«Este blog não respeita o acordo ortográfico (AO90), por ser um atentado inaceitável à língua de Camões e de todos os Portugueses! E você, vai fazer parte deste atentado à língua Portuguesa, escrevendo segundo a aberração do AO90?»
“A Inércia” de um povo;
"Um dos males de um país é a inércia dos cidadãos e a incapacidade da sociedade civil para se afirmar e ser um contra-poder às instituições".
Vergonhoso! Há escravatura laboral em Portugal com estrangeiros... Nos dias de hoje é lamentável, intolerável que seja permitido este tipo de abuso humano, por falta de inspectores do SEF, para controlar as máfias que angariam imigrantes provenientes de países onde existe uma pobreza extrema.
Imigrantes que vêem para Portugal em busca de algum alivio financeiro e, são apanhados por máfias com a cumplicidade de quem os contrata, nas "grandes herdades" do Alentejo e outras... Vivendo em condições miseráveis, sub-humanas... Mas, desengane-se aquele que pensa que isto só acontece em Portugal. Existe escravatura laboral em vários países da União Europeia, com o conhecimento desta... Afinal para onde foram os milhares de imigrantes que têm entrado na U.E., inclusivé as crianças? Pois é...
Fonte RTP: "Os números oficiais são "ridículos". É desta forma que os inspectores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) avaliam os dados sobre o tráfico de seres humanos em Portugal.
Em 2017, por exemplo, foram instaurados 20 processos, mas o sindicato dos inspectores do SEF garante, no Diário de Notícias desta quinta-feira, que muitos casos de estrangeiros vítimas de exploração laboral continuam escondidos, em especial no interior do país, e que a situação, como conta a jornalista Rosa Azevedo, está fora de controlo.
O tráfico de seres humanos parece uma realidade escondida em Portugal. Os inspectores do SEF pedem mais meios para fiscalizar." Fonte, aqui e aqui!
O acordo TPP já foi! Agora falta o TTIP, CETA e o NAFTA. Trump vai provocar uma desordem total nos acordos económicos mundiais... É o fim da "Globalização Escravizadora", como estava concebida!
Trump, começa a mexer com interesses económicos instalados, das gigantes multinacionais. Veremos até onde consegue ir... Trump vai provocar um duro Golpe na Globalização provocadora de desigualdades e escravização.
Imaginem se Trump decidir aplicar taxas ao produtos das multinacionais dos EUA que estão instaladas na China e assim obriga-las a regressar aos EUA? O que irá acontecer à China?
Trump começa a desmantelar a ordem comercial global
Presidente dos EUA rompeu a parceria com os países da Ásia e do Pacífico (TPP) e anunciou intenção de renegociar o tratado assinado por Bill Clinton com o México e o Canadá (NAFTA).
Crianças Sírias Escravizadas na Turquia para Grandes Marcas de Roupa
É vergonhoso demais... Crianças Sírias escravizadas à entrada da Europa!
Crianças que fogem aos horrores da guerra Síria, são escravizadas pela Turquia e por grandes marcas internacionais. Aquele país, a quem a União Europeia deu 6 mil milhões de euros, para estancar os refugiados e não os deixar passar para a Europa. A União Europeia é responsável por este problema, que, com as suas políticas de refugiados acabou por ser parte deste problema!
Mas, os cidadãos Europeus e dos países mais ricos, também acabam por ser responsáveis indirectamente, por comprarem as roupas ou sapatos das grandes marcas que exploram crianças na Turquia. Entre elas estão: Marks & Spencer, Asos, Zara e Mango, H&M e a britânica Next. É isto a que muitos chamam de Globalização...!
Quando você comprar estas marcas, tenha noção de que está a compara roupa confeccionada por crianças escravizadas algures num país europeu ou na Turquia!
Investigação do programa “Panorama” da BBC denuncia que refugiados menores foram encontrados a trabalhar por menos de uma libra à hora em fábricas de roupa da Marks & Spencer, Asos, Zara e Mango
Umainvestigação secreta da BBC na Turquiaapurou que há crianças da Síria a serem escravizadas em fábricas que produzem roupa para marcas como a Marks & Spencer e a Asos. Os jornalistas do programa "Panorama" descobriram ainda refugiados adultos a trabalharem ilegalmente na produção de calças de ganga para a Zara e a Mango.
Todas as marcas envolvidas dizem que levam a cabo inspecções regulares nas suas redes de fornecimento e que não toleram a exploração de refugiados ou de crianças. Ao canal britânico, a Marks & Spencer garante que, em inspecções recentes, não detectou um único refugiado sírio a trabalhar na sua cadeia de fornecedores na Turquia.
As informações contradizem a investigação conduzida pelo programa "Panorama", cujo episódio será transmitido esta segunda-feira à noite, durante a qual crianças sírias fugidas da guerra foram encontradas a trabalhar por menos de uma libra (1,12 euros)à hora, bem abaixo do salário mínimo estipulado na Turquia. De acordo com a BBC, as crianças foram abordadas na rua por um intermediário que lhes ofereceu dinheiro para trabalharem nas redes de fornecimento destas marcas.
Em entrevista aos jornalistas do "Panorama", uma das crianças denuncia as condições deploráveis de trabalho para os refugiados, dizendo que "se alguma coisa acontece a um sírio, eles deitam-no fora como a um bocado de tecido". Um rapaz de 15 anos, o mais jovem encontrado nesta investigação do "Panorama" a trabalhar nestas condições na Turquia, diz que trabalha mais de 12 horas por diaa passar roupa a ferro antes de os produtos serem enviados para o Reino Unido.
Um porta-voz da Marks & Spencer disse à BBC que leva esta investigação "muito a sério" e que considera as alegações "inaceitáveis" para os padrões da marca, oferecendo-se para garantir contratos de trabalho permanente a todos os sírios que forem encontrados a trabalhar sob exploração.
"O comércio ético é fundamental para a M&S, todos os nossos fornecedores estão contratualmente obrigados a respeitar os nossos princípios globais de abastecimento, que dizem respeito ao que é esperado [das fábricas] e que lhes exigem o bom tratamento dos trabalhadores. Não toleramos tais violações destes princípios e faremos todos os possíveis para garantir que isto não volta a acontecer", responde a marca em comunicado.
A Asos também já reagiu e diz que vai garantir apoio financeiro às crianças entrevistadas para que possam regressar à escola, e que irá pagar salários justos aos refugiados adultos até que encontrem trabalho legal na Turquia. "Implementámos estes programas de remediação, apesar de a fábrica não ter qualquer ligação à Asos", refere um porta-voz da marca britânica num email enviado à BBC.
Críticos consultados pelo canal dizem que estas empresas não estão a fazer o suficiente para combater os problemas denunciados pelo "Panorama". "Eles têm responsabilidade de monitorizar e apurar onde é que as suas roupas são feitas e sob que condições é que estão a ser produzidas", diz Danielle McMullan, do Business & Human Rights Resource Centre. "Não é suficiente dizerem que não sabiam e que por isso não têm culpa."
Muitas das roupas comercializadas na Europa são actualmente produzidas na Turquia pela sua proximidade geográfica, que permite às cadeias de distribuição e venda a retalho maior rapidez na comercialização das últimas colecções. Isto apesar de as condições de trabalho nas fábricas turcas serem diminutas ou inexistentes, em particular perante o aumento das denúncias de maus tratos e exploração de refugiados, numa altura em que a Turquia já acolheu mais de três milhões de sírios.
A maioria dos refugiados no país não tem licença de trabalho e muitos estão empregados ilegalmente na indústria do vestuário. Durante a investigação da BBC, o jornalista Darragh MacIntyre falou com dezenas de sírios que sentem que estão a ser explorados. "Eles falam de salários miseráveis e terríveis condições de trabalho", refere o repórter. "Sabem que estão a ser explorados mas não podem fazer nada quanto a isso."
Numa pequena fábrica clandestina em Istambul, uma das várias que a equipa do programa visitou com câmaras ocultas, foram encontradas dezenas de crianças sírias a trabalhar e etiquetas da Asos nas instalações. A marca de venda a retalho online assume que algumas das roupas que vende são produzidas no local, mas refere que não é uma fábrica aprovada. Desde a transmissão do programa, a empresa enviou inspectores ao local e descobriu 11 adultos sírios e três crianças com menos de 16 anos a trabalhar no local.
No decorrer da investigação, a equipa da BBC apurou ainda que há refugiados sírios a trabalhar mais de 12 horas por dia numa fábrica de tratamento de jeans para a Mango e a Zara, num processo que envolve químicos perigosos para tingir as calças de ganga, sem que os trabalhadores tenham acesso sequer a máscaras básicas de protecção.
A Mango diz que a fábrica foi subcontratada por um dos fornecedores da marca, sem o seu conhecimento ou consentimento, tendo enviado inspectores ao loca, que não descobriram quaisquer trabalhadores sírios e que, no geral, detectaram "boas condições de trabalho".
A Inditex, detentora da marca Zara, diz que as suas inspecções às fábricas turcas são "altamente eficazes para monitorizar e melhorar as condições". A empresa aponta em comunicado que, na sua última auditoria à fábrica em questão, em Junho, foram detectadas violações das regras em vigor, e que foi estipulado um prazo até Dezembro para que os detentores da oficina implementem as medidas necessárias para melhorar as condições de trabalho.
No início de Fevereiro, a organização sem fins lucrativos Business and Human Rights Resource Centre, que monitoriza a responsabilidade social de empresas a operar na União Europeia, tinha denunciado haver crianças refugiadas a trabalhar sob exploração em fábricas da sueca H&M e da britânica Next na Turquia.
Muitos ainda não acreditam... Mas, vai ser uma realidade num futuro muito próximo!
Eles (robots), não precisam de comer nem beber, nem pausas para descansar, eles vão trabalhar 24h sobre 24h sem ficarem doentes e, não vão tirar férias nem ter filhos ou os familiares doentes, para tirarem dispensa no trabalho; ao contrário dos humanos. Humanos que estão condenados e vão ficar sem muitos dos seus empregos à conta dos robôs; porque o capitalismo não se importa com as pessoas... Veja-se o caso mais a baixo, da Adidas.
No futuro milhões vão ficar sem rendimentos para se sustentar e às suas famílias; a menos que os governos imponham regras bastante rígidas às empresas e impostos às mesmas, para contribuir financeiramente para sustentar quem ficar sem empregos. Ou, no futuro vai mesmo haver guerra entre máquinas e humanos! Devem-mo-nos preocupar (clique)? Sim devemos e, bastante!
Ou, simplesmente as pessoas deixam de comprar produtos fabricados por robôs... Afinal de contas quem manda é os consumidores!
A ficção cientifica é cada vez mais uma realidade... E, as sociedades ainda não perceberam o que ai vem. Vai ser dramático!
"Marca alemã quer aproximar-se dos clientes europeus e norte-americanos com produtos mais personalizados.
A Adidas vai começar a ter fábricas robotizadas a partir do próximo ano. A empresa alemã de calçado vai abrir uma unidade em Atlanta, nos Estados Unidos, que vai apostar na automatização e na digitalização de processos." fonte
O futuro antevê-se dramático para as sociedades, veja os vídeos!
Não sabes o que é o TTIP? Já te perguntaste porque os nossos meios de Comunicação Social fazem deste "acordo" um caso tabu? Informa-te e luta pelos teus direitos, não deixes que os outros arruínem o teu futuro e o dos teus filhos. Vê o vídeo mais abaixo!
Na altura de votar, vota em partidos que rejeitem totalmente este tipo de "acordos ocultos" e cozinhados nas costas dos cidadãos Portugueses e Europeus.
Diz não à Inércia! Diz não ao TTIP! O tratado da escravatura moderna, entre a União Europeia e os Estados Unidos, onde as multinacionais são escandalosamente favorecidas e os cidadãos, os trabalhadores, são esmagados, escravizados (clique!), nos seus direitos laborais e outros.
Diz basta! Não permitas que o teu futuro e o dos teus filhos fique comprometido. Fica alerta e pesquisa na Internet sobre o TTIP (Tratado Transatlântico), sobre o quanto ele é desastroso para a "instituição familiar", para os filhos, para os netos, para os mais velhos e para os mais novos; em suma, para todos. Ao votares, rejeita os partidos que apoiem estas políticas criminosas.
O "Brexit Inglês", em parte é já uma contestação popular contra o que ai vem, contra a aniquilação de empregos e contra a perda de soberania dos países dentro da U.E., continuar na União Europeia é um erro gigantesco!
Esse poderia ser o resumo das consequências que os tratados transatlânticos de livre comércio que a UE está a negociar com os EUA e Canadá - os denominados TTIP e CETA- vão trazer mais desigualdades e miséria para as classes populares. Há alguns acordos que não se discutem em nenhum parlamento e cujas negociações são secretas. Por isso, a CIG tem em marcha uma campanha que, numa primeira fase, pretende divulgar o conteúdo dos tratados, à escassa informação que existe sobre eles e a ocultação por parte dos grandes meios de comunicação, de tão grave que é o ataque aos nossos direitos.
De uma forma simples e acessível a todos, é-nos explicado o que é o Tratado Transatlântico e suas implicações na vida dos cidadãos Europeus.
Desenhos animados contra o TTIP traduzidos do original de AtxE (CC- BY-NC- ND) atxe.es
O TTIP é um atentado à DEMOCRACIA!
“Entre um governo que faz o mal e o povo que o consente, há uma certa cumplicidade vergonhosa.” Victor Hugo
“Um povo ignorante é o instrumento cego da sua própria destruição” Simón Bolívar
Vivemos num Mundo cada vez mais desumano, onde uma ELITE MAFIOSA sem escrúpulos, vive à custa da miséria humana...
Estes são os novos escravos do século XXI, em países que promovem o capitalismo selvagem, com os lucros gigantescos à custa do trabalho escravo. Lucros a serem depositados em offshores para não pagarem impostos e, ainda têm a lata e o desplante de afirmarem que são uma "democracia", talvez sejam uma democracia de ladrões (Cleptocracia)... onde quem roubar pouco é preso. Mas, quem roubar muito é idolatrado e com tal, não é preso.
Para os que andam distraídos, isto é só o início do que ai vem... Basta o povo/sociedades baixarem a guarda e não lutarem pelos seus direitos e, logo verão como serão escravizados, um pouco pelo mundo inteiro, inclusivé na Europa. Com a assinatura do TTIP (Tratado Transatlântico, entre a Europa e os USA), será o carimbar da certidão de óbito das sociedades, a favor da escravatura colectiva Europeia.
Olhem para França (cliquem!)e, perguntem-se porque é que os franceses estão a parar França totalmente? Está em causa uma alteração à Lei que abre as postas à precariedade e escravatura humana. Informem-se!
Mas, em muitos locais do Mundo, hoje, isso já é uma verdade incontornável. As multinacionais só querem lucro, são havidas pela geração de riqueza, não se importando com os direitos mais básicos dos seus trabalhadores, tais como ir à casa de banho fazer as suas necessidades humanas (obrigam-nos a usar fralda!). Vejam o que se segue:
"(...)Os trabalhadores dos aviários nos Estados Unidos são rotineiramente privados de pausas para ir à casa de banho ao ponto de serem forçados a usar fraldas na linha de produção, denuncia um estudo da organização britânica Oxfam.
"Os trabalhadores lutam para se adaptar a essa negação de uma necessidade humana básica. Urinam e defecam enquanto se encontram na linha de produção, usando fraldas para trabalhar", refere o relatório divulgado pela filial da organização não-governamental (ONG) Oxfam nos Estados Unidos.
"Enquanto a indústria aviária goza hoje de lucros recordes (...), a realidade da vida no interior das fábricas de processamento permanece penosa e perigosa", sustenta a Oxfam, falando dos "baixos salários", de "elevadas taxas de lesões e doenças" e das "difíceis condições de trabalho" dos funcionários, que "têm pouca voz".Fonte, aqui!
"(...) A montadora japonesa Nissan vem sendo acusada pela United Auto Works Union(UAW), sindicato dos trabalhadores da cadeia automotiva e maior entidade sindical dos EUA, de obrigar funcionárias da fábrica situada no município de Canton,Mississipi, a usar fralda geriátrica.
Colaboradoras da fábrica relatam que foram orientadas pela chefia a usar fraldas, embora tenha havido resistência por parte delas. O motivo: acabar com pausas e interrupções com idas ao banheiro."Fonte, aqui!
Para dar mais velocidade à linha produtiva, multinacionais de diferentes ramos obrigam seus funcionários a usar fralda geriátrica, proibindo-os de ir ao banheiro. Em pleno século XXI, casos como esses seguem-se repetindo, vergonhosamente. (clique!)
É imperioso os cidadãos lutarem contra qualquer tipo de escravidão imposta pelas MULTINACIONAIS, em qualquer lugar no Mundo.
O consumidor é o principal culpado! Comprando o mais barato, vai obrigar a que alguém seja escravizado. Seja responsável, compre o que é Nacional. Não compre produtos de origem escrava!
Em alguns países Europeus começa a haver manifestações em larga escala contra o TTIP. Porque é que em Portugal não há?
Em portugal os nossos meios de Comunicação Social fazem questão de esconder da opinião pública as implicações deste tratado, é vergonhoso não haver informação/debates relevantes à cerca de coisa tão importante para a vida das pessoas, se vier a ser aprovado. Quanto aos nossos políticos, é a mesma vergonha de sempre!
Com a Alemanha à cabeça, a Sr. Merkel quer destruir o que ainda resta da (des)União europeia... não conseguiu vencer a II guerra mundial, mas, já está a preparar a terceira. Agora pela via económica!
"Dezenas de milhares de pessoas protestaram no sábado passado em Hannover, no norte da Alemanha, contra o Acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento (TTIP), que se destina a impulsionar as relações comerciais entre a União Europeia e os Estados Unidos.
A manifestação visou também o Acordo Integral de Economia e Comércio (Ceta), entre a Europa e o Canadá. Os críticos temem que os tratados possam dar demasiado poder às multinacionais, à custa dos consumidores e trabalhadores."Fonte, aqui!
Os Bilderberg estão a pôr em risco as democracias Mundiais!
“Parece o argumento de um filme mas trata-se de algo real: o clube Bilderberg, que se reúne há 61 anos, congrega as individualidades mais poderosas do mundo e aqueles que um dia serão altos dirigentes”, afirma a TVI numa reportagem sobre o livro O Clube Secreto dos Poderosos, da jornalista Cristina Martín Jiménez. Esta sevilhana explica que os membros do Bilderberg “têm o poder como ideologia” e implementam “planos secretos para governar o mundo inteiro, destruindo gradualmente as soberanias nacionais e tirando aos países a capacidade de decidir. Desde o 25 de Abril que os portugueses estão muito alheados do que realmente se passa e muito dependentes dos políticos, que promovem certas pessoas e outras não. A crise terá sido fabricada entre quatro paredes para dar mais poder a quem já o tem.”
“José Sócrates foi ao Bilderberg um mês antes de ser líder do PS e um ano depois ganha as eleições legislativas. Quando eles vêem que alguém se pode destacar chamam-no e, se passar no teste, terá todo o apoio de Bilderberg”, garante Cristina Jiménez, recordando que António Costa é também – tal como Sócrates – outro servo das elites políticas, tendo ingressado no Bilderberg em 2008.
10 mil Crianças Refugiadas Desaparecem na Europa sem Deixar Rasto
O desastre Europeu está ai, o fantasma das trevas está de novo a assombrar a Europa... 10 mil crianças refugiadas estão desaparecidas, a Europol lança o alerta. Entraram na Europa mas, agora ninguém sabe onde estão, há suspeitas de terem caído em redes criminosas de tráfico humano.
A Europa está a auto-destruir-se, a União Europeia está a colapsar, o espaço Schengen é cada vez mais uma utopia, os governos dos países que integram a união vivem numa "inércia" assustadora ao lidar com os graves problemas que a Europa enfrenta, os grupos xenófobos alastram um pouco por toda a Europa, incluindo na Alemanha.
É uma vergonha, assistir à "desunião" cada vez mais presente no seio da União Europeia, as politicas de emigração referentes aos refugiados estão a tornar-se um autêntico desastre Europeu, com consequências que poderão ser devastadoras no futuro da Europa. A União Europeia é neste momento um desastre!
Como é possível tais acontecimentos se passarem na Europa do século XXI?
"As crianças desapareceram depois de serem registadas nos países de chegada ou asilo. "Não é razoável dizer que estamos a procurar mais de dez mil crianças. Simplesmente não sabemos onde estão, o que estão a fazer ou com quem estão", disse o chefe de gabinete da Europol.
Com a vaga de refugiados que tem chegado à Europa vêm também crianças sozinhas.
O Director do Serviço Europeu de Polícia disse ao jornal britânicoThe Guardian que, só em Itália, desapareceram 5 mil crianças e na Suécia outras mil. Fonte, aqui!
A agência de coordenação policial lamenta o desenvolvimento de uma estrutura criminosa pan-europeia, que está a aproveitar-se da pior crise migratória do pós II Guerra Mundial.
Quem o diz ao Observer/The Guardian é Brian Donald, da Europol, que explica que estes números se referem às crianças que foram registadas pelas autoridades europeias e depois desapareceram. fonte
A Quarta Revolução Industrial vem ai, com Despedimentos em Massa
A escravatura Global está a ser orquestrada e decidida no fórum em Davos, muitos serão escravizados e muitos milhões de pessoas irão perder o seu emprego até 2020.
Antevejo muitos tumultos na Europa e no resto do Mundo... a ganância dos mais ricos não pára, e irá conduzir o Mundo para uma catástrofe social sem precedentes, com consequências nefastas para a paz mundial. Guerras iram rebentar, com as desigualdades abismais entre países e com o esmagamento das sociedades, em termos económicos.
A "inércia" das sociedades está a permitir que meia dúzia de "pulhíticos" destruam o seu futuro nos próximos anos. Os governos são uns fantoches nas mãos das elites que detêm toda a riqueza mundial, a soberania dos países mais pobres está em causa na União Europeia e em muitos lugares no mundo. Para onde caminhamos?
"As tecnologias estão a modificar a forma como vivemos, trabalhamos ou consumimos. A questão está em debate no Fórum em Davos.
Segundo um estudo do Fórum Económico Mundial, a “Quarta Revolução Industrial” poderá implicar a perda de cinco milhões de empregos nas principais economias nos próximos cinco anos.
Mudanças que são rápidas e que assustam, como refere CP Gurnani, director e presidente executivo de Tech Mahindra: “Estou assustado porque é tudo muito rápido. As mudanças são demasiado exponenciais? Somos arquitectos desta revolução? Planeamos as mudanças sociais? Reflectimos sobre as potencialidades do capital humano? Planeamos a segurança?
Com a fusão de tecnologias, da área da da electrónica e da robótica, com o mundo digital, a Quarta Revolução Industrial poderá criar uma gama infinita de novos produtos ou serviços.
Segundo a jornalista Sarah Chappell, “o Fórum Económico Mundial descreveu a quarta revolução industrial como um ‘tsunami’ de progresso tecnológico que vai transformar a economia. Mas qual será o impacto no mercado do trabalho? Os postos de trabalho ocupados por pessoas vão desaparecer à medida que serão substituídas por máquinas”.
Teme-se um aumento das desigualdades e do desemprego.
Philip Jennings, secretário-geral da UNI Global Union, confederação de sindicatos do sector dos serviços, adianta: “Temos quase 200 milhões de pessoas desempregadas. Metade da força laboral sobrevive com um par de dólares por dia e com empregos precários. Se a isto juntarmos a revolução digital em curso e o impacto laboral, todas as estatísticas são alarmantes”. Confirme, aqui!
Os desafios económicos parecem multiplicar-se e 2016 adivinha-se como mais um ano de turbulência. Daí que o Fórum de Davos tenha suscitado uma atenção muito particular, sobretudo com o debate da chamada "Quarta Revolução Industrial", suscetível de provocar "o desaparecimento de milhões de empregos"
É escandaloso demais... chega mesmo a sercriminoso, que 1% da população mundial tenha mais do que os restantes 99%. É um crime, quando há milhões de pessoas a passar fome no mundo e, muitos destes a morrer de fome.
É esta a face do capitalismo selvagem sem face, sem moral, sem humanidade alguma. Os números são obscenos demais e, os governantes mundiais, dos países mais ricos, são cúmplices e os principais culpados desta pouca vergonha, porque permitem esta situação, continuam a taxar os pobres enquanto os multimilionários na maioria das vezes fogem aos impostos para paraísos fiscais ou pagam taxas irrisórias sobre os seus rendimentos/capitais.
O capitalismo é uma máquina imunda, de fabricar pobres aos milhões.
"O fosso entre a franja dos mais ricos e o resto da população aumentou de forma dramática nos últimos doze meses", aponta o relatório "Uma economia a serviço de 1%".
"No ano passado, a Oxfam estimava que isso acontecesse em 2016. No entanto, aconteceu em 2015: um ano antes", sublinha. fonte
Muitos dirão que é mentira, que são teorias da conspiração, mas, muitos outros dirão que já está a acontecer no momento, porque já sofrem na pele os efeitos do plano diabólico traçado pelas elites mundiais do alto capital e que se movimentam na obscuridade (já escolhem governos), ocultas, que planeiam e governam o mundo, como os Bilderberg (perguntem-se porque a Russia não entrou no jogo?).
Basta observar com atenção, e ver o que está a acontecer já hoje: milhões de pessoas desempregadas, escravatura, austeridade que mata, fome, guerras regionais em andamento que provocam deslocações em massa de milhões de pessoas, alterações climáticas que vão agravar o problema da fome e das deslocações em massa... junta-se a isto tudo a falta de segurança, propositada em vários países, como no 11 de Setembro (US) e mais recentemente em França. É assim que se tiram as liberdades às sociadades e se permite à extrema direita erguer-se das cinzas e voltar a subjugar o mundo. E tudo em nome do mercado mundial, de um governo mundial, etc, etc,. Mas, o que está em causa é muito vasto e tenebroso para toda a humanidade!
É hora de acordar, de se informar pelos seus próprios meios, de não se deixar manipular pelos media controlados pelas elites capitalistas, que transformam as sociedades em enormes massas de zombies controlados mentalmente.
Diga não à inércia, informe-se em vários meios de informação e não em só um, nas redes sociais onde a informação não poder ser controlada, ainda... rejeite tudo o que não conhece em profundidade vindo das elites capitalistas, não entre no jogo deles. Para ter uma ideia, veja os vídeos a baixo!
"A Nova Ordem Mundial emergirá do caos"
"Estamos diante da oportunidade para uma transformação global. Tudo o que precisamos é a grande crise certa para as nações não apenas aceitarem a Nova Ordem Mundial, mas implorarem por ela." David Rockefeller
Discovery Channel - Arquivos Confidenciais - Ep. 04 - Nova Ordem Mundial (Full HD)
TTIP; Tratado de Escravatura Global, entre os EUA e a Europa
Estranhamente (ou não) em Portugal os meios de Comunicação Social Portuguesa sofrem de uma estranha "inércia" e brutal surdina em relação a este tema. Não têm dado a mínima importância a este tratado (TTIP); que anda a ser cozinhado nas costas de todos os cidadãos Europeus. Um tratado que entre outras brutalidades, a sua principal afronta ao cidadão é a promoção da escravatura laboral em larga escala.
Será também um enorme atentado às Democracias e soberanias dos países!
Negociações
secretas e vazamento de informações...
As negociações
continuaram secretas mesmo depois de um primeiro rascunho ter vazado para a
imprensa.
"Fica aqui alguns capítulos desse pré-acordo lesivo, quer para os Estados quer para os cidadãos".
O capítulo II,
artigos 3° a 18, contém princípios gerais para o investimento. O artigo 14º
contém regras propostas que proíbem os governos de, directa ou indirectamente,
"nacionalizar, desapropriar", a menos que seja para uma finalidade
pública, observado o devido processo legal, em uma base não-discriminatória e
mediante compensação
O capítulo
IV, artigos 24 a 28, permitiria a livre
circulação, por todos os países signatários do acordo, de gerentes e outros
funcionários de uma empresa, para fins
de trabalho temporário. [8] No entanto, o artigo 1 (2) deixa claro que a livre
circulação de trabalhadores e cidadãos em geral não seria mais permitida. Continue lendo aqui!
Actualmente há
vários tratados em negociação, entre eles – TTIP, CETA, TPP, TISA (1) – que
oficialmente, visam liberalizar o comércio e o investimento em vastas zonas do
globo, mas, na verdade, o principal objectivo é construir e legitimar um novo
paradigma de poder corporativo das grandes empresas sobre os estados-nação.
Enquanto o CETA abrange a UE e o Canadá, o TTIP engloba a UE e os EUA. Ambos os
tratados propõem o ISDS para resolver conflitos entre o estado e as grandes
empresas. Este mecanismo recorre a tribunais privados – os tribunais arbitrais
– e permite às empresas processar o estado e exigir pesadas indemnizações, na
sequência da mudança de políticas que considerem ameaçar a sua expectativa de
lucros. No entanto não permite que o estado processe as empresas que lesem o
ambiente ou o bem-estar das populações. No TTIP e no CETA a cláusula da
soberania corporativa permite que o ISDS vigore durante 3 anos após a eventual
rejeição do tratado pelos parlamentos, protegendo os investimentos feitos nesse
período e mesmo anteriormente.
Para além da
redução das tarifas alfandegárias, já pouco significativas, o TTIP visa
sobretudo a harmonização das barreiras regulatórias pois são elas que, sendo
muito diferentes nos dois lados do atlântico, restringem a livre circulação de
bens e serviços.
Este processo
poderia constituir uma oportunidade para aumentar o grau de exigência na
protecção dos consumidores através de um nivelamento por cima. Mas, ao invés,
foi transformada na oportunidade para aumentar as expectativas de lucro ao
optar por operar o nivelamento por baixo através da exacerbação da
concorrência.
A redução dos
padrões de qualidade que ignoram o princípio da precaução, ainda em vigor na
UE, a tónica na privatização dos serviços públicos, dos bens naturais comuns
(água, sementes, biodiversidade), a redução dos salários e dos direitos dos
trabalhadores, a desregulamentação do mercado financeiro, a limitação da
liberdade de expressão e a não protecção de dados na Internet, bem como a
redução das normas de protecção ambiental, de segurança e de soberania
alimentar são algumas das consequências previsíveis. Para além disso, sendo o
tecido empresarial europeu, constituído maioritariamente por PMEs, será
fortemente depauperado pela concorrência com as grandes empresas americanas,
agora em pé de igualdade. Entretanto, os benefícios económicos proclamados são
marginais para a sociedade em geral, mesmo no melhor cenário hipotético.
Ao longo das
negociações a Comissão Europeia (CE) auscultou sobretudo os representantes dos
grupos económicos e financeiros de ambos os lados do Atlântico e, apenas 9% das
reuniões envolveu grupos de interesse público. De realçar que no último
inquérito à opinião pública, o mais participado de sempre e que não foi
divulgado em Portugal, a CE decidiu não levar em conta a esmagadora maioria das
opiniões dos cidadãos que se pronunciaram contra o ISDS.
O TTIP tem
sido negociado em segredo e os próprios deputados europeus só com grandes
restrições têm acesso a alguns dos textos em negociação. No entanto, o texto
final do tratado será votado na íntegra pelo PE, sem possibilidade de
alterações. A desregulamentação, ligada à harmonização das barreiras
regulatórias, juntamente com o ISDS e as Comissões Regulatórias eliminam os
mecanismos capazes de manter os equilíbrios entre o poder económico-financeiro
e os interesses das populações e preconiza a destruição da própria democracia.
Em Outubro de
2014 um grupo de cidadãos alemães propôs a criação de uma Iniciativa de
Cidadania Europeia (ICE) contra o TTIP e o CETA, a qual foi recusada pela CE.
Na sequência desta recusa mais de 500 organizações europeias estão actualmente
a promover uma ICE auto-organizada que já reuniu mais de 2,5 milhões de
assinaturas. (Fonte, aqui!)
Milhares de pessoas juntaram-se, este sábado, em Berlim, para protestar contra, entre outras coisas, a Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento, TTIP, que a União Europeia está a negociar com os Estados Unidos. A próxima ronda negocial está agendada para o final de outubro, em Miami.
A última fuga
de informação sobre as negociações do TTIP que fez manchetes em Julho, levou a
C. Europeia a tornar públicos os relatórios sobre as rondas negociais, uma vez
que até aí eram apenas distribuídos aos Estados- Membros (EM).
Segundo as
fontes, a decisão seguiu-se a uma azeda troca de argumentos entre os políticos
alemães, incluindo membros do Bundestag, o vice-chanceler Sigmar Gabriel e a
Comissária Cecilia Malmström.
Em reacção a
fugas de informação que abrangiam vários relatórios sobre as negociações, bem
como outros documentos classificados, a Comissão decidiu providenciar o acesso
dos EM ao último relatório da 10ª ronda (13-17/Julho) apenas na segurança da
“sala de leitura” de Bruxelas.
Em
consequência, e devido ao específico sistema de distribuição dos documentos
classificados usado pela administração alemã, os membros do Bundestag ficaram
sem acesso ao relatório. Isto obrigou o presidente do parlamento Norbert
Lammert a emitir uma queixa contra o que considerava ser uma nova medida
restritiva no acesso a documentos do TTIP.
Em declaração
separada, Sigmar Gabriel pediu à Comissão para restabelecer o acesso dos
governos europeus aos relatórios electrónicos das rondas negociais.
No seu blog de
21/Agosto, Malmström acentuou que “não há nenhumas restrições gerais novas” e
descreveu o problema como sendo apenas uma medida temporária para prevenir
futuras fugas de informação e assegurar “um mínimo de confidencialidade
relativamente a documentos sobre as discussões internas e as deliberações
tácitas”.
No sentido de
evitar futuros desentendimentos, a Comissão irá publicar os relatórios
detalhados sobre as negociações apenas no seu website, declarou Malmström.
Justificou-se lembrando que uma das suas primeiras medidas como comissária foi
a de aprofundar a transparência das negociações sobre o TTIP. “A partilha da
informação com os governos nacionais e os deputados é a chave para assegurar o
escrutínio democrático das negociações e dos debates informados baseados em
factos”, disse Malmström.
Aludindo aos comentários
de Gabriel, acrescentou que os negociadores precisam de “algum espaço de
manobra para o debate interno”.
A Comissão tem
sido severamente criticada devido á sua política de comunicação sobre as
negociações em curso. Muitos políticos e membros da sociedade civil acusam-na
de ocultar a maior parte da informação face ao público.
Num artigo
para o Guardian, o deputado de Os Verdes Sven Giegold acusou Malmström, dizendo
que a sua alegada transparência não passa de uma cortina de fumo. Acrescentou
que a maioria dos deputados está tão às escuras como o cidadão comum sobre os
detalhes das negociações. Sublinhou ainda que os mais importantes documentos
sobre a essência das exigências americanas continuam a ser mantidos secretos.