«Este blog não respeita o acordo ortográfico (AO90), por ser um atentado inaceitável à língua de Camões e de todos os Portugueses! E você, vai fazer parte deste atentado à língua Portuguesa, escrevendo segundo a aberração do AO90?»
“A Inércia” de um povo;
"Um dos males de um país é a inércia dos cidadãos e a incapacidade da sociedade civil para se afirmar e ser um contra-poder às instituições".
O sistema político como o conhecemos hoje, começa a dar sinais de cansaço e é preciso mudanças urgentes. Há uma falsa Democracia a governar um pouco por toda a Europa...
As Sociedades começam a estar fartas de tanta CORRUPÇÃO e da ausência de verdadeiras políticas para o povo e, querem mudanças na política de seus países... A Islândia mais uma vez dá o exemplo de uma verdadeira Democracia participativa e madura.
"Na Islândia, por entre chuva e ventos fortes têm lugar eleições parlamentares antecipadas após a renúncia do primeiro-ministro Gunnlaugsson, ligado ao escândalo dos paraísos fiscais, os Papéis do Panamá."
Mais de 230 mil islandeses votam este sábado numas eleições legislativas antecipadas, depois do primeiro-ministro liberal Sigmundur Davíð Gunnlaugsson, do Partido Progressista (Framsóknarflokkurinn) ter renunciado ao cargo, ao serem conhecidas as suas ligações com o escândalo financeiro conhecido como os Papéis do Panamá. fonte
Assim é, num país onde a Democracia funciona verdadeiramente, porque o povo/sociedade é exigente e não vive na "inércia" constante como em Portugal. A união faz a força!
A Islândia é uma Democracia amadurecida, só comparável à da Suiça, onde o povo é soberano, porque não se deixou vender à União Europeia e assim manda verdadeiramente no seu país. Numa verdadeira Democracia, é necessário ser-se exigente com os políticos e nunca abdicar de participar nessa Democracia!
Este é o país pós crise de 2008 onde o povo exigiu a demissão dos políticos corruptos que levaram o país à falência, mudaram a constituição do país, para que os políticos e banqueiros corruptos fossem presos e julgados pelos crimes cometidos contra o povo e não pagaram as dívidas/DESFALQUES feitas pelos banqueiros CORRUPTOS. Disse não à U.E. e ao Euro e assim o país saiu da crise, o desemprego baixou para 4% e a economia cresce entre 3,5 a 4% ao ano. Este é o milagre Islandês de que o FMI e União Europeia recusam falar, por terem medo que as sociedades Europeias sigam o exemplo Islandês!
Sigmundur David Gunnlaugsson não resistiu à pressão e abandona o cargo de primeiro-ministro da Islândia, depois dos 'Documentos do Panamá' o terem embrulhado em suspeitas.
A Islândia Novamente à Frente, na Democracia Directa
Na Islândia o povo mostra novamente ao mundo o caminho a seguir, desta vez exigem a demissão do Primeiro Ministro Sigmundur Davíð Gunnlaugsson, com ligações ao escândalo do "Panamá Papers". O povo Islandês mostra mais uma vez que a sua Democracia directa está de boa saúde e recomenda-se à Europa.
Dez mil pessoas (segundo o Guardian, entre 8 e 22 mil de acordo com o Le Monde) pegaram na segunda-feira à noite em tambores, tachos, apitos e bananas para enviar uma mensagem bem clara ao chefe do Governo: a Islândia não pode ser uma república das bananas, Gunnlaugsson deve demitir-se.
Já nos países da união Europeia continua-se a ignora o problema enterrando-se a cabeça na areia, é vergonhoso que poucas vozes se tenham feito ouvir, sem levantamentos populares e, a comunicação social continua a ser cúmplice do sistema corrupto Europeu. É escandaloso que fortunas gigantescas fujam ao pagamento de impostos para paraísos fiscais/offshores, enquanto o povo Europeu que vive do seu salário é esmagado com uma brutalidade de impostos.
É escandaloso, vergonhoso, que a União Europeia nada faça de concreto, contra a fuga ao fisco e à corrupção generalizada e disseminada um pouco por toda a U.E. Trata-se se somas "pornográfica-mente gigantescas" que fogem para dezenas de Offshores em todo o mundo, com os grandes BANCOS à cabeça do crime.
“[...] Ele simplesmente perdeu toda a credibilidade”, comentou ao The Guardian Arntho Haldersson, consultor financeiro. “O nosso primeiro-ministro a esconder bens em contas offshore… Depois de tudo o que este país passou, como é que ele poderá querer liderar a recuperação da Islândia depois da crise? Ele tem de sair”.
Segundo informações trazidas pelo Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação – que divulgou no domingo ter tido acesso a mais de 11 milhões de documentos da firma de advogados Mossack Fonseca, com sede no Panamá – Gunnlaugsson chegou a ser proprietário de metade da Wintris, com sede em Tortola, nas Ilhas Virgens Britânicas. Criada em 2007 – um ano antes do colapso do sistema financeiro – a empresa era detida em partes iguais pelo actual primeiro-ministro e pela sua mulher, Anna Sigurlaug Pálsdóttir. (fonte, aqui!)
O primeiro-ministro da Islândia, Sigmundur David Gunnlaugsson, recusa abandonar a chefia do governo depois do seu nome surgir citado no escândalo dos documentos do Panamá.
As suspeitas sobre Gunnlaugsson surgem pelo facto de ele e a esposa terem constituído em 2007 uma sociedade nas ilhas virgens britânicas para gerir a fortuna da mulher e depois ter omitido na declaração de património quando foi eleito em 2009.
A Islândia Mostrou-nos o Caminho... O caminho seguido pela Islândia contra a opressão especulativa e financeira, foi recusado pela U. E. e pelos países em crise, como Portugal, Grécia, Itália, Irlanda e Espanha. As consequências dessa recusa estão hoje à vista de todos... Enquanto a Islândia hoje está totalmente fora da crise, os países que seguiram o caminho da austeridade imposto pela União Europeia e FMI, ainda hoje se debatem com graves problemas estruturais, sociais e económicos.
Com as economias estagnadas e com uma dívida incomportável (muita dela ilegítima), esses países vão continuar num empobrecimento continuo, porque seus governos preferiram salvar os bancos e seus agiotas financeiros, ao invés de terem salvo o seu povo, a sociedade que é a alma de um país, e não os especuladores usurpadores da economia.
Mas, o que é que os Islandeses fizeram para saírem do estado de falência e de ruína total do país?
Os Islandeses saíram do seu estado de conforto, do estado de "inércia" e, decidiram obrigar o governo que faliu o país a demitir-se e tomaram as rédeas do país, mudaram a constituição do país, recusaram salvar os bancos e votaram à esquerda nas eleições que se seguiram. Principalmente, recusaram a receita do FMI e da União Europeia, a austeridade! Cá, os Portugueses, continuam a eleger os que arruinaram o país... Depois de três falências/bancarrotas do país, este povo ingénuo continua a acreditar naqueles que já lhes arruinaram a vida três vezes!!
Islândia saiu da crise porque "não deu ouvidos" à UE e recusou a austeridade! «"O colapso da banca em 2008 arrancou mais de 10% da riqueza da Islândia em apenas dois anos e mais do que duplicou a taxa de desemprego para o nível recorde de 11,9%. No entanto, a Islândia foi um dos países europeus que mais depressa sacudiu a poeira da crise, tendo a economia regressado ao crescimento em 2011. Assente no turismo, nas exportações de peixe e na indústria de alumínio, a economia islandesa recuperou o terreno perdido. A taxa de desemprego oscila, actualmente, entre 3% e 4%, e o Governo antecipa um crescimento de 3,3% do PIB este ano.
O presidente do país, Olafur Ragnar Grimsson (na foto), atribui parte do sucesso ao facto de não terem dado ouvidos aos organismos internacionais, especialmente a Comissão Europeia, que recomendavam a aplicação de medidas de austeridade para suportar a recuperação económica. O presidente sublinhou que, no caso da Islândia, a União Europeia se equivocou. "Porque deveriam ter razão noutros casos?", acrescentou. Olafur Grissom explicou ainda que a economia está hoje apoiada no turismo e nas exportações de peixe, sobretudo bacalhau. A indústria turística está a crescer há três anos, a um ritmo de 15% a 20%. O país, que tem 320 mil habitantes, recebe todos os anos cerca de um milhão de turistas, provenientes da Europa e Estados Unidos, e agora também da Ásia".» Fonte
Como os Islandeses lidaram com a crise e com os Agiotas financeiros...
A Islândia mostrou o caminho ao recusar a austeridade
Por: Salim Lamrani
Quando, em Setembro de 2008, a crise económica e financeira
atingiu a Islândia – pequeno arquipélago no norte da Europa, com uma população
de 320 mil habitantes –, o impacto foi desastroso, tal como no resto do
continente. A especulação financeira levou os três principais bancos à
falência, de modo que seus activos representavam uma soma dez vezes superior ao
PIB do país, com uma perda líquida de 85 biliões de dólares. A taxa de
desemprego se multiplicou por nove entre 2008 e 2010, ao passo que, antes, o
país gozava de pleno emprego.
A dívida da Islândia representou 900% do PIB e a moeda
nacional se desvalorizou 80% em relação ao euro. O país caiu em uma profunda
recessão, com uma diminuição do PIB em 11% em dois anos.
Em 2009, quando o governo quis aplicar as medidas de
austeridade exigidas pelo FMI em troca de uma ajuda financeira de 2,1 bilhões
de euros, uma forte mobilização popular o obrigou a renunciar. Nas eleições
antecipadas, a esquerda ganhou a maioria absoluta no Parlamento.
No entanto, o novo poder adoptou a lei Icesave – cujo nome
provém do banco online que faliu e cujos correctores eram, na maioria,
holandeses e britânicos – com a finalidade de reembolsar os clientes
estrangeiros. Essa legislação obrigava os islandeses a reembolsar uma dívida de
3,5 bilhões de euros (40% de seu PIB) – nove mil euros por habitante – em
quinze anos e com uma taxa de juros de 5%. Diante dos novos protestos
populares, o presidente se recusou a assinar o texto parlamentar e o submeteu a
um referendo. Em Março de 2010, 93% dos islandeses rechaçaram a lei sobre o
reembolso das perdas do Icesave. Quando foi submetida novamente a referendo em Abril
de 2011, 63% dos cidadãos voltaram a recusa-la.
Uma nova Constituição, redigida por uma Assembleia
Constituinte de 25 cidadãos eleitos por sufrágio universal entre 522
candidatos, composta por nove capítulos e 114 artigos, foi adoptada em 2011.
Ela prevê o direito à informação, com acesso público aos documentos oficiais
(Artigo 15), a criação de uma Comissão de Controle da Responsabilidade do
Governo (Artigo 63), o direito à consulta directa (Artigo 65) – 10% dos
eleitores podem pedir um referendo sobre as leis votadas pelo Parlamento –,
assim como a nomeação do primeiro-ministro pelo Parlamento.
Assim, ao contrário das outras nações da União Europeia na
mesma situação, que aplicaram escrupulosamente as recomendações do FMI que
exigiam medidas de austeridade severas, como na Grécia, Irlanda, Itália ou
Espanha, a Islândia escolheu uma via alternativa. Quando, em 2008, os três
principais bancos do país – Glitnir, Landsbankinn e Kaupthing – desmoronaram, o
Estado islandês se negou a injectar neles fundos públicos, tal como havia feito
o resto da Europa. Em vez disso, realizou sua nacionalização.
Do mesmo modo, os bancos privados tiveram que cancelar todos
os créditos com taxas variáveis que superavam 110% do valor dos bens
imobiliários, o que evitou uma crise de subprime, como nos Estados Unidos. Por
outro lado, a Corte Suprema declarou ilegais todos os empréstimos ajustados a divisas
estrangeiras que foram outorgados a particulares, obrigado assim os bancos a
renunciarem a seus créditos em benefício da população.
Quanto aos responsáveis pelo desastre – os banqueiros
especuladores que provocaram o desmoronamento do sistema financeiro islandês –,
não se beneficiaram da mansidão que se mostrou diante deles no resto da Europa,
onde foram sistematicamente absolvidos. Com efeito, Olafur Thor Hauksson,
Procurador Especial nomeado pelo Parlamento, os perseguiu e prendeu, inclusive
ao ex-primeiro-ministro Geir Haarde.
Uma alternativa à austeridade
Os resultados da política económica e social islandesa têm
sido espectaculares. Enquanto a União Europeia se encontra em plena recessão, a
Islândia se beneficiou de uma taxa de crescimento de 2,1% em 2011 e prevê uma
taxa de 2,7% para 2012, além de uma taxa de desemprego de 6%. O país até
se deu ao luxo de realizar o reembolso antecipado de suas dívidas ao FMI.
O presidente islandês Olafur Grímsson explicou este milagre económico:
“A diferença é que, na Islândia, deixamos os bancos quebrarem. Eram
instituições privadas. Não injectamos dinheiro para salvá-las. O Estado não tem
por que assumir essa responsabilidade”.
Agindo contra qualquer prognóstico, o FMI saudou a política
do governo islandês – o qual aplicou medidas totalmente contrárias às que o
Fundo preconiza –, que permitiu preservar “o precioso modelo nórdico de protecção
social”. De fato, a Islândia dispõe de um índice de desenvolvimento humano
bastante elevado. “O FMI declara que o plano de resgate ao modo islandês
oferece lições nos tempos de crise”. A instituição acrescenta que “o
fato de que a Islândia tenha conseguido preservar o bem-estar social das
unidades familiares e conseguir uma consolidação fiscal de grande envergadura é
uma das maiores conquistas do programa e do governo islandês”.
No entanto, o FMI omitiu omitiu a informação de que esses
resultados só foram possíveis porque a Islândia rechaçou sua terapia de choque
neoliberal e elaborou um programa de estímulo económico alternativo e
eficiente.
O caso da Islândia demonstra que existe uma alternativa
crível às políticas de austeridade que são aplicadas na Europa. Estas, além de
serem economicamente ineficientes, são politicamente custosas e socialmente
insustentáveis. Ao escolher colocar o interesse geral acima do interesse dos
mercados, a Islândia mostra o caminho ao resto do continente para escapar do
beco sem saída. (fonte, aqui e aqui)
Segundo o FMI o produto interno bruto da Islândia vai crescer 3,5% este ano, quase duplicando o registado em 2014. Para 2016 é estimada uma expansão de 3,2%. Quanto ao desemprego, a taxa deverá recuar para 4% este ano e manter-se em 2016, depois de se ter situado em 5% em 2014 e 5,4% em 2013. fonte
A Islândia colocou esta quinta-feira um ponto final ao processo de adesão à União Europeia (UE). A decisão foi ontem comunicada a Bruxelas.
"O Governo considera que a Islândia já não é um país candidato à UE solicitando que [Bruxelas] aja de acordo com esta intenção daqui para a frente", confirmou o ministério dos Negócios Estrangeiros islandês num comunicado citado pela agência Bloomberg.
AUnião Europeia já não existe, da maneira como foi concebida. Hoje existe uma Alemanha a liderar um Euro-grupo dentro da União Europeia (completamente ilegal), e um bando de lideres de países lacaios da Alemanha; nada mais (como a Finlândia)!
O Sonho Europeu está a sucumbir às mãos da Alemanha, sendo Sr. Wolfgang Schäuble a personificação da destruição do sonho Europeu.
Esqueçam as ameaças que representa o Sr. Putin (Rússia) ou do fundamentalismo islâmico, dos EUA ou da China, dos euro-cépticos ou dos populistas. A maior ameaça que paira hoje sobre a Europa, é representa por Wolfgang Schäuble, ministro das finanças da Alemanha. Wolfgang Schäuble não é apenas um perigo para a Europa, mas também uma vergonha para a Alemanha. A Europa poderá estar já na iminência de um "IV Reich"; como denúncia o economista Stuart Holland (aqui).
Parem esse homem, se não for já demasiado tarde....
A Islândia recusou a receita das "experiências diabólicas" (do FMI/Troika) aplicadas ao povo Grego que deu maus resultados, e vai continuar a dar maus resultados...
Se a Grécia não sair da Euro-Zona nunca mais sairá do ciclo vicioso em que se encontra, com consequências nefastas para o seu povo!
O Porquê da Islândia não se ter Juntado à União Europeia?
A Islândia recusou-se a entrar na União Europeia e na moeda única, neste momento já está praticamente fora da crise, com um desemprego nos 4% e chegou mesmo a aumentar os salários; tudo porque pôde desvalorizar a sua moeda, tornado assim os seus produtos mais competitivos nos mercados internacionais.
A Islândia recusou-se a pagar as dividas dos bancos e dividas ilegítimas, transformou a sua Democracia, em uma democracia de participação directa. Este é o maior exemplo de Democracia directa, dada nos tempos que correm, um exemplo que muitos se recusam a seguir, com graves consequências para os seus povos!
Daniel Hannan, concorda com o caminho da Islândia.
Um curto vídeo do deputado europeu Daniel Hannan, sobre a Islândia e a sua opção de não entrar na União Europeia.
"...Não há alternativa? Os islandeses contam outra história, e o El País reconta-a na edição desta sexta-feira.
“O país que deixou cair os seus bancos” está a um passo de recuperar tudo o que perdeu na crise de 2008 e 2009 e até mesmo superar os níveis de vida anteriores ao colapso financeiro, conclui o Fundo Monetário Internacional (FMI) no seu último relatório sobre a economia islandesa, cita o jornal espanhol.
De acordo com o documento, a ilha nórdica baixou a sua taxa de desemprego para 4,1% em 2014, apesar de um aumento dos salários em 5,8% em termos reais. No ano anterior, o vencimento médio tinha já crescido 3,5%. Para este ano, o FMI prevê um crescimento do PIB de 3,5%".fonte
O que a União Europeia está a fazer a muitos países, é um assalto generalizado a esses países!
Há alternativa à austeridade imposta pela Srª Angela Merkel, e a prova é o exemplo que a Islândia nos deu!
Vote em quem defende alternativas à austeridade e em quem defende a saída de Portugal da moeda única e mesmo da União Europeia. A União Europeia deixou de defender os interesses do povo, e passou a defender só os interesses das elites!
Imagens de rara beleza, que o nosso planeta nos proporciona, lava incandescente proveniente das entranhas da Terra, que nos dá uma ideia de como o nosso planeta se formou ao longo dos milénios, para agora ser como é no estado actual. Mas, como prova estas imagens o planeta está em constante mutação e daqui a alguns poucos milénios será totalmente diferente de como o conhecemos hoje!
Suba a bordo deste helicóptero e observe a beleza do vulcão Holuhraun, na Islândia. Imagens aéreas permitiram uma viagem impressionante através do fenómeno natural. Veja o vídeo.
Com imagens aéreas, assiste-se a um espectáculo impressionante, ao longo de 500 metros de comprimento e a 70 metros de altura.
Segundo a NASA, o lago de lava situado na região nordeste da Islândia, estende-se ao longo de 84 quilómetros quadrados e já é maior do que Manhattan, nos EUA.
A Islândia seguiu um caminho depois da crise, que foi rejeitado por todos os outros países em crise, como Portugal e os países do Sul da Europa.
Hoje a Islândia está fora da crise, com um desemprego que ronda os 5%, enquanto Portugal e Grécia e outros países do sul da Europa continuam a se arrastar por entre uma austeridade que esmagou as sociedades desses países, com desemprego de mais de 15%.
A Islândia é um exemplo de êxito, pós crise dentro da Europa, que nenhum outro país quis seguir...!
A crise levou
os islandeses a mudar de governo e a negar o resgate dos bancos. Com
manifestações, a população Islandesa levou o país a grandes mudanças.
Depois de ter
um reforma politica a Islândia foi o primeiro pais da Europa a sair da crise
económica.
Vídeo bastante elucidativo de como a Islândia saiu da crise!
Apesar de a Islândia ser um país pequeno, os outros países poderiam se basear na politica da Islândia como exemplo.
O país foi dos primeiros países do mundo a ser atingido pela
crise financeira, em 2008. Os três maiores bancos faliram e tiveram de ser
nacionalizados. A coroa islandesa desvalorizou 85% face ao euro e no final
desse ano, o país entrou em falência.
O
governo caiu e o primeiro-ministro de então começou a ser julgado por
negligência na gestão da crise. Os contribuintes recusaram pagar a factura dos
bancos. Resultado? Menos de quatro anos depois, a Islândia volta a ser notícia
por motivos diferentes. A crise parece já um pesadelo passado.
O PIB
não só está a crescer, como também a S&P espera que mantenha um ritmo de 2
ou 3% até 2015. Já o défice recuou dos 10 para os 5,4% desde o início da crise.
Mas
estes não são os únicos números que impressionam. O desemprego, que fustiga as
maiores economias mundiais, recuou do máximo histórico de 12%, em Maio de 2010,
para os 5% em Setembro passado. Numa população de quase 181 mil, são cerca de
nove mil os islandeses sem trabalho. As mulheres são as mais afectadas.
A
Islândia, que se candidatou à entrada na união europeia, é descrita pela
agência de ‘rating' S&P como uma economia próspera e flexível, capaz de
ultrapassar as maiores dificuldades e proporcionar um ambiente mais favorável à
criação de emprego e ao crescimento económico.
Actualmente,
o pequeno país tem o mesmo ‘rating' de Espanha: triplo b negativo, mas o
outlook, curiosamente, é mais favorável. Enquanto que a economia vizinha tem
uma perspectiva negativa, a Islândia está estável."Fonte
Portugal não está hoje como a Islândia, porque a INÉRCIA do seu povo não soube ser um contrapoder, contra as politicas destrutivas e lesivas do país e seu povo, permitindo assim que os governantes fizessem políticas para proteger a "banca" (com o dinheiro dos impostos dos cidadãos), e rejeitando fazer as políticas necessária para proteger a sociedade da crise. Este é um mau exemplo de governação!!
O vulcão da Islândia... Quando a natureza rompe com a "Inércia" do que parece ser imutável, ao longo dos tempos, e nos mostra a todos nós o seu poder e nos mostra quem é que manda realmente neste mundo. Mostra-nos o quanto somos pequenos perante as forças da natureza!
O vulcão Bardabunga, na Islândia, entrou em erupção no
último domingo e segue expelindo lava desde então. (fonte)
Força aterradora... Iceland volcano.
Eyjafjallajökull 2010 eruption (HD). Uma das maiores erupções alguma vez filmada, com imagens aterradoras e aos mesmo tempo deslumbrantes! Este vulcão paralisou a aviação em alguns países da Europa por várias semanas.
A Islândia recusou as politicas desastrosas, da austeridade a qualquer custo, impostas pela União Europeia e Alemanha. Recusou aderir à União Europeia, e recusou a perda de soberania Nacional, ao contrario de Portugal, que prefere continuar na UE, com perda de soberania Nacional e assim levar o povo à miséria com as políticas de austeridade impostas pela Alemanha.
O que a Europa quer esconder... O milagre da Islandês. A Islândia mostrou a caminho, mas a Europa recusou seguir, Aqui!
País que deixou cair os bancos já tem desemprego nos 4%!
Os islandeses não resgataram o sistema bancário. Mas a
economia recuperou rapidamente: cresce a 2,7% e taxa de desemprego ronda os 4%. Fonte, aqui!
Reforma política na Islândia:
O caminho a seguir, que ninguém quer assumir, para poder a alimentar uma "Elite" Europeia e mesmo nos próprios países, que explora os povos e suga todos os recursos financeiros, deixando a sociedade Europeia com problemas sociais muito graves!
O milagre de que ninguém fala... A Islândia, um país que entrou numa grave crise financeira em 2008, provocada pelo sistema financeiro. Com um povo que provocou a queda do governo da altura, e recusou resgatar os bancos, entretanto falidos, e recusaram-se a pagar a fraude cometida pelos banqueiros, aos credores Internacionais, pondo-os no banco dos réus, os culpados, governantes e banqueiros!
É este um caso de sucesso que poucos falam, tanto na Europa como no resto do Mundo, porque não interessa muito ser conhecido. Imagine-se se todos os países com problemas financeiros fizessem o mesmo...? E se todos se recusassem a resgatar o sistema financeiro (a Banca)?
Pois por isso mesmo, não interessa divulgar muito, nem interessa dizer que a Islândia é um caso de sucesso dentro da Europa. Tem havido uma grande censura na comunicação social, por todo a Europa relativo a este tema, a Islândia... É assunto tabu, até porque ganhou o braço de ferro com a União Europeia do não pagamento aos credores Internacionais!
Chamam-lhe o milagre islandês. Confrontada com o maior
colapso financeiro de sempre, a Islândia sentou o primeiro-ministro no banco dos réus e revolucionou o sistema político. 4 anos depois já tem a economia do país
a crescer. Há ou não alternativa a esta receita a esta austeridade?
Viajámos
até Reikjavic para lhe mostrar como foi possível dar a volta a uma crise que
tinha o mesmo potencial de arrasar um país.
O Milagre Islandês: a partir do minuto 2:00
Milagre Islandês - Crise europeia 19/10/12
O governo Islandês foi obrigado a eleger e financiar um Conselho para
elaborar uma nova constituição. Um grupo de cidadãos, sem políticos, advogados
ou professores universitários abriram o processo à participação de todos os
interessados e conseguiram aprovar por consenso a proposta de um novo texto.
Na Islândia de hoje, os cidadãos estão organizados em
associações e têm propostas concretas para uma sociedade onde todos possam
participar. Vamos conhecer os islandeses, dos quais a mídia se recusam a falar.
Já a Europa... Europa gastou um décimo da
sua riqueza para salvar bancos… Bancos receberam 1,3 biliões
de euros de "auxílio" estatal não-escrito desde que a crise começou,
aqui!
Islândia, a fronteira mais ocidental da Europa. O último
país do continente a ser criado pelo homem. O menos povoado e com a maior
concentração mundial de vulcões activos.
Islândia: 2010
Revolução popular e pacífica - NÃO
DIVULGADA - O POVO É QUEM ORDENA !!!
"...A negativa do povo da Islândia a pagar a
dívida que as elites abastadas tinham adquirido com a Grã-Bretanha e a Holanda
gerou muito medo no seio da União Europeia. Prova deste temor foi o absoluto
silêncio na mídia sobre o que aconteceu. Nesta pequena nação de 320.000
habitantes a voz da classe política burguesa tem sido substituída pela do povo
indignado perante tanto abuso de poder e roubo do dinheiro da classe
trabalhadora. O mais admirável é que esta guinada na política socioeconómica
islandesa aconteceu de um jeito pacífico e irrevogável. Uma autêntica revolução
contra o poder que conduziu tantos outros países maiores até a crise actual.
Este processo de democratização da vida política que já dura dois anos é um
claro exemplo de como é possível que o povo não pague a crise gerada pelos
ricos."
Ficam aqui bem claras as diferenças entre a Islândia e Portugal, na resolução de uma crise financeira que afectou de igual modo os dois países. A Islândia negou-se a resgatar o sistema financeiro e a "sociedade" negou-se a arcar com os prejuízos provocados pelos "Banqueiros", que iriam afogar o povo com impostos...!
Em Portugal optou-se exactamente pelo oposto, onde o PS pediu um resgato ao FMI/Troika, para financiar a Banca e o despesismo/dividas nas empresas Públicas. Um sistema político do arco da Governação (PS, PSD e CDS), que preferiu salvar os Banqueiros" (BPN, Banif, contractos Swaps, etc,) em detrimento do Povo/Sociedade...!
E a nossa justiça, ao fim destes anos todos ainda não encontrou os culpados, nem condenou ninguém, dos que roubaram o povo... E porque isto acontece? Porque a Sociedade deixa!!!
Pensem, não continuam a votar em corruptos!!!
Diga não à Inércia, não sejam complacentes com os vossos carrascos, aqueles que vos tiram tudo...!