«Este blog não respeita o acordo ortográfico (AO90), por ser um atentado inaceitável à língua de Camões e de todos os Portugueses! E você, vai fazer parte deste atentado à língua Portuguesa, escrevendo segundo a aberração do AO90?»
“A Inércia” de um povo;
"Um dos males de um país é a inércia dos cidadãos e a incapacidade da sociedade civil para se afirmar e ser um contra-poder às instituições".
A inflação... é um problema que atinge muita gente, sem perceberem muito bem o que é.
Se você também fica stressado ao ver a quantidade absurda de imposto que você paga, sejam eles directos ou indirectos, e não entende porque você trabalha, trabalha e trabalha e seu dinheiro não rende, muito pelo contrário, cada dia você precisa de mais e mais dinheiro para comprar as mesmas coisas que você comprava antes com menos dinheiro.
Você vê o preço de todas as coisas aumentando, mas recebe um aumento mexeruca no seu salário. É meu amigo, esse vídeo é para você
Já vale de tudo para ter audiências, figuras publicas a fazerem "bullying" a miúdos que estão ali (nos Ídolos) para darem o seu melhor, mas muitas vezes porque não sabem, ou porque não estão habituados a enfrentar tanto publico; depois são gozados, mal tratados (emocionalmente), rebaixados, envergonhados em público. Situações que podem acabar muito mal... Chegando mesmo ao suicídio!
De acordo com o “Correio da Manhã”, o agrupamento de escolas pondera mesmo apresentar queixa contra o canal de televisão por considerar tratar-se de uma caso grave.
Em causa está o efeito usado pela produção para ridicularizar o tamanho das orelhas do jovem concorrente. Fonte
"Reality-shows" tornaram pessoas em animais de circo!
Os 'reality-shows' e os concursos televisivos têm vindo a tornar as pessoas em "animais de circo", considera Tito de Morais, fundador do projecto MiudosSegurosNa.Net, classificando como "inqualificável" o que se passou com um jovem num concurso de talentos.
Muitos já se terão perguntado a si mesmos, como é que a Alemanha consegue exportar determinados produtos a baixos preços (como muitos que se encontram no Lidl), tendo em conta a média dos salários praticados na Alemanha...(?)
Pelo trabalho escravo, claro está. A Alemanha pratica trabalho escravo, com emigrantes provenientes de várias partes do Mundo, a trabalhar por 300€ a 500€ e sem condições de habitabilidade mínimas. Chama-se a isto, "escravatura moderna" praticada em estados ricos.
Agora se percebe porque a Alemanha (Angela Merkel) não está minimamente preocupada com a avalanche de emigrantes provenientes de África e de outros países, via Mediterrânico (com as consequências trágicas que todos conhecemos). Pois é assim que a Alemanha pretende continuar com a economia em alta; escravizando povos em dificuldades extremas, com o aval da União Europeia.
Simplesmente vergonhoso e desconcertante, que isto aconteça dentro das fronteiras da União Europeia.
É hora de as "Cidadãos Europeus" acordarem de vez e deixarem-se de inercias. Pararem de eleger políticos que vergonhosamente têm vindo a contribuir para esta vergonha nos tempos de hoje dentro da Europa!
Alemanha: o modelo da economia europeia utiliza mão de obra escrava!
Angela Merkel, quer escravizar toda a Europa!
Em Junho, uma reportagem na Alemanha dava a conhecer as condições de vida e de trabalho pouco dignas de certos trabalhadores no país do modelo económico europeu.
Trabalhadores essencialmente provenientes do leste do velho continente a quem foi prometido mais do que dormitórios sobrepovoados, horários em função das necessidades e salários extremamente baixos.
Na Baixa Saxónia, o primeiro-ministro Stephan Weil decidiu tomar medidas para acabar com estes abusos. "Isto tem que acabar. As pessoas que trabalham em companhias alemãs têm que ser tratadas de forma humana e têm que estar representadas nos conselhos de trabalhadores."
Na Alemanha não há salário mínimo, o que é uma porta aberta a todo o tipo de abusos. Entre três e seis euros por hora de trabalho, salários mensais entre 300 e 500 euros. Uma situação recorrente em certos sectores que permite ao país praticar preços extremamente atractivos.
Estes abusos não estão apenas reservados aos imigrantes. Na Alemanha estima-se que haja dois milhões de "trabalhadores pobres". A Comissão Europeia estima que há cerca de um milhão e meio de trabalhadores chamados de "baixo custo" que são enviados de forma provisória pela entidade empregadora para outro Estado da União.
A exploração destes trabalhadores tem um nome: escravatura moderna. E um custo:
a desestabilização de sectores inteiros da economia. A Europa não consegue resolver o problema porque as harmonizações da legislação do trabalho são complexas.
A reacção de Ernst Michael Andritzky, da Associação da Indústria Alimentar da Baixa Saxónia, fala por si. "Se uma empresa fabrica os seus próprios produtos, se compra bens ou se compra determinados serviços isso faz parte da liberdade empresarial que está consagrada na Constituição. Um legislador pouco pode fazer para mudar isso. Agora fala-se muito deste tema porque estamos em plena campanha pré-eleitoral." fonte, aqui!
Por estes dias Pedro Passos Coelho (primeiro ministro), teceu altos elogios (aqui) a Dias Loureiro, um senhor que esteve envolvido em vários casos menos claros, como o do BPN... Os maioria dos Portugueses sentem-se indignados com este elogio, inoportuno. Será que o Primeiro Ministro mediu bem as palavras que proferiu, será que o Sr. Pedro Passos Coelho sabe quanto custou aos Portugueses o "roubo" do BPN, para estar a elogiar um dos principais protagonistas naquela miserável tramóia? Mariana Mortágua dá a sua opinião!
Passos Coelho escolheu a inauguração de uma queijaria para
marcar o Dia do Trabalhador. Aí, elogiou de forma muito decidida não o esforço
dos trabalhadores, mas o dos empresários. Corrijo, elogiou "de uma forma
muito amiga e especial" um empresário em concreto. Diz o primeiro-ministro
que a história deste "empresário bem-sucedido" é um exemplo para
todos quantos "sabem que, se queremos vencer na vida, chegar longe, ter
uma economia desenvolvida e pujante, temos de ser exigentes e metódicos".
Um empresário que "viu muitas coisas por esse Mundo fora", e que nos
dá lições importantes ao mostrar que "os ricos não são ricos a esbanjar
dinheiro".
Mas quem é, então, esta conjugação de Steve Jobs com Henry
Ford? Dias Loureiro. Compreendo o seu espanto, pois também foi o meu quando vi
as imagens, mas é esse mesmo Dias Loureiro. O do BPN que nos custou mais de
5000 milhões de euros. O homem que "viu muitas coisas no Mundo", de
Porto Rico a Marrocos, onde arranjou uns negócios ruinosos (estou a ser simpática
na definição...) que acabaram todos a ser pagos pelos contribuintes. O
"metódico" Dias Loureiro que garantiu, na comissão de inquérito ao
BPN, que não conhecia um fundo usado pelo BPN nos seus esquemas financeiros,
mas que se mostrou dias depois ter assinado vários documentos desse fundo. A
mentira, recorde-se, foi um dos motivos que o levou a renunciar do Conselho de
Estado, para o qual tinha sido nomeado por Cavaco Silva.
As conclusões do relatório dessa comissão parlamentar,
aliás, não deixam muitas margens para dúvidas sobre o modelo de negócio e
"exigência" deste "empresário bem-sucedido". O seu nome e o
de Oliveira e Costa são os únicos nomeados para explicar como foi montado o
"banco laranja". "O Grupo desenvolveu-se rapidamente mercê da
colaboração objectiva de várias pessoas influentes, em virtude do exercício de
altos cargos públicos, designadamente, o Dr. Dias Loureiro e o próprio Dr.
Oliveira e Costa, bem como alguns accionistas".
Sobre Dias Loureiro não há muito mais a dizer, mas as
palavras escolhidas por Passos Coelho, na verdade, dizem-nos mais sobre a forma
como o primeiro-ministro vê o Mundo, e a relação entre política e negócios, do
que sobre um dos responsáveis pelo caso de polícia que foi o BPN. Esperava-se
que um empresário com as características elencadas por Passos fosse alguém que
tivesse criado empregos bem pagos e desenvolvido a economia do país, não alguém
que, à sombra de Oliveira e Costa, ajudou a montar uma espécie de Tecnoforma
gigante. Ou então é isso, é mesmo este modelo de vida, negócio e "vencer
na vida" que Passos conhece e admira.
"Há 4691 milhões de razões para nos explicar os seus elogios a Dias Loureiro"
Floresta de Maiombe, considerada o segundo pulmão do Mundo, a seguir à Amazónia, uma floresta que padece dos mesmos problemas, entre as maiores florestas do mundo... o abate de árvores milenares, para venda de madeiras exóticas.
Está situada na região norte da Província de Cabinda, fazendo fronteira com o Congo Brazzaville e a República Democrática do Congo, ocupando uma vasta extensão territorial de 290 mil hectares, distribuídos entre os municípios de Buco Zau (comunas de Inhuca e Necuto) e Belize (comunas de Miconge e Luali). Apresenta uma densa vegetação com árvores frondosas com 50 metros de altura onde podemos destacar o Pau-Rosa, Ngulo Mazi, entre outros.
A fauna está constituída de animais de grande porte como os Elefantes, Rinocerontes, Pacaças, vários primatas como os gorilas, chimpanzés, pequenos macacos e preguiças, vários tipos de roedores, aves raras como o papagaio cinzento e periquitos.
O Maiombe é um “mar vegetal” sem fim de verdura, um
estonteamento de beleza singular em África, de obsecção verde, aliada a
centenas de espécies diferentes de lepidópteros que entusiasmam qualquer
pessoa. Existem mesmo coleccionadores de borboletas espalhados por todo o
mundo.
Há museus em Londres, Tóquio, Munique, Copenhaga, entre outros, que
possuem exemplares admiráveis de borboletas de Cabinda, oriundos do Maiombe».
Este é um conto animado de 8 minutos, que traduz com exactidão o que se passa em Portugal e um pouco por toda a Europa e mundo. Retrata o facto de os ricos não quererem pagar impostos, pervertendo as Democracias, enganando os povos/sociedades, empurrando toda a carga fiscal para cima dos mais pobres e levando-os a acreditar que não há outra solução. Um vídeo imperdível !
Um vídeo sobre como chegámos a este estado, com serviços públicos mal financiados e ampliando a desigualdade económica.
As coisas vão para baixo numa terra feliz e próspera após os ricos decidirem que não querem pagar mais impostos. Dizem às pessoas que não há alternativa, mas as pessoas não têm assim tanta certeza. Esta terra tem uma semelhança surpreendente com a nossa terra.
«"Era uma vez uma terra que era feliz e próspera. Tinha um
grande sistema de educação, ruas tranquilas e trabalho para todos. Havia poucos
pobres e poucos ricos. A maior parte estava no meio. As pessoas desta terra
pagavam pela sua boa vida investindo em conjunto no futuro.
A isso eles chamavam "pagar impostos". Cada um
pagava o que podia. As pessoas pobres pagavam pouco, as pessoas do meio pagavam
uma quantidade média e as pessoas ricas, 1% do total, pagavam mais do que os
outros. E todos pensavam que isto era bom.
Mas de vez em quando, as pessoas ricas decidiam que não eram
o suficientemente ricas. E então pensavam em formas de ficarem mais ricas. A
primeira forma era cortar nos impostos. Não lhes importava se isso significava
menos serviços para todos.
Diziam: "Porque razão me devo preocupar pelos outros
que não são ricos?"
"Eu posso contratar professores, segurança"
"e usar as pessoas disponíveis para trabalhar para mim" "por
menos dinheiro que aquele que os impostos custam." "E depois eu posso
deixar o resto dos meus impostos... para mim!"
A segunda maneira que essas pessoas encontraram para se
tornarem mais ricas foi com leis de evasão fiscal. A ideia destas leis era
permitir que os mais ricos deixassem de pagar impostos e que isso seria
benéfico para todos e por isso eles não deveriam de pagar. (…) (…)"»
Nota: o texto em cima é parte da transcrição do vídeo.
Taxar os ricos:Um conto de fadas animado, é narrado por Ed
Asner, com animação de Mike Konopacki. Escrito e dirigido por Fred Glass para a
Federação de Professores da Califórnia.
A TAP... A menina dos olhos dos Portugueses, a empresa emblemática de Portugal, que esteve e está encarregue de transportar o bom nome de Portugal e levar a "bandeira" de Portugal a todos os cantos do mundo, assim como promover a marca "Portugal" e dá-la a conhecer por todo o Mundo.
Mas, a TAP enfrenta agora um grave problema "político"; querem-na vender a todo o custo e a qualquer preço, sem se preocuparem com o que isso implica para Portugal e para os Portugueses (economicamente). É uma vergonha!
Dizem (os políticos), que os pilotos tem destruído a empresa com as greves... Dizem que a empresa não é viável por ter uma divida enorme por perdas, e apontam o dedo aos pilotos. É mentira!!
Como se vê na reportagem em baixo, o que levou a TAP à ruína económica foi o seu gestor, Fernando Pinto, com os negócios ruinosos ligados ao Brasil, com a compra da VARIG, VEM e a compra das oficinas do Brasil, empresas essas cheias de dívidas (mais de 500 milhões), que são um sorvedouro de dinheiros da TAP (ao minuto 35:00). Mas como se não basta-se, ainda compraram a Portugália ou PGA. Já a Groundforce, alguns anos deu lucro, outros prejuízos, com os inexplicáveis malabarismos contabilísticos de Fernando Pinto (ao 1:02:10).
No meio disto tudo sempre tivemos os sucessivos governos que tudo permitiram à administração da TAP, sem lhe exigir responsabilidades pela má gestão; pelo contrário, ainda o premiaram com um salário fora de comum numa empresa pública. Quanto mais Fernando Pinto arruinava a TAP, mais recebia... em 2008 duplicou o salário, recebendo mais de 816 mil euros(Fernando Pinto reconhece que nem tudo correu bem).
Por muito que se escreva não dá para acreditar... só mesmo vendo esta excelente reportagem da SIC dá para entender um pouco melhor como se deixou chegar a TAP a este ponto.
Grande Reportagem sobre a TAP, mostrando uma investigação sobre os dois negócios que terão provocado a ruína da TAP.
A TAP enfrenta um momento de viragem. O novo processo de privatização da companhia aproxima-se de um desfecho e o sindicato dos pilotos marcou uma greve de 10 dias a partir de sexta-feira. Num trabalho de investigação, a SIC apresenta-lhe a TAP por dentro.