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«Este blog não respeita o acordo ortográfico (AO90), por ser um atentado inaceitável à língua de Camões e de todos os Portugueses! E você, vai fazer parte deste atentado à língua Portuguesa, escrevendo segundo a aberração do AO90?»

A Inércia” de um povo;


"Um dos males de um país é a inércia dos cidadãos e a incapacidade da sociedade civil para se afirmar e ser um contra-poder às instituições".
R. Eanes




A apresentar mensagens correspondentes à consulta Duarte Lima ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Pilantragem da pior Espécie...

Pilantragem da pior Espécie... Mas que país é este? Que justiça é esta?





Que país é este... Onde anda a justiça? Será que foi de férias? 

Este país foi tomado por vigaristas, corruptos e ladrões. Um país onde há uma justiça que só tem capacidade de condenar os pobres à prisão e os ricos saem sempre intocáveis por entre os pingos da chuva... Uma vergonha o que se passa em Portugal, uma justiça que vive na inércia total num país que está a saque! 


Golpe de Duarte Lima dá prejuízo de 50 milhões aos contribuintes Prédio rústico tem uma área de 447 519 m2 e localiza-se em Oeiras.


Julgado em Lisboa pelo desvio de cinco milhões de euros a Rosalina Ribeiro, companheira do milionário Tomé Feteira, Duarte Lima, também acusado de matar a mulher, viu a procuradora do caso de abuso de confiança pedir a absolvição do ex-líder parlamentar do PSD." fonte


QUE PODRIDÃO VAI NESTE PAÍS...








domingo, 19 de fevereiro de 2017

Duarte Lima ganha Perdão de Dívida

Duarte Lima ganha Perdão de Dívida






Simplesmente escandaloso! Este é um grande exemplo de que este país é uma "Republica das Bananas". 


Há uma máfia que se apoderou deste país. Têm feito o que querem, desviam o que querem, roubam o que querem e no fim alegam estarem falidos e o Estado Português perdoa-lhes as dívidas (assumindo-as), deixadas por eles, que se apoderaram do que não era deles.  

Este é um exemplo: Duarte Lima alega estar falido, pede perdão da dívida e, é-lhe concedido o perdão! Mas que país é este afinal? Que justiça é esta? Andamos a ser governados ou desgovernados?


Veja aqui, no Correio da Manhã (clique!).

Em causa estão dívidas à empresa Parvalorem, a 'holding' estatal que ficou com ativos 'tóxicos' do BPN, de cerca de 20 milhões de euros, aos herdeiros de Tomé Feteira de cerca nove milhões e ao Novo Banco. Verifique, aqui

E, assim sendo; adivinham lá que vai pagar o que este marmanjo roubou/desviou? O povo, claro!!! 


No entanto... O fisco quer penhorar uma mulher por uma dívida de 14 cêntimos às finanças. Não acredita? Clique aqui!



Justiça vergonhosa, que condena um ladrão de pizzas e perdoa um ladrão de 20 milhões de euros.



ACORDA POVO!!! Que tanto dormes...




OS "VAMPIROS" COMEM TUDO E NÃO DEIXAM NADA... ELES COMEM TUDO, ELES COMEM TUDO E NÃO DEIXAM NADA... Zeca Afonso tinha razão!!! 

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Mas que raio de Democracia é esta?

É muito Grave o que o Sr. Paulo Morais disse na casa da Democracia Portuguesa!!




Quando este "Senhor" Paulo Morais, fala na Assembleia da Republica e diz o que disse, para depois nada acontecer... é muito grave o que está a acontecer na "casa do povo", com denuncias feitas por este Senhor na cara de todos os Deputados e Políticos presentes na Assembleia.

Mas que raio de Democracia  é esta?







Torna-se gravíssimo o que Paulo Morais disse, mas mais grave é, não haver consequências nenhumas, nem ao nível político nem a outro nível qualquer, na sociedade Portuguesa...



A Democracia em Portugal está completamente moribunda, ou seja já não há Democracia porra nenhuma!



Indignai-vos!!!



E porque é muito grave transcrevo em baixo tudo na integra o que foi dito pelo Sr. Paulo Morais na Assembleia do "povo"!


INCOMPATIBILIDADES DOS DEPUTADOS - O ESTADO ATUAL: intervenção de Paulo Morais no XV Encontro Público PASC - Regime de Incompatibilidades dos Deputados da Assembleia da República.


Intervenção de Paulo Teixeira de Morais, Professor Auxiliar na Universidade Lusófona do Porto, Director do Instituto de Estudos Eleitorais da mesma Universidade e Vice-Presidente da TIAC - Transparência e Integridade, Associação Cívica, no XV ENCONTRO PÚBLICO PASC - REGIME DE INCOMPATIBILIDADES DOS DEPUTADOS DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, realizado no dia 29 de Novembro de 2013, na Sala do Senado da Assembleia da República.





"...
Exm.º Senhor Presidente da Comissão Parlamentar para a Ética,a Cidadania e a Comunicação, Senhor Doutor Mendes Bota,

Exm.ª Senhora Coordenadora da Plataforma Activa da Sociedade Civil, Senhora Doutora Maria Perpétua Rocha,

Meus Amigos, Caros Concidadãos, 


Nesta mesma Casa, na sede do regime democrático republicano, e perante aqueles que tinham acabado de o eleger, o Presidente Manuel de Arriaga, ciente de que tinham depositado nas suas mãos “um tesouro precioso, a liberdade”, promete, em nome dessa mesma liberdade, “eliminar todos os privilégios que, sendo mantidos à custa da depressão e ofensa dos nossos semelhantes, são para mim malditos”. 

A eliminação dos privilégios malditos, porque o são à custa duma sociedade deprimida, deve ser a primeira das preocupações da Assembleia que é herdeira do nome e dos princípios da República de Manuel de Arriaga. Justamente por ser da República, esta Assembleia deveria combater todo o tipo de privilégios indevidos, na defesa da ética republicana e dos ideais de liberdade e igualdade, que enformam o mundo democrático contemporâneo. 

Mas, se é verdade que vivemos hoje em liberdade, é também certo que, infelizmente, a nossa democracia carece de um enorme aprofundamento e melhoramento. 

A proximidade entre interesses privados e o bem público é, à época que vivemos, a regra vigente na promíscua política nacional. A vida política é interpretada e dirigida por atores que, frequentando simultaneamente os dois mundos, o dos negócios e o da defesa do interesse público, confundem a lealdade que devem ao povo com a fidelidade a quem os remunera. Este é um problema generalizado, que se tem feito sentir nos diversos governos, nas entidades reguladoras e que assume particular relevo e simbolismo, naquele que é o primeiro dos órgãos representativos do regime, o Parlamento. 

No Parlamento português, nas últimas legislaturas, têm sido inúmeros os deputados que, de forma aparente, potencial ou real, se colocaram e colocam em situação de conflito de interesses. 

As ligações empresariais dos deputados fazem-se sentir em múltiplos sectores, mas principalmente naqueles em que a promiscuidade com o estado é mais rentável, das obras públicas ao ambiente, das finanças à saúde, da agricultura à promoção imobiliária. Há dezenas de deputados que acumulam a função parlamentar com a de administrador, director, consultor ou advogado de empresas que desenvolvem grandes negócios com o estado. 

A duplicidade de papéis interpretados pelos parlamentares é perversa para o regime. 

E vem de longe. O primeiro grande símbolo da promiscuidade excessiva entre a política e os negócios terá sido talvez Duarte Lima. Como tantos outros que se lhe seguiram, o então líder parlamentar do PSD acumulava o seu papel de representante do povo e do estado português com as funções de consultor de grupos que faziam negócios com esse mesmo estado, como era o caso do grupo construtor Mota. Assessorava até entidades cuja actividade depende de despachos administrativos, como é o caso da Associação Nacional de Farmácias e outros. Quem servia então este ex-líder parlamentar? O Povo que o elegera ou as empresas que lhe pagavam? Além do mais, Duarte Lima, um dos mais marcantes líderes parlamentares que esta Assembleia teve desde o 25 de Abril, esteve (e está ainda) intimamente ligado a negócios com o banco que constitui quiçá o maior escândalo empresarial deste regime, o Banco Português de Negócios. 

Desde então, pelo menos, este tipo de situações tem-se generalizado e perpassa as diversas legislaturas, contamina diversas forças políticas e é protagonizado por alguns dos mais poderosos actores da cena política nacional. Se atendermos aos últimos anos apenas, os casos de conflito de interesses são reiterados. 

Ainda na legislatura anterior, quando reunia a então comissão parlamentar de obras públicas, que analisou, decidiu e supervisionou legislação relativa a parcerias público-privadas rodoviárias, cerca de metade dos seus membros estava então directamente ligados ao sector imobiliário. Afinal, que interesses ali se defendiam? Os deputados/empresários representavam o povo, os cidadãos que os elegeram, junto do sector, ou o sector empresarial das obras públicas que tanto hoje beneficia de rendas agiotas das parcerias público-privadas? 

Na actual legislatura, em todas as comissões economicamente relevantes, há conflitos de interesses, sejam eles reais ou potenciais. Na comissão de agricultura, Manuel Isaac, deputado, tutela, em nome do Parlamento, um ministério que, por sua vez, influencia a atribuição de subsídios à empresa de que é administrador. O presidente da comissão parlamentar de Segurança Social, José Manuel Canavarro, é consultor do Montepio Geral, banco cuja actuação se situa na área da solidariedade. E na saúde, sector tão sensível, em que o maior operador nacional é o estado português? O deputado Ricardo Baptista Leite quando se desloca a eventos, comemorações e inaugurações fá-lo na dupla e ambígua representação, ora da Assembleia da República, ora da Glint Healthcare Solutions. Também se deverá achar desconfortável Couto dos Santos, membro da administração da construtora MonteAdriano, entre outras, quando estão em causas obras em hospitais ou centros de saúde. 

Mas os exemplos sucedem-se. 

Na comissão hoje mais importante, a que acompanha o Programa de Assistência Financeira a Portugal, que tem por funções fiscalizar as medidas previstas no memorando de entendimento com a Troika, nomeadamente as alienações de capital público na EDP e na REN, a privatização da exploração aeroportuária ou o apoio à recapitalização da Banca – nesta comissão tem assento Miguel Frasquilho que trabalha na Essi, entidade do grupo financeiro Espírito Santo que, ainda por cima, assessorou os chineses na compra da EDP; a que se juntava até há pouco tempo Adolfo Mesquita Nunes, advogado da poderosa sociedade “Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva”, justamente o escritório de referência no sector de electricidade em Portugal. Nessa mesma comissão parlamentar, de acompanhamento ao programa de assistência financeira, os interesses da EDP têm estado ainda representados pelo deputado Pedro Pinto. 

E por aí fora. A desfaçatez é de tal ordem que até a comissão de combate à corrupção, criada no Parlamento na legislatura anterior, foi presidida pelo advogado Vera Jardim que, na sua qualidade de presidente do Banco Bilbao Viscaya e de uma leasing imobiliária, representa os sectores mais permeáveis à corrupção, a finança e a construção civil; já para não falar do seu então vice-presidente, Lobo de Ávila, que pertencia a diversos órgãos sociais das empresas de Miguel Pais do Amaral, com inúmeras ligações a negócios com o estado. 

É também muito difícil de aceitar que o actual Presidente da Comissão Parlamentar de Defesa, Matos Correia, seja advogado no mesmo escritório que o seu antecessor na função, José Luís Arnaut, cujo principal sócio é o ex-ministro, também da Defesa, Rui Pena. Que competências tão peculiares terá esse gabinete jurídico para obter tão forte representação pública em sector tão relevante sob o ponto de vista estratégico? Que competências têm os advogados dessa sociedade para representar o povo num sector por onde correm alguns dos mais rentáveis (e corruptos) negócios do estado português? 

Por último, uma palavra para os parlamentares que são associados ou colaboradores das grandes sociedades de advogados. 

Estes são sempre, pela natureza da sua função, representantes dos interesses dos seus clientes que, através desta classe profissional, invadem o Parlamento com os seus interesses e negócios. Num país tão dependente do estado na sua actividade económica, os advogados/deputados sempre serão tentados a utilizar a informação de que dispõem, enquanto agentes públicos, em proveito dos seus clientes. E de cada vez que um deputado/advogado debate, prepara e elabora uma qualquer legislação, vacila, inevitavelmente, entre lealdade ao povo que o elege e a fidelidade às empresas que lhe pagam. Seguramente, em caso de dúvida, inclinar-se-ão para a fidelidade a estas últimas, suas representadas. 

···

Meus Amigos, 


Os exemplos são inúmeros, a promiscuidade entre política e negócios é generalizada. Mas mesmo assim, causou perplexidade a nomeação do deputado Paulo Mota Pinto para o Conselho de Fiscalização do Sistema de Informações da República. Este parlamentar é, simultaneamente, administrador da Zon, empresa cujo accionista de referência é Isabel dos Santos, filha do presidente de Angola, José Eduardo dos Santos. Assim, temos um homem de confiança, directa ou indirecta, do regime angolano a superintender, em nome do Parlamento, em representação do povo português, a actividade dos serviços portugueses de informação. 

A somar a todos estas, há ainda outras situações difíceis de compreender. Não se percebeu a nomeação do deputado Ricardo Rodrigues, que foi condenado por roubar gravadores a jornalistas, para o Conselho Geral do Centro de Estudos Judiciários. Chega a ser irónico e revela até desrespeito pelo Centro de Estudos Judiciários. 

Os exemplos multiplicaram-se. Os interesses privados capturaram os agentes políticos. Esta situação torna-se insustentável, sob o ponto de vista da higiene democrática. 

É agora urgente restaurar a democracia e, muito em particular, requalificar o Parlamento, e prestigiar os seus agentes. Os deputados que são da Nação devem representar o povo. E não o polvo de interesses que se alimentam do Orçamento, ou seja, dos impostos de todos os portugueses. 

Para erradicar esta teia de negócios que domina a política, o Parlamento deverá criar um regime de incompatibilidades muito restritivo para os detentores de cargos públicos. Que deve, num período transitório de higienização, ser de exclusividade total. Até que a democracia respire, até que os “interesses malditos” de que falava o presidente Arriaga deixem de estar representados no Parlamento e passem, de uma vez por todas, a ser combatidos pela Assembleia da República.

···

Caros Concidadãos, 


Uma democracia autêntica deveria orgulhar-se do seu Parlamento. Mas não é isso que hoje se passa, lamentavelmente. Vivemos tempos em que o povo português revê na sua classe política as palavras de Luís de Camões que se recusou a cantar nos Lusíadas a “quem, com hábito honesto e grave, veio (…) no ofício novo, a despir e roubar o pobre povo”. 

Senhora Doutora Maria Perpétua Rocha, muito obrigado pelo seu convite para reflectir, na Casa da Democracia, sobre um assunto de extrema relevância e de cuja resolução depende, em meu entender, a sobrevivência desta democracia moribunda. 

Senhor Deputado Mendes Bota, bem haja por ter promovido este debate no Parlamento, na Casa de todos nós, cidadãos. A liberdade de expressão é um direito que nos está constitucionalmente consagrado, mas, curiosamente, poucos seriam os agentes políticos que, na própria Casa onde a Lei Fundamental foi concebida, estimulariam o exercício totalmente livre desse mesmo direito constitucional. 

Ao apoiar este debate, o Senhor Deputado Mendes Bota permite-nos concluir que embora a democracia esteja doente, em Portugal ainda se respira um pouco de liberdade. 

Saibamos todos aproveitar a energia que ainda resta nesse ténue sopro de liberdade! ..."


Muito Obrigado!




terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Fisco Fechou os "Olhos" a mais de 10 Mil Milhões euros!!!

Fisco Fechou os "Olhos" a mais de 10 Mil Milhões de euros para Offshores, entre 2011 e 2015





Mega escândalo envolvendo o fisco, numa gigantesca fuga aos impostos!

É imoral de mais... O fisco compactua e é cúmplice na fuga aos impostos para paraísos fiscais por parte dos grandes grupos económicos no país: pois, faz vista grossa aos multi-milionários! Agora se percebe o porquê da existência de uma "Lista VIP no Fisco" (clique!)! Fisco fora da Lei...

É uma tremenda imoralidade o que se passa neste país, onde o fisco tem penhorado de forma sistemática e automática pessoas por pequenas dívidas ao fisco, por vezes de cêntimos e, deixa escapar propositadamente valores de milhares de milhões para offshores, sem controlo algum, numa clara fuga ao imposto.

Sabe-se agora que entre 2011 e 2015, a lupa das finanças às grandes fortunas, estava suja, desfocada, e deixou passar milhares de milhões para fora do país, para paraísos fiscais, sem escrutinar que valores eram esses... É vergonhoso tudo isto ter acontecido no  GOVERNO de PASSOS COELHO e PORTAS com o FMI/Troika por cá, sendo os Ministros das finanças Victor Gaspar e Maria Luís de Albuquerque; que pelos vistos não viram nada, não sabiam de nada... Estavam moipes, pois claro! Mas para cortar nos pobres; cortar salários, cortar no subsidio de  desemprego e de doença, cortar nos abonos das crianças e nas reformas, ai já não estavam míopes. Que falta de vergonha "púlhitica" e institucional !!


Fixem bem este numero, que é gigantesco, 10 000 000 000 (10 mil Milhões)! 
Passou despercebido ao fisco mais de 10 mil milhões de euros. Como foi possível, Sr. Passos Coelho e Sr.ª  Maria Luís de Albuquerque?


Só para comparar, o valor total do resgate a Portugal em 2001 foi de 78 mil milhões de euros...



Portugal está capturado por forças negras, maléficas e mesmo mafiosas. Uns fogem com milhares de milhões aos fisco, outros vêem serem-lhes perdoado pela justiça 20 milhões de euros, no caso o Sr. Duarte Lima (clique!). Já não há honestidade na maioria dos políticos nem na maioria dos governantes, que só pensão em se governar a eles próprios. Fazem leis que penalizam quem trabalha e quem cumpre com os seus deveres. No entanto há uma impunidade vergonhosa, escandalosa, aos grandes grupos económicos que fogem com as suas fortunas para paraísos fiscais sem pagarem os devidos impostos no país.





"Em apenas cinco anos, de 2010 a 2014, empresas e particulares transferiram de Portugal para offshores localizados em paraísos fiscais 10.200 milhões de euros, de acordo com estatísticas da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) a que o PÚBLICO teve acesso.

O número exacto das transferências ao longo dos cinco anos foi de 10.221.802.264 euros. A larga maioria deste montante foi enviado para estes territórios por empresas, um total superior a 9500 milhões de euros, enquanto os restantes 675,5 milhões foram transferidos por pessoas singulares." Continue lendo, aqui!



Os bancos estão obrigados a identificar e reportar ao fisco as transferências de dinheiro realizadas a partir de Portugal para contas sediadas em offshores. O fisco é depois responsável por escrutinar esses movimentos para detetar, por exemplo, eventuais indícios de branqueamento de capitais ou fuga aos impostos. De acordo com o esclarecimento prestado pelo Ministério das Finanças, houve “20 declarações apresentadas por instituições financeiras que não foram objeto de qualquer tratamento pela AT”. 

Feitas as contas, entre 2o10 e 2015, saíram do país 28.909,6 milhões de euros para contas em offshores. Fonte, aqui!



"Quantos mais escândalos de offshores, mais certas se revelam as razões do Bloco"




Não fiscalizaram porque não quiseram!!!




terça-feira, 24 de março de 2015

BPN; Depois da Fraude, Ficou as Dívidas!

BPN; Depois da Fraude, Ficou as Dívidas!







BPN:  depois do  "assalto" veja como se transferiu as dívidas para o contribuinte...(?) 

À Parvalorem (empresa do Estado) coube a responsabilidade de tentar reavar dívidas deixadas ao BPN (dívidas muitas delas incobráveis), coerciva-mente ou não... e como foram transferidos 300 funcionários do BPN (como se fossem mercadoria tóxica), para o Estado, ficando esses funcionários na Parvalorem completamente desamparados e passando por situações psicologicamente difíceis; passaram de funcionários bancários, a cobradores de dividas incobráveis. 






Contribuintes já pagaram 2206 milhões, mas Tribunal de Contas vem dizer agora que prejuízo total irá até 4691 milhões.



Os contribuintes perderam até à data 2206 milhões de euros com o Banco Português de Negócios (BPN), nacionalizado em 2008, mas o pesadelo financeiro está longe de terminar. O Tribunal de Contas (TdC) diz, explicitamente, que há encargos adicionais de 2485 milhões de euros "que terão de ser suportados pelo Estado no futuro".



Estes são os negócios ruinosos e altamente lesivos para o contribuinte, em que os últimos (des)Governos (PS e PSD) enfiaram o país e com consequências trágicas para o cidadão Português!



"...Em 2013, a SIC exibiu quatro episódios sobre o escândalo BPN.


Num esforço de descodificação da fraude, fizemos a história do banco, criado em 1998, por José Oliveira Costa, um antigo secretário de Estado de Cavaco Silva, um homem simples, de família humilde, natural do distrito de Aveiro. Sobre Oliveira Costa já tudo se escreveu; já tudo se disse. É o rosto de uma história que está a deixar profundas marcas num país a viver em asfixia financeira. Não será, certamente, o único. Os processos judiciais associados ao BPN sucedem-se, destapando outros protagonistas. Seguem ao ritmo lento da justiça. O processo principal começou em Dezembro de 2010, há quatro anos. Envolve 15 arguidos. Ouviu 300 testemunhas. E está para durar. Há outros três processos, igualmente relevantes, em estado de maturação judicial avançado. Mas os inquéritos prosseguem. A história completa do BPN, provavelmente, nunca chegará ao fim."



Veja como o Estado assumiu 300 empregados do BPN que o BIC rejeitou.


A Parvalorem gere uma carteira de dividas de 4, 5 mil milhões de euros. Contudo, gere igualmente os 300 funcionários do BPN que ainda resistem e que não foram contratados pelo BIC quando o banco angolano comprou o BPN. A Grande Reportagem desta quinta-feira mostra-lhe uma empresa doente, que esteve parada, literalmente, durante dois anos. O relato completo de seis anos de angústia. A segunda parte da Grande Reportagem será transmitida esta sexta-feira.

Depois da Fraude (2ª Parte): A Cobrança.
Depois da Fraude, a Cobrança. Neste episódio vamos revelar-lhe onde foi gasto o dinheiro que saiu dos cofres do BPN e que hoje alimenta o buraco do banco de Oliveira Costa.

O relato traduz a história do próprio banco: "distribuiu avultados empréstimos sem cuidar das garantias. Numa sucessão de casos quase caricatural ficamos a perceber como se endividaram figuras próximas do antigo homem forte do BPN e da SLN, José Oliveira Costa. Da lista das personagens escolhidas fazem parte, entre outros, Ricardo Oliveira, Aprígio Santos, Joaquim Coimbra, Emídio Catum e Domingos Duarte Lima" remata a nota de imprensa.









As respostas de gozo, de Oliveira Costa aos deputados.

Alguns dos melhores momentos do depoimento de Oliveira e Costa na Comissão de Inquérito à supervisão no caso BPN.




BPN: o banco dos amigos...

Nas vivendas de luxo da Aldeia da Coelha, têm casa de férias Cavaco Silva e alguns dos administradores que afundaram o BPN. O presidente disse à revista Visão que "não se recorda" de quando fez a escritura da casa nem onde é que a escritura foi feita.

INDIGNAI-VOS!! 

"Um dos males de uma Sociedade, é a "inércia" dos seus cidadãos, e a sua incapacidade em se afirmar, enquanto sociedade civil, e ser um contra-poder às instituições que destroem um país e o seu povo/sociedade". R. Eanes

terça-feira, 27 de novembro de 2018

A Nossa Justiça...

A Nossa Justiça... ou Injustiça?





A vergonha da nossa justiça... Só tem capacidade para condenar os pequenos roubos (de pouca relevância), no entanto, os ROUBOS de muitos milhões a nossa justiça é incapaz de condenar os LADRÕES a prisão efectiva, como: banqueiros e outros larápios de colarinho branco. Tipo Duarte Lima, que viu lhe ser perdoada uma dívida de vários milhões de euros. Mas, que justiça é esta? 




"O Tribunal Judicial de Braga condenou, esta segunda-feira, a um ano e meio de prisão efectiva um homem que roubou seis euros a outro na via pública, em Janeiro de 2016, naquela cidade." fonte, JN e aqui.






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