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«Este blog não respeita o acordo ortográfico (AO90), por ser um atentado inaceitável à língua de Camões e de todos os Portugueses! E você, vai fazer parte deste atentado à língua Portuguesa, escrevendo segundo a aberração do AO90?»

A Inércia” de um povo;


"Um dos males de um país é a inércia dos cidadãos e a incapacidade da sociedade civil para se afirmar e ser um contra-poder às instituições".
R. Eanes




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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Ritual ou Praxe no Meco?

Ritual ou Praxe no Meco?



Depois de varias investigações levadas a cabo pela TVI, e a junção de depoimentos começa-se a perceber que há mais qualquer coisa do que um simples acidente. Onde a PGR falhou, andam as televisões a juntar as peças para se fazer luz onde antes não havia nenhuma... Lamentavelmente para a justiça Portuguesa...!

Mas ao que parece há qualquer coisa de muito grave... Agora partiram para as ameaças a quem falar sobre o caso!











Responsável máximo da Lusófona compara praxes a brincadeira de berlindes... Aqui!

Declarações irresponsáveis, de um presidente de uma Escola, "Lusófona". Só pelas suas declarações já devia ser chamado a prestar declarações ao Ministério da Educação, para clarificar o que disse!!!


Miguel Sousa Tavares ataca praxes académicas !! 27/01/14

Miguel Sousa Tavares ataca forte e feio as praxes académicas!


Miguel Sousa Tavares diz que, praxes são imbecilidades Proto-Nazis... São uma juventude que não tem causas e são uns mandriões, que em vez de estudar andam a gastar o dinheiro dos contribuintes...!


Não tem desculpa as mortes nas praxes. Isto é um crime!
Já vamos em 7 ou 8... É inadmissível que o governo ainda não as tenha proibido... Ou responsabilizar efectivamente, e criminalmente as Escolas Superiores que as permitem e não adoptem medidas de controle dos abusos! 
Não estamos na guerra! 
A escola é um espaço em que deveria se ensinar/aprender e transmitir valores "saudáveis" à geração que vai ser o futuro de Portugal !
Os valores das praxes, são valores animalescos e bizarros!!!


Eles dizem que é uma preparação para a vida...  Mas que preparação? Preparação para serem selvagens? Se querem se preparar para a vida dêem-se como voluntários para o exercito, lá sim, se preparam pessoas para a vida, a respeitar e a ter valores patrióticos!!!





terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Praxes, Violência Recorrente e já Antes Punida

Praxes; Violência Recorrente e já Antes Punida !






Uma estudante de Santarém recorreu aos tribunais e os praxistas foram punidos com o pagamento de uma multa, entre 640 e os 1600 euros,  naquele que foi o primeiro julgamento relacionado com a praxe. 





Praxe: Que deu Processo Em Tribunal em 2008


Ana Santos, vítima de praxes em 2002, recorreu aos tribunais. Primeira vez que agressores da praxe vão a tribunal.











Universidade Lusíada condenada por praxe mortal!

Supremo condena universidade pela morte de um aluno de Arquitectura em 2001. Ninguém assumiu espancamento durante uma "praxe" mas o jovem acabou por morrer após sete dias em coma. Lusíada vai pagar mais de 91 mil euros à família da vítima. DN, aqui!




Praxes; polémica, violência, humilhação, em suma uma vergonha Nacional, AQUI!




A Praxe e a estupidez da juventude...!

Praxe: Integração ou humilhação?







A legislação:


"O Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (Lei n.º 62/2007, de 10 de Setembro ) estabelece, na alínea b) do n.º 4 do seu artigo 75.º, que constitui infracção disciplinar dos estudantes «a prática de actos de violência ou coacção física ou psicológica sobre outros estudantes, designadamente no quadro das praxes académicas».
Compete aos reitores das universidades e presidentes dos institutos politécnicos o exercício do poder disciplinar, podendo as penas a aplicar aos estudantes ir até à interdição da frequência da instituição de ensino superior por cinco anos."


Praxes ou uma forma animalesca dos jovens se afirmarem? Não seu bem no quê...?


Mortes no Meco, Praxe ou Crime?

Mortes no Meco, Praxe ou Crime?



Reportagem da TVI, com Ana Leal, a investigar sobre o que realmente aconteceu na praia do Meco...
Uma praxe que é um caso de Polícia Judiciária, praxe que deve ser investigada até ao ultimo pormenor e fazer deste caso um caso exemplar para todas as Escolas que as permitem e para quem as pratica!

É inadmissível a perda de vidas por situações tão estúpidas como esta das praxes. É hora do Ministério da Educação, na pessoa do Sr. Nuno Crato, proibir definitivamente esta pouca vergonha, nas Escolas Públicas e Privadas!

Há que proibir esta vergonha! 
E os que depois vierem a ser apanhados de novo a cometer estas vergonhas, é expulsa-los do ensino e envia-los logo de imediato para o exército. Pois lá é o sítio que eles merecem, lá é o sitio correto para desenvolvem estas actividades nojentas!
É inadmissível a perda de vidas, pela tolice de meia dúzia, que não tem nada de mais proveitoso para fazer... Então andam sempre a apelar ao fim da violência... Então isto não é violência? Violência física o moral, se não mesmo Bullying em larga escala...!


Morte de 6 estudantes da Lusófona no Meco devido a Praxe Académica!

"...Quem pertencia ao Conselho Oficial de Praxe Académica da Universidade Lusófona era obrigado a assinar um termo de responsabilidade pelos riscos e danos que pudessem ocorrer.

Uma investigação TVI mostra as provas que apontam cada vez mais para um ritual de praxe que poderá estar na origem da tragédia do Meco.



Sabemos que o líder e os membros do Conselho da Praxe seguiam à risca um código de conduta baseado em reuniões secretas, levadas ao limite, com riscos assumidos e conhecidos.



Uma espécie de sociedade secreta com obediência cega às hierarquias, estatutos e regras próprias, controladas através de relatórios e fichas individuais, com perfis traçados de personalidade.

Em entrevista à TVI, os pais de Joana, uma das seis vítimas, dizem desconhecer por completo a existência do termo de responsabilidade assinado pela filha. O pai, Francisco Barroso, sublinha o facto do termo de responsabilidade ter o emblema da Universidade Lusófona: «A direcção da [Lusófona] devia ter conhecimento disso. Acredito que eles saibam». «Aquilo é tudo envolto em secretismo», diz Cecília Barroso confrontada com o documento.

Ao documento assinado por Joana Barroso juntam-se outros 17 a que a TVI teve acesso, todos assinados em Outubro de 2012, e obrigatórios num código baseado em reuniões secretas, levadas ao limite com riscos assumidos.

A TVI teve acesso também a um relatório sobre um fim de semana idêntico ao do Meco passado em Santarém. Está datado de 16 de Dezembro de 2011, onde participaram quatro elementos da comissão de praxe, um representante de curso. Joana Barroso com o nome de código «Guedes», e outro, «Pescadora», o nome de código de uma amiga da vítima, também estão identificadas no documento que as identifica como «pastranas», nome dado a quem está no segundo ano do curso.

Neste relatório, a mensagem era clara: 
«Fazer um clique académico nos pastranos, ou seja, ensinamentos que iam para além de explicações em actividades ditas normais, tiveram que sentir tudo o que lhes foi transmitido, com dores, com choros...»

«Estávamos no meio da lezíria do Tejo e escondemos os carros. Dissemos que tinham que fazer o resto do caminho a pé. Elas muito assustadas no escuro, com cães a ladrar».

«Vamos testar como é que elas reagem em pressão, fomos para uma sala completamente às escuras. A comissão de praxe estava escondida no escuro a bater com a capa nas portas, no chão, nas paredes...»

Um dos veteranos pergunta a Joana: «Porque estás aqui? O que é para ti a base do academismo. Se a representante e a comissão se atirassem a um poço, também te atiravas?» O relatório conclui que «as respostas 'Guedes' foram muito renitentes, chegou ao ponto de dizer que não se atirava ao poço, ou seja, ainda estavam muito cruas. Após isto, deixámo-las a pensar, reflectir e até mesmo chorar...».

«Levámo-las para a beira de uma piscina e perguntámos: 'Se eu me atirasse para dentro de uma piscina vinham comigo? Mais uma vez houve hesitação na resposta». Por isso o relatório refere que chegam a ser apelidadas de «aves raras».

«Quando a noite caiu, o medo e a pressão estava presente nas pastranas, medo do escuro, medo do desconhecido. Este fim de semana serviu para enfrentar os medos, assim como os navegadores portugueses enfrentaram o Adamastor».

«Já quase antes de virmos embora, a representante do curso e a comissão de praxe, entraram para dentro da piscina para ver a reacção das pastranas, se realmente hesitavam ou entravam. Fizeram o esperado, entraram sem hesitações o que fez com que tudo o que lhes foi feito e dito fez sentido».

Confrontados com estas descrições, os pais de Joana Barroso, dizem: «Foi preciso a minha filha morrer para descobrir uma coisa macabra destas, horrível».

Durante as actividades da comissão de praxe, todos os passos são controlados. Os telemóveis são desligados, com excepção do dux, que o pode usar. Não foi por acaso que João Gouveia foi o único a levar telemóvel para a praia do Meco."



Mas que juventude é esta? Que juventude andam as Escolas Superiores a formar? Andam a formar delinquentes...? E com o apoio do Ministério da Educação?

Fim à "Inércia" do Ministério da Educação sobre este tema!


domingo, 26 de janeiro de 2014

Praxe, Acto de Cobardia...!


Praxe: na Universidade e na vida, integra-te na cobardia...





Por Daniel Oliveira; aqui!

"Felizmente, longe vão os tempos em que ao se entrar na Universidade já se era "doutor". E que ser "doutor" era uma espécie de título nobiliárquico da República, perante a qual a plebe respeitosamente se vergava com um "senhor doutor" em cada frase. A Universidade, democratizada e aberta a muitíssimo mais gente, perdeu a capacidade de oferecer aos seus estudantes prestígio social. E foi aí que, fora da cidade de Coimbra, começou a inventar-se uma tradição. A tradição académica. Mas até aqui tudo bem.
Amigo não empata amigo. Cada um veste os trajes que entender e ninguém tem nada a ver com isso.
Compreendo esta necessidade de ritualizar aquele momento da vida. Para muita gente a entrada na Universidade não é uma mera continuação dos estudos. É motivo de orgulho familiar. Resultado de enormes sacrifícios de pais e filhos. No momento em que entram na Academia muitos daqueles caloiros acreditam que conseguiram dar o primeiro passo na sonhada ascensão social. Serei o último a julgar.
Bem diferente é a praxe. Também ela pretende dar àquele momento uma importância que não tem. É um ritual de passagem sem qualquer tradição na maioria das faculdades - também elas recentes. Bruno Moraes Cabral acompanhou este momento. Em Lisboa, Santarém, Coimbra, Setúbal e Beja. E fez um documentário que estreia, no DocLisboa, na próxima sexta-feira (Culturgest, Pequeno Auditório, 21h). Chama-se "Praxis", a origem grega da palavra "praxe". Tudo o que filmou foi com autorização dos envolvidos. Ali não está, portanto, aquilo que os próprios podem ver como um abuso ou um excesso. É a versão soft da praxe.
O que vemos é uma sucessão de humilhações consentidas - ou toleradas por quem, estando fora do seu meio, não tem coragem de dizer que não. A boçalidade atinge níveis abjectos. Os gritos alarves , a exibição de simulações forçadas de atos sexuais, o exercício engraçadinho do poder arbitrário de quem, por uns dias, não conhece qualquer limite. Tudo isso impressiona quem tenha algum amor próprio e respeito pela sua autonomia, liberdade e dignidade. Mas a questão é mais profunda do que a susceptibilidade de cada um. É o que aquilo quer dizer.
Como o documentário não é um mero ato de voyeurismo, mostra-nos o outro lado. Como a esmagadora maioria dos caloiros se sente bem naquela pele. Porquê? Porque, como já disse, aquilo marca o início de um momento que julgam que mudará a sua vida. Mas, acima de tudo, porque os "integra". E não se trata de uma mentira. De facto, naqueles rituais violentos e humilhantes, conhecem pessoas e sentem-se integrados num grupo. Eles são, naquele momento, rebaixados da mesma forma. Não há discriminações. São todos "paneleiros", "putas", "vermes". Na sua passividade e obediência, não se distinguem. Até, quando deixarem de ser caloiros, terem direito à mesma "dignidade" de que gozam os que bondosamente os maltrataram. Aceitam. Porque, como escrevia Jean-Paul Sartre, "é sempre fácil obedecer quando se sonha comandar".
Sim, a praxe integra. A questão é saber em que é que ela integra. Porque a integração não é obrigatoriamente positiva. Se ela nivela todos por baixo deve ser evitada a todo o custo. Perante o que é degradante os espíritos críticos distinguem-se e resistem. Não se querem integrar.
Ingénuos, supomos que a Universidade deveria promover o oposto: a exigência, o sentido critico, a capacidade de recusar a tradição pela tradição, a distinção. A Academia que aceita o espírito bovino da obediência está morta. Porque será incapaz de inovar, de pôr em causa e de questionar o resto da sociedade. A universidade que, através de rituais (que têm um significado), promove o seguidismo e a apatia, não é apenas inútil para a comunidade. É um problema para o conhecimento e para a cidadania.
Mais do que as cenas dignas de muito do telelixo que nos entra em casa, o que impressiona é a relação que a comunidade mantém com aquilo. São raros os que põem em causa tão estúpida tradição sem tradição nenhuma. E é normal. Vemos no documentário como as estruturas universitárias - corpo diretivo e docente - não só toleram como promovem a boçalidade. As autarquias emprestam meios. As empresas de bebidas patrocinam. E até membros do clero vão lá benzer a coisa, perante jovens de caras pintadas ou com penicos na cabeça. Não se trata apenas de um momento de imbecilidade de alguns jovens e adolescentes. Porque é aceite por todos, porque é mesmo assim que as coisas são, foi institucionalizada e parece ser vista por todos como um momento que dá dignidade à Universidade.
Assim, com pequenos gestos simbólicos, se forja a alma de cidadãos sem fibra. Incapazes de dizerem que não. Incapazes de se distinguirem dos demais. A praxe é a iniciação de uma longa carreira de cobardia. Na escola, perante as verdades indiscutíveis dos "mestres". Na rua, perante o poder político. Na empresa, perante o patrão. A praxe não é apenas a praxe. É o processo de iniciação na indignidade quotidiana. O pior escravo é aquele que não se quer libertar. E que encontra na escravidão o conforto de ser como os outros. Os caloiros que aceitam a praxe não são ainda escravos. Apenas treinam para o ser."



Nota - O texto que leram foi inteiramente surripiado aqui!
Acho que descreve na perfeição, a cobardia de quem pratica a praxe e se deixa praxar...!

Situações completamente animalescas... Mas que juventude é esta?

Há que proibir esta vergonha, chega de mortes estúpidas!
Os que depois forem apanhados de novo a cometer estas vergonhas, é expulsa-los do ensino e envia-los logo de imediato para a exercito! Pois lá é o sitio que eles merecem! 
É inadmissível a perda de vidas, pela tolice de meia dúzia, que não tem nada de mais proveitoso para fazer... Então, andam sempre a apelar ao fim da violência... Então isto não é violência? Violência física o moral, se não mesmo Bullying em larga escala...!

Nota - Vídeo surripiado da Anabela Magalhães

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