O que Faz Falta é Agitar a Malta
Onde está as novas gerações?
O POVO é quem mais ordena! Mas hoje, a maioria está estupidamente inerte e submissa aos seus "CARRASCOS", que têm desgovernado o país e o POVO, colocando-o na miséria, sem emprego, sem dinheiro, sem uma vida digna. Mas, no entanto os "desgovernantes" têm salvado BANCO após BANCO da falência com o dinheiro do povo. E, o povo tem permitido isto tudo, acobardando-se... vendo a Democracia ser usurpada aos poucos!
Quando dizia: " Não se preocupem com o lugar onde sepultar o meu corpo. Preocupem-se é com aqueles que querem sepultar o que ajudei a construir" citando o Capitão Salgueiro Maia.
Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 (o ano da
revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar
livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado.
Durante a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era
reprimida pela polícia.
"Salgueiro Maia, como se tornou conhecido, foi um dos
distintos capitães do Exército Português, que liderou as forças
revolucionárias durante a Revolução de 25 de Abril, que marcou o final
da ditadura.
Filho de um ferroviário, Francisco da Luz Maia, e de sua mulher Francisca
Silvéria Salgueiro, frequentou a Escola Primária em São
Torcato, Coruche,
mudando-se mais tarde para Tomar, vindo a concluir o ensino secundário no Liceu Nacional
de Leiria (hoje Escola Secundária de Francisco Rodrigues Lobo). Depois da revolução, viria a licenciar-se em Ciências
Políticas e Sociais, no Instituto Superior
de Ciências Sociais e Políticas, em Lisboa.
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| Os Murais hoje |
"...Nenhuma lei proibia expressamente os partidos políticos
enquanto tais, mas Salazar considerava que, existindo a União Nacional, os
antigos partidos tinham sido colocados fora da lógica do novo regime, acabando
todas as organizações e movimentos políticos existentes por ser obrigados a coibir-se
de qualquer actuação pública. Alguns, como o Partido Comunista (PCP) ou o movimento
Anarcossindicalista da Confederação Geral do Trabalho passaram
a actuar na clandestinidade ou no exílio, outros, como o Partido Socialista Português e o Integralismo Lusitano, foram levados a
extinguir-se em 1932-1933. O Movimento Nacional-Sindicalista, de Francisco Rolão Preto foi proibido após
a tentativa de revolução levada a cabo por elementos seus a partir do quartel
da Penha de França, acrescentando a nota oficiosa de 29 de Julho de 1934, que decretava a
sua extinção, que se tratava de um movimento inspirado em "certos modelos
estrangeiros".