crime de enriquecimento ilícito.
Mariana Mortágua explica como funcionam e para que servem.
Offshores, quem ganhou e quem ganha com esta pseudo-democracia, corrupção e impunidade? 40% do PIB mundial é corrupção!
“Entre um governo que faz o mal e o povo que o consente, há uma certa cumplicidade vergonhosa.” Victor Hugo
“Um povo ignorante é o instrumento cego da sua própria destruição”Simón Bolívar
Ora bem, querem vocês saber como se faz um banqueiro em Portugal, certo? Muito simples: junta-se uma longa carreira numa jotinha partidária, uns tantos cargos políticos, fidelidade ao dono, um curso com passagem administrativa, um primeiro-ministro perigoso, um governador do Banco de Portugal pardacento, duas asas de morcego e voilà: Bingo! Miguel Relvas tem um banco!
Ah, pois é. Um banco que tem licença para operar em Portugal, Moçambique, Angola e América Latina. Que lhe chegou às mãos porque o BPN - que custou ao Estado 6 mil milhões - foi vendido por Passos Coelho ao BIC por 40 milhões. Depois disso, sobrou o Efisa, uma instituição bancária de investimento do universo SLN/BPN, onde foram parar 90 milhões do dinheiro dos contribuintes via ex-primeiro- -ministro. Só então o Efisa foi vendido (por 38 milhões) à Pivot SGPS, da qual faz parte Miguel Relvas. Ou seja, pagámos 52 milhões a essa sociedade para ficar com o dito banco, livre de encargos adicionais. Bonito. Poético.
Como diria Passos Coelho, "Social Democracia, sempre !" Ou, como disse o seu amigo e ex-ministro numa entrevista há uns meses: "A marca Relvas ainda é forte." Sorria, estamos a ser gamados. (aqui, no CM)
Maria Luís Albuquerque era Secretária do Tesouro quando foi confrontada com as perdas de 577 milhões de euros em créditos em risco de incumprimento. Segundo a investigação da Antena 1, pediu para mexer nas contas e exprimir as contas melhores possíveis. Assim, esse impacto foi adiado para exercícios futuros". Fonteaqui e aqui
Pois... preparem-se que à conta desta e de muitas outras fraudes/trafulhices, a "União Europeia" já avisou Portugal que vai ter de aumentar ainda mais os impostos, porque o dinheiro continua a não chegar (fonte, aqui)...!
BPN Como foi possível esconder prejuízos durante uma década?
Por estes dias Pedro Passos Coelho (primeiro ministro), teceu altos elogios (aqui) a Dias Loureiro, um senhor que esteve envolvido em vários casos menos claros, como o do BPN... Os maioria dos Portugueses sentem-se indignados com este elogio, inoportuno. Será que o Primeiro Ministro mediu bem as palavras que proferiu, será que o Sr. Pedro Passos Coelho sabe quanto custou aos Portugueses o "roubo" do BPN, para estar a elogiar um dos principais protagonistas naquela miserável tramóia? Mariana Mortágua dá a sua opinião!
Passos Coelho escolheu a inauguração de uma queijaria para
marcar o Dia do Trabalhador. Aí, elogiou de forma muito decidida não o esforço
dos trabalhadores, mas o dos empresários. Corrijo, elogiou "de uma forma
muito amiga e especial" um empresário em concreto. Diz o primeiro-ministro
que a história deste "empresário bem-sucedido" é um exemplo para
todos quantos "sabem que, se queremos vencer na vida, chegar longe, ter
uma economia desenvolvida e pujante, temos de ser exigentes e metódicos".
Um empresário que "viu muitas coisas por esse Mundo fora", e que nos
dá lições importantes ao mostrar que "os ricos não são ricos a esbanjar
dinheiro".
Mas quem é, então, esta conjugação de Steve Jobs com Henry
Ford? Dias Loureiro. Compreendo o seu espanto, pois também foi o meu quando vi
as imagens, mas é esse mesmo Dias Loureiro. O do BPN que nos custou mais de
5000 milhões de euros. O homem que "viu muitas coisas no Mundo", de
Porto Rico a Marrocos, onde arranjou uns negócios ruinosos (estou a ser simpática
na definição...) que acabaram todos a ser pagos pelos contribuintes. O
"metódico" Dias Loureiro que garantiu, na comissão de inquérito ao
BPN, que não conhecia um fundo usado pelo BPN nos seus esquemas financeiros,
mas que se mostrou dias depois ter assinado vários documentos desse fundo. A
mentira, recorde-se, foi um dos motivos que o levou a renunciar do Conselho de
Estado, para o qual tinha sido nomeado por Cavaco Silva.
As conclusões do relatório dessa comissão parlamentar,
aliás, não deixam muitas margens para dúvidas sobre o modelo de negócio e
"exigência" deste "empresário bem-sucedido". O seu nome e o
de Oliveira e Costa são os únicos nomeados para explicar como foi montado o
"banco laranja". "O Grupo desenvolveu-se rapidamente mercê da
colaboração objectiva de várias pessoas influentes, em virtude do exercício de
altos cargos públicos, designadamente, o Dr. Dias Loureiro e o próprio Dr.
Oliveira e Costa, bem como alguns accionistas".
Sobre Dias Loureiro não há muito mais a dizer, mas as
palavras escolhidas por Passos Coelho, na verdade, dizem-nos mais sobre a forma
como o primeiro-ministro vê o Mundo, e a relação entre política e negócios, do
que sobre um dos responsáveis pelo caso de polícia que foi o BPN. Esperava-se
que um empresário com as características elencadas por Passos fosse alguém que
tivesse criado empregos bem pagos e desenvolvido a economia do país, não alguém
que, à sombra de Oliveira e Costa, ajudou a montar uma espécie de Tecnoforma
gigante. Ou então é isso, é mesmo este modelo de vida, negócio e "vencer
na vida" que Passos conhece e admira.
"Há 4691 milhões de razões para nos explicar os seus elogios a Dias Loureiro"
BPN: depois do"assalto" veja como se transferiu as dívidas para o contribuinte...(?) À Parvalorem (empresa do Estado) coube a responsabilidade de tentar reavar dívidas deixadas ao BPN (dívidas muitas delas incobráveis), coerciva-mente ou não... e como foram transferidos 300 funcionários do BPN (como se fossem mercadoria tóxica), para o Estado, ficando esses funcionários na Parvalorem completamente desamparados e passando por situações psicologicamente difíceis; passaram de funcionários bancários, a cobradores de dividas incobráveis.
Estes são os negócios ruinosos e altamente lesivos para o contribuinte, em que os últimos (des)Governos (PS e PSD) enfiaram o país e com consequências trágicas para o cidadão Português!
Num esforço de descodificação da fraude, fizemos a história do banco, criado em 1998, por José Oliveira Costa, um antigo secretário de Estado de Cavaco Silva, um homem simples, de família humilde, natural do distrito de Aveiro. Sobre Oliveira Costa já tudo se escreveu; já tudo se disse. É o rosto de uma história que está a deixar profundas marcas num país a viver em asfixia financeira. Não será, certamente, o único. Os processos judiciais associados ao BPN sucedem-se, destapando outros protagonistas. Seguem ao ritmo lento da justiça. O processo principal começou em Dezembro de 2010, há quatro anos. Envolve 15 arguidos. Ouviu 300 testemunhas. E está para durar. Há outros três processos, igualmente relevantes, em estado de maturação judicial avançado. Mas os inquéritos prosseguem. A história completa do BPN, provavelmente, nunca chegará ao fim."
Veja como o Estado assumiu 300 empregados do BPN que o BIC rejeitou.
A Parvalorem gere uma carteira de dividas de 4, 5 mil milhões de euros. Contudo, gere igualmente os 300 funcionários do BPN que ainda resistem e que não foram contratados pelo BIC quando o banco angolano comprou o BPN. A Grande Reportagem desta quinta-feira mostra-lhe uma empresa doente, que esteve parada, literalmente, durante dois anos. O relato completo de seis anos de angústia. A segunda parte da Grande Reportagem será transmitida esta sexta-feira.
Depois da Fraude (2ª Parte): A Cobrança.
Depois da Fraude, a Cobrança. Neste episódio vamos revelar-lhe onde foi gasto o dinheiro que saiu dos cofres do BPN e que hoje alimenta o buraco do banco de Oliveira Costa.
O relato traduz a história do próprio banco:"distribuiu avultados empréstimos sem cuidar das garantias. Numa sucessão de casos quase caricatural ficamos a perceber como se endividaram figuras próximas do antigo homem forte do BPN e da SLN, José Oliveira Costa. Da lista das personagens escolhidas fazem parte, entre outros, Ricardo Oliveira, Aprígio Santos, Joaquim Coimbra, Emídio Catum e Domingos Duarte Lima" remata a nota de imprensa.
As respostas de gozo, de Oliveira Costa aos deputados.
Alguns dos melhores momentos do depoimento de Oliveira e Costa na Comissão de Inquérito à supervisão no caso BPN.
BPN: o banco dos amigos...
Nas vivendas de luxo da Aldeia da Coelha, têm casa de férias Cavaco Silva e alguns dos administradores que afundaram o BPN. O presidente disse à revista Visão que "não se recorda" de quando fez a escritura da casa nem onde é que a escritura foi feita.
INDIGNAI-VOS!!
"Um dos males de uma Sociedade, é a "inércia" dos seus cidadãos, e a sua incapacidade em se afirmar, enquanto sociedade civil, e ser um contra-poder às instituições que destroem um país e o seu povo/sociedade". R. Eanes
Sãos os vícios de forma fraudulentos do sistema monetário que, de forma intencional, provocam as crises. A liquidez da economia é gradualmente "sugada" pela Banca, o que leva empresas à falência, ao aumento do desemprego, à perda de propriedade (quer das empresas quer dos cidadãos através de penhoras e execuções), ao aumento de impostos e às privatizações... sendo este um mecanismo fraudulento e inconstitucional, com consequências dramáticas para a sociedade.
Todos nós estamos a pagar tudo isto, com o brutal aumento de impostos, perda de emprego, empresas a falirem diariamente... Para enchermos os bolsos à "máfia do FMI/Troika" enquanto tudo colapsa ao nosso redor; educação, saúde, sistema de apoio social, etc, etc!
O sistema bancário é uma parte particularmente hermética e misteriosa do sistema económico, que engloba muitas actividades distintas, e com implicações muito diferentes.
No entanto, é um sistema que pouquíssimas pessoas compreendem. Aliás, muitas nem sequer conhecem o seu funcionamento mais básico.
Vídeo imperdivél, muito importante para compreender toda a tramóia!
"...A dívida pública é, na sua maioria, odiosa, porque foi contraída pelos Governantes para fins que não servem a população.
Os Bancos são empresas privadas, que visam a maximização de lucros e como tal NUNCA agirão em prol do interesse público. No entanto, o sistema bancário beneficia da protecção dos Estados e dos Governantes
Este vídeo é um trecho do discurso proferido por Bill Still na conferência do IFSS (Fórum Internacional sobre Sistemas Financeiros) em Istambul, Turquia (12.09.2013).
Bill Still é um ex editor e redactor de jornal. Escreveu para os jornais USA Today, The Saturday Evening Post, the Los Angeles Times Syndicate, OMNI magazine, etc. Escreveu 22 livros e realizou dois documentários.
Em 1996 produziu o documentário "The Money Masters / Os Mestres do Dinheiro" (www.themoneymasters.com), no qual previa os eventos económicos que estão apenas a começar a acontecer. Coordenado pelo economista Milton Friedman (vencedor do prémio Nobel), este é considerado o trabalho clássico sobre a reforma monetária."
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"Tudo o que o homem não conhece não existe para ele. Por isso o mundo tem, para cada um, o tamanho que abrange o seu conhecimento."
(Carlos Bernardo González Pecotche)
"Um povo ignorante é um instrumento cego da sua própria destruição."
GODFREY BLOOM, parlamentar britânico, em sessão do Parlamento Europeu no passado dia 21 de Maio de 2013, fez declaração sobre a situação do actual sistema bancário.
Vais continuar a ser cúmplice com o teu voto nos do "Arco da (des)Governação"??? Partilha, divulga e informa as pessoas à tua volta... Não fiques na Inércia, do não fazer nada!
BES: (Espírito Santo) A derrocada... Sem Controle!
É cada vez mais notório, que o BES (Banco Espírito Santo) é um caso de polícia... Visto a suposta regulação (inexistente) do Banco de Portugal, que deveria ter encostado o Sr. Ricardo Salgado à parede, há já algum tempo e inclusive ter desencadeado uma auditoria profunda a todo Banco/Grupo, mas cada vez mais, é bastante notório o falhanço do regulador (Banco de Portugal) neste caso, que de dia para dia está a ficar fora de controle... E que por "Inércia" das entidades regaladoras e fiscalizadoras do sistema bancário em Portugal, fica assim cada vez mais claro e evidente de que o BES está com graves e profundos problemas, sendo já, mais um caso de polícia do que de regulação. A medida que os dias vão passando, fica mais parecido com o caso BPN e que poderá vir a ter consequências trágicas e dramáticas para os Portugueses e para Portugal, por incompetência de alguns, como ficou provado na caso BPN !
"...A ideia passa diz o mesmo artigo, pela conversão de dívida
em acções, ou seja, negociar com os credores um prolongamento dos prazos de
pagamento das dívidas. E a troca de papel comercial da problemática Espírito
Santo International por acções da Rioforte, outra empresa na esfera do grupo.
Na mesma edição, o semanário insiste no tema BES e revela que Morais Pires,
apontado como o sucessor de Ricardo Salgado na presidência do grupo e do banco
terá recebido vários milhões em contas offshore.
Com base nas investigações no âmbito do caso Monte Branco, Morais Pires e
Ricardo Salgado aparecem como alegados receptores de largas quantias, através de
sociedades sediadas em paraísos fiscais.
Diz o «Expresso» que entre o final de 2009 e Julho de 2011, o Banco Espírito
Santo Angola fez 12 transferências para duas contas no Crédit Suisse num total
de 27 milhões de dólares, em que terão sido beneficiários o presidente
demissionário do BES, Ricardo Salgado, e o administrador por ele apontado para
a sucessão, Amílcar Morais Pires." Fonte, com video aqui!
As acções do Banco Espírito Santo e do Espírito Santo
Financial Group estão a registar fortes quedas na sessão desta sexta-feira, com
os investidores a saírem das duas cotadas perante a divulgação de notícias
negativas para o Grupo Espírito Santo.
O BES segue
a cair 9,83% para 0,734 euros, tendo atingido um mínimo desde Outubro do ano
passado nos 0,722 euros. Já o Espírito Santo Financial Group afunda 17,57% para
um mínimo histórico de 1,75 euros. Continue lendo aqui!
Não foi o crash bolsista de 1929, mas foi, sem dúvida, um
dia negro para a família Espírito Santo. Espírito Santo Financial Group (ESFG)
afundaram ontem em bolsa. Contas feitas, as três cotadas perderam em conjunto
745 milhões de euros da sua capitalização bolsista em apenas um dia. Fonte, aqui!
As autoridades judiciais do Luxemburgo avançaram com uma
investigação a três holdings do Banco Espírito Santo. A notícia está a ser
avançada pela Reuters, segundo a qual está em causa alegados incumprimentos das
leis das sociedades.
Recorde-se que a auditoria feita pelo Banco de Portugal às
contas da Espírito Santo Internacional (ESI) detetou
"irregularidades" nas contas da holding que controla o Grupo Espírito
Santo. A somar a isto, a Espírito Santo Financial Group detém 25% do capital do
BES. Leia mais, aqui!
Espero que o BES não se venha a tornar em outro BPN, BPP, por "inércia" e incompetência, das entidades com competências para intervirem antes de a bomba rebentar, que é o caso do Banco de Portugal, CMVM e Policia Judiciária. Inércia não! Não venham depois pedir mais sacrifícios aos contribuintes para salvar outro banco, isso não, BASTA DE INCOMPETÊNCIAS e INERCIAS ESCANDALOSAS!!!
"...Há certas alturas em que já não dá mais para esconder.
Portugal tem mais um problema. O BES. Sejamos claros. O Banco Espírito Santo
não está bem. Por mais voltas que se tente dar, os factos acabam por mostrar
uma realidade que ultrapassa muitas vezes os piores receios. E o problema não é
só dos accionistas do BES. É nacional. É que se há algum banco que é sistémico é
de facto este.
O anúncio de um novo aumento de capital parece mais uma etapa num processo de
autodestruição. Quase se consegue ouvir a contagem: 10, 9, 8...
;
Os principais problemas estão a montante. Nas holdings da
família Espírito Santo que controlam o banco. Se fosse possível blindar o BES
do impacto da situação financeira frágil que estas empresas estão a atravessar
talvez este novo aumento de capital não fosse necessário. Mas o emaranhado de
relações e de participações tornaram o BES permeável às más escolhas feitas.
Qual a verdadeira situação financeira destas empresas e de que modo colocam em
causa o banco é o que falta saber.
Mas não fica por aqui. Recuemos no tempo. Em 2012, o BES fez
um aumento de capital de mil milhões de euros. Não chegou. O mundo mudou
entretanto. Para melhor. A situação económica do país melhorou, o BPI regressou
aos lucros e o BCP espera ainda atingi-los este ano. O BES continua a necessitar
de um aumento capital. O que se passou no BES? Seja o que for valeu para já um
louvor à gestão do banco. É só a mim que isto não faz sentido?
Em novembro último rebentou a crise na família. Não é por
não se falar dela que desaparece. Está lá. Todos os dias. O silêncio sobre a
sucessão não pode continuar quando se prepara um novo aumento de capital.
Afinal quem vai liderar o banco e o grupo nos próximos anos? Qualquer accionista
tem o direito de saber quem vai gerir o seu dinheiro antes de assinar por baixo
um novo aumento de capital.
E o Crédit Agricole, o segundo maior accionista do banco, o
que pensa disto tudo? Porque se remete ao silêncio num dossiê que só pode
causar desconforto?
Angola. O banco central de Angola deu um aval ao Banco Espírito Santo Angola,
BESA, num valor que poderá chegar aos 4 mil milhões. Porquê? Onde foi parar
esse dinheiro? Desapareceu simplesmente numa economia que continua a crescer?
Demasiadas dúvidas que estão longe de ser respondidas.
E o Banco de Portugal o que tem a dizer disto tudo? Acredito
que Carlos Costa não está parado, mas os sinais de que algo não está bem já são
por demais evidentes e justificam uma garantia de que o regulador está a fazer
o seu trabalho."
O grupo está sob investigação das autoridades do Luxemburgo mas Salgado frisa
que "houve uma negligência grave. Dolo acho que não".
"Foi uma incompetência, resultado da fragilidade da
estrutura que devia estar na ESI apta para ter tudo bem controladinho e que não
estava controlado". "Eu assumo que também sou responsável",
conclui.
Salgado reconhece ainda que houve problemas na gestão do BES
Angola (BESA) liderado por Álvaro Sobrinho. Fonte
Ultima hora... 22/05/2014 - 09:38 (actualizado às 20:36)
Família perde controlo do banco e Ricardo Salgado deve
entregar gestão executiva a independentes até final de Junho.
"...As contas são fáceis de fazer. A Espírito Santo Financial
Group é obrigada a fazer uma provisão de 700 milhões de euros depois de uma
auditoria externa da KPMG feita a pedido do Banco de Portugal. O BES está a
fazer um aumento de capital de 1045 milhões e a holding Rio Forte, dos negócios
não financeiros do grupo, vai ter um aumento de capital de mil milhões de
euros, como revelou esta semana o presidente-executivo, Ricardo Salgado. Tudo
somado são 2745 milhões de euros, que o grupo terá de ir captar ao mercado
nacional e internacional no mais curto prazo de tempo para evitar males
maiores, incluindo ter de recorrer ao fundo de capitalização da banca, no valor
de 12 mil milhões de euros, que a troika impôs ao governo português no
Memorando de entendimento assinado em Maio de 2011. Deste fundo restam cerca de
6 milhões depois de o BCP, o BPI e o Banif terem recorrido aos apoios do
Estado, que a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, admite usar para
reforçar a almofada financeira do Estado para este período pós-troika." Fonte, Aqui!
BCE LANÇA AVISO SÉRIO As mudanças tornam-se
ainda mais urgentes porque o BES é um dos bancos que vão ser sujeitos aos
testes de stress do Banco Central Europeu. Ainda ontem, a responsável do BCE Sabine Lautenschläger avisou que os novos exames à banca europeia "têm de
ser um êxito" para recuperar a confiança de mercados, investidores e
clientes, e por isso serão mais exaustivos que todos os realizados
anteriormente.
E o Banco de Portugal calado como sempre, está numa "Inércia" total à espera que a bomba relógio rebente... só quando rebentar a bomba é que depois vem apagar o fogo com gasolina e com o dinheiro dos contribuinte, como aconteceu com o BPN e o BPP... Lamentável!
É urgente uma investigação aprofundada, tanto pelo Banco de Portugal como pela CMVM e mesmo a PJ (policia judiciaria), em se inteirarem profundamente dos problemas do Banco BES. É inadmissível e intolerável que os Portugueses venham mais uma vez a suportar prejuízos dos Banqueiros como aconteceu com o BPN e o BPP.
Basta de "Inércia", e os Portugueses pagarem pelos erros dos outros!!!