«Este blog não respeita o acordo ortográfico (AO90), por ser um atentado inaceitável à língua de Camões e de todos os Portugueses! E você, vai fazer parte deste atentado à língua Portuguesa, escrevendo segundo a aberração do AO90?»
“A Inércia” de um povo;
"Um dos males de um país é a inércia dos cidadãos e a incapacidade da sociedade civil para se afirmar e ser um contra-poder às instituições".
Apresentadora da Record, diz que Índio tem que "Morrer de Malária, de Tétano"
Há jornalistas que se acham com o direito de "vomitar" tudo da boca para fora, só porque se acham superiores aos demais cidadãos.
A apresentadora Fabélia Oliveira da Record é uma vergonha, está ao serviço dos interesses da alto capital e da Monsanto que comercializam os agro-químicos assassinos que estão provocando muitas doenças aos Índios e lhes destrói o seu modo de vida simples e em comunhão com a natureza.
Simplesmente vergonhoso e completamente descabido, racista e xenófobo. Fabélia Oliveira simplesmente se deveria se demitir de seu cargo, como jornalista. Uma vergonha para o Brasil e todos os brasileiros!
Mas nas redes sociais o ataque tem sido feroz e cerrado, à apresentadora sem vergonha, nem inteligência.
Nota: o texto abaixo está escrito em Português do Brasil, do site da RD1, Brasil.
Fabélia Oliveira despertou a ira dos internautas nesta semana. A apresentadora do programa “Sucesso no Campo”, da TV Sucesso, afiliada da Record em Goiás, atacou os índios e defendeu os produtores rurais.
Os internautas descobriram o perfil de Fabélia no Facebook e organizaram um “vomitaço” nas postagens dela utilizando um dos emoticons disponíveis na rede social. Ela também recebeu centenas de críticas.
“Você é simplesmente uma bosta. Canalha e covarde”, disparou um internauta. “Irresponsável, racista, xenofóbica, não faz ideia do mal que faz com suas palavras cheias de preconceitos sendo ditas na TV. Sem conteúdo, leiga em sociologia, não sabe a diferença entre discurso de ódio e ‘opinião’?”, disparou outra.
Algumas mensagens foram apagadas por Fabélia, que não gostou do samba-enredo da escola carioca Imperatriz Leopoldinense. Muita gente já está apelidando a jornalista de “Rachel Sheherazade da Record”.
Entenda o caso:
O tema, intitulado Xingu, O Clamor Que Vem da Floresta!, faz críticas ao agronegócio e à usina de Belo Monte, chamando-a de “belo monstro”. “Eles querem preservar a cultura e estão corretos, sou em favor disso. Eles querem a mata para preservar a cultura deles? Então eles vão viver da cultura deles”, disparou Fabélia no programa.
“Deixar a mata reservada para comer de geladeira não é cultura indígena, não. Eu sinto muito. Se ele quer preservar a cultura ele não pode ter acesso à tecnologia que nós temos. Ele não pode comer de geladeira, tomar banho de chuveiro e tomar remédios químicos. Porque há um controle populacional natural”, continuou.
E em seguida faz o trecho mais polêmico do comentário: “Ele [o índio] vai ter que morrer de malária, de tétano, do parto. É a natureza. Vai tratar da medicina do pajé, do cacique, que eles tinham. Aí justifica”. Consulte aqui, aqui e aqui!
Um pouco de história do Peru. Lima, desconhecida de muitos, mas, guarda grandes tesouros por descobrir.
"Cultura e aventura, história e paisagens de tirar o fôlego. Lima tem tudo isto. Ao flutuar de parapente no distrito de Mira-flores é possível ver que a capital peruana é uma metrópole multifacetada e sofisticada. Foi oficialmente fundada pelo conquistador espanhol Francisco Pizarro em 1535, como a Ciudad de los Reyes. Encontrá-mo-nos com o nosso guia, Luís Repetto, na principal praça de Lima: “chama-se Plaza de Armas, porque nos séculos 17 e 18, Lima era uma cidade muito assediada pelos piratas. As armas eram guardadas na casa do governo. Quando era dado o sinal que os piratas estavam por perto, o povo vinha até à casa do governo buscar as armas, para defender a cidade.” Continue lendo aqui!