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«Este blog não respeita o acordo ortográfico (AO90), por ser um atentado inaceitável à língua de Camões e de todos os Portugueses! E você, vai fazer parte deste atentado à língua Portuguesa, escrevendo segundo a aberração do AO90?»

A Inércia” de um povo;


"Um dos males de um país é a inércia dos cidadãos e a incapacidade da sociedade civil para se afirmar e ser um contra-poder às instituições".
R. Eanes




A apresentar mensagens correspondentes à consulta Rendas EDP ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
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segunda-feira, 31 de março de 2014

EDP paga Milhares a Ex-governantes

EDP paga Milhares a Ex-governantes!!!




Ministro da Economia admitiu que a saída de Henrique Gomes do Governo
foi festejada por Mexia e Catroga. Foto Miguel A. Lopes/Lusa

Políticos do PS, PSD e CDS andam-nos a enganar, a roubar às descaradas e ainda por cima andamos a dar energia aos Espanhóis, só num trimestre nós os Portugueses "pagamos 75 milhões para vender energia a Espanha", coisa absurda, isto é um crime Nacional e ninguém faz nada... O Ex-secretario de estado afirma no terceiro video, a venda com perdas a Espanha!



A promiscuidade política entre o Governo e a EDP, é escandalosa, onde estão envolvidos Ex-governantes e governantes actuais. E a total "Inércia" do povo/sociedade permite que estes roubos continuem sem que nada aconteça...!

EDP com lucros pornográficos...

Depois dá nisto: EDP com lucros recorde de 1125 milhões em 2011, aqui!

A EDP fechou 2012 com lucros de 1.012 milhões de euros, aqui!

Em 2013: Lucros da EDP continuam acima dos mil milhões de euros, aqui! e aqui!


E tudo isto é possível porque a EDP contratou os boys que estiveram no governo!!!


Em baixo noticia, Correio da Manhã:


Sete ex-governantes, todos das áreas do PSD, PS e CDS, ganharam, em 2013, mais de 812 mil euros como membros do Conselho Geral e de Supervisão da EDP, órgão de aconselhamento da eléctrica liderada por António Mexia, também ele ex-ministro. Eduardo Catroga, ex-ministro das Finanças e presidente daquele órgão, obteve a remuneração anual mais elevada: 490 500 euros. Ou seja: em 14 meses, Catroga ganhou mais de 35 mil euros por mês. No grupo de sete ex-governantes, há seis ex-ministros e um ex-secretário de Estado. Do PSD, são, além de Catroga, os ex-ministros Jorge Braga de Macedo (Finanças, 1991-1993) e Luís Filipe Pereira (Saúde, 2002-2005). Do PS, são os ex-ministros Rui Pena (Defesa, em 2001 e 2002) e Augusto Mateus (Economia, 1996-1997). Do CDS-PP, Celeste Cardona (Justiça, de 2002 a 2004). Paulo Teixeira Pinto é o ex-secretário de Estado. Deste grupo, Celeste Cardona recebeu a segunda remuneração anual mais elevada: 69 999 euros. Em 14 meses, são quase cinco mil euros por mês. Os restantes ex-governantes ganharam de 33 927 a 57 mil euros por ano. Aqui no CM!



Passos Coelho, não desmente. Lobby do sector eléctrico despediu secretário de Estado da Energia, aqui!


PS, PSD E EDP NO ASSALTO AOS PORTUGUESES (1 de 3)...



Para o entrevistado o Ministro Álvaro Santos Pereira, também é um homem sério e competente, e não foi o ministério da economia, que cedeu ao loby da EDP.

Isto é um escândalo. Os portugueses têm que perceber que isto é o cumulo, o próprio governo trava quem tenta defender o interesse Nacional. 

A Troika mandou cortar as rendas. Mas também desistiu.




PS, PSD E EDP NO ASSALTO AOS PORTUGUESES...!





Pagamos 75 Milhões para vender energia aos Espanhóis!!! (ao minuto 1:00)

EDP obriga Portugueses a financiar Espanhóis??!


O ex-secretário de estado da energia, que saiu do governo porque não lhe permitiram avançar com os cortes nas rendas da EDP, denuncia aqui mais um escândalo que deveria fazer estremecer o governo e o país... mas nada.
Mais escandaloso ainda é que o próprio PSD votou contra, que se investigasse este caso, ou seja protegeu a EDP e permitiu a humilhação de Henrique Gomes.
"A proposta de audição, apresentada pelo PCP para esclarecer o processo que levou à saída do ex-governante no ano passado, foi aprovada pelo PS, PCP e Bloco de Esquerda na Comissão de Economia e Obras Públicas, mas acabou chumbada pela maioria.
O PSD e o CDS chumbaram hoje uma proposta do PCP para ouvir no Parlamento o ex-secretário de Estado da Energia, Henrique Gomes, e o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira."




Veja aqui a entrevista completa, sobre este escândalo Nacional!
Negócios da Semana - As Trafulhices nas Energias...


Álvaro dos Santos Pereira e ex-secretário de estado foram demitidos, porque queriam cortar nas rendas escandalosas da EDP...!




“Entre um governo que faz o mal e o povo que o consente, há uma certa cumplicidade vergonhosa.” Victor Hugo

Esclarecidos? Pensem, não votem em corruptos!!!



sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Sócrates Investigado pela União Europeia

Sócrates investigado pela UE, por favorecer EDP e lesar o país.


embuste das Barragens feito por José Sócrates!
O senhor Cao Guangjing, presidente da empresa pública chinesa Três Gargantas, e membrosuplente do Comité Central do Partido Comunista Chinês, nem sabe onde se meteu!

O Sr. José Sócrates fez um contracto ruinoso com a EDP, com 27 centrais eléctricas sob a alçada da EDP até 2052!

Bruxelas abre inquérito sobre as concessões da exploração hidroeléctrica dos rios à EDP, aqui no Público (18/09/2013)!

  Três milhões da EDP para M. Pinho

DIAP investiga contratos feitos entre Manuel Pinho (PS) e a EDP, Aqui!



"...Esta medida, que nunca foi notificada à Comissão para exame de eventuais auxílios estatais, traduz-se na manutenção de 27 centrais eléctricas, que representam 27% das capacidades de produção do país, sob o controlo da EDP por um período de tempo muito longo, só terminando, em certos casos, em 2052". Aqui!

"...Os CMEC, que substituíram os contratos de aquisição de energia (CAE), traduzem-se numa compensação financeira de 833 milhões de euros paga às centrais da EDP devido à liberalização do sector eléctrico. Estes contratos foram assinados, em 2007, por Manuel Pinho e o presidente da EDP, António Mexia." Aqui!



Não houve processo de licitação para vender pelo melhor preço... que era o interesse nacional. 
A EDP pagou ao Estado 759 milhões de euros pelo alargamento da concessão. Mas, segundo o actual Governo, que cita informação produzida na mesma altura pela REN, estima que o Estado podia ter encaixado mais 581 milhões de euros.







Não perca este video, talvez conhecendo este e outros saques dos governos, os portugueses percebam porque é que os nossos ex-políticos valem milhões, nas empresas que os contratam...



Plano nacional de barragens vai custar 16 mil milhões



É assim que se faz politica em Portugal...




Álvaro Santos Pereira mostra como a EDP festejou, o facto de ter vencido a batalha contra os portugueses e contra o ministério da economia. O relatório do ME foi desviado por alguém e 1 hora depois de estar feito, já estava nas mãos da EDP.
O relatório denunciava que os portugueses irão pagar 4 mil milhões de rendas excessivas

;  à EDP. Os cortes foram impedidos de avançar pela EDP,  o ministério das finanças opôs-se ao ministério da economia, e Passos Coelho "afastou-se". As finanças foram determinantes, ou seja Vitor Gaspar, foi quem não permitiu que este senhor, defendesse o interesse nacional.
O ministro não queria que Henrique Gomes fizesse um discurso onde falava das ditas rendas e dos valores, não devia querer que os portugueses soubessem, e o Sec. de estado da energia, demitiu-se. ( O famoso discurso da verdade, censurado por Passos Coelho)

"...Como tudo na vida, e principalmente na política, a memória é muito curta. É razoável e importante para todos os portugueses (mesmo os Socratistas), que recordemos o que se passou há bem pouco tempo, melhor dizendo, no fim do mandato do PS comandado pelo, agora, Dr.Eng José Sócrates. Hoje, com toda a lata, diz que o actual governo devia estar concentrado em tirar o país da situação onde o colocou!"

A EDP com estes contractos engorda e o povo emagrece! 
Isto é um assalto aos bolsos dos contribuintes!!!
E quem paga tudo isto? O zé "povinho"!
Corrupção à vista... Pensem bem, não votem mais em corruptos!

"Um dos males do país é a "inércia" dos cidadãos e a incapacidade da sociedade civil para se afirmar e ser um contra-poder às instituições". R. Eanes

Indignai-vos!

sábado, 8 de dezembro de 2018

EDP: Veja como nos ROUBAM...

EDP:  Veja como nos ROUBAM...




O povo anda a ser ROUBADO por políticas de ex-governantes DESONESTOS, que têm permitido à EDP arrecadar milhares de milhões de euros aos longo de vários anos (rendas excessivas). É conhecido agora, que foi a EDP que fez as Leis para USURPAR os cidadãos e empresas, com a permissão do Governo à data (Sócrates), para assim engordarem os cofres da EDP/Chineses (até o ex-ministro Manuel Pinho, obteve um perdão Fiscal de 2.7 Milhões. De onde terão vindo?).

O (des)governo Sócrates permitiu tudo isto, e seguidamente o (des)governo Passos Coelho, continuou a permitir o roubo... já o (des)governo de António Costa pouco ou nada tem feito no sentido de parar definitivamente o ROUBO que a EDP nos vem fazendo... 



Não acredita? Clique aqui (clique!) para ver o longo e escandaloso "filme triste", que tem lesado gravemente todos os Portugueses ao longo dos anos!


"A EDP entregou ao governo de Sócrates uma proposta para duas leis que estão no centro da investigação ao caso EDP. Os custos para a Manutenção do Equilíbrio Contratual (CMEC) e o domínio hídrico. O Ministério Público suspeita que a EDP terá sido beneficiada por decisões políticas do então ministro da Economia, Manuel Pinho." Fonte, e sobre as rendas aqui!













segunda-feira, 20 de abril de 2015

Atenção, pode Estar a ser Enganado pela Galp e EDP

Atenção, pode Estar a ser Enganado pela Galp e EDP





Atenção que pode estar a ser vitima de roubo. A liberalização do mercado da energia em Portugal está a dar frutos "podres", aos consumidores Portugueses. 


Não basta estarmos a pagar as "rendas excessivas" na energia da incompetência política (governo Sócrates), senão agora as empresas de energia (GALP e EDP) ainda defraudarem os consumidores, com contagens irregulares, ou mesmo a não aceitação das contagens que o consumidor dá às empresas de energia (EDP e GALP).

É uma vergonha, o consumidor trabalha de borla para estas empresas (dando as contagens) e ainda é enganado/lesado nas facturas, e ainda tem que pagar a chamada para dar a referida leitura.





ERSE investiga empresas da Galp e da EDP





A Galp ignora leituras dos clientes e emite as facturas sem considerar os consumos reportados pelos consumidores. A EDP não cumpre os procedimentos a que está obrigada quando os clientes decidem trocar de fornecedor. E ambas as empresas estão a rejeitar de forma irregular pedidos de tarifa social, mais barata, por famílias que têm direito a este apoio na conta da energia.



Estas situações foram apuradas pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) e levaram o Conselho de Administração do supervisor a abrir inquéritos sancionatórios às duas empresas, a 15 de Abril.

Em comunicado, a ERSE explica que a investigação a “dois dos mais representativos comercializadores” de energia em Portugal se deve a “indícios de incumprimentos legais ou regulamentares no âmbito da mudança de comercializador, da aplicação das tarifas sociais e do apoio social extraordinário ao consumidor de energia, bem como a desconsideração de leituras comunicadas pelos clientes”. Fonte


A entidade que regula o sector da energia suspeita que várias empresas de electricidade limitaram a atribuição de tarifas sociais a famílias que tinham o direito ao regime. Por causa deste e de outros indícios de más práticas, a ERSE acaba de abrir processos contra várias empresas de electricidade e gás.




A fraude da electricidade em Portugal - lucros excessivos e indevidos.

As rendas excessivas...

E quem beneficia com esta sobrecarga dos consumidores? O relatório revela: 2.133 milhões vão para as centrais e barragens da EDP, 1.521 milhões para as empresas que desenvolveram as energias renováveis e centrais de co-geração e 271 milhões paras as centrais do Pego e da Tapada do Outeiro da International Power.








"Em comunicado, a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) adiantou que, desde a entrada em vigor do regime sancionatório do sector energético, em Janeiro de 2013, analisou 69 casos de potenciais ilícitos contra-ordenacionais, abriu 26 processos de contra-ordenação, deduziu 12 notas de ilicitude e proferiu quatro decisões de condenação e um arquivamento.

Entre as condenações, destaca-se a sanção de 15 mil euros aplicada à Galp Power, empresa do grupo Galp comercializadora de gás natural em mercado livre, por interrupção indevida do fornecimento de gás natural a um cliente.

A mesma empresa também foi multada em 5.000 euros por não discriminar os custos de interesse económico geral (CIEG) na factura.

A terceira sanção, no valor de 2.500 euros, foi aplicada à EDP Comercial por não ter fornecido o livro de reclamações a um consumidor.

A ERSE condenou ainda a Goldenergy por práticas concorrenciais ilegais, o que mereceu uma admoestação à empresa que opera no mercado liberalizado de electricidade e de gás natural.
Todas as condenações partiram da denúncia de consumidores individuais.

O regulador do mercado de energia participou infracções da competência de outras entidades, nomeadamente ao Ministério Público, à Direcção-Geral do Consumidor, ao Instituto de Seguros de Portugal e à Direcção-Geral de Energia e Geologia". (Fonte, Lusa)



INDIGNAI-VOS 



NÃO VOTEM EM PARTIDOS CORRUPTOS, QUE PERMITIRAM E PERMITEM ESTES ABUSOS!



“Entre um governo que faz o mal e o povo que o consente, há uma certa cumplicidade vergonhosa.” Victor Hugo

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Existe CORRUPÇÃO de Estado em Portugal

Existe CORRUPÇÃO de Estado em Portugal







Ex Ministro Manuel Pino (PS) e a Corrupção de Estado... Portugal não faliu, os corruptos faliram-no!

Contrato à medida com a EDP... Já por várias vezes se tinha levantado a suspeita. O Ex Ministro Manuel Pinho fez um contrato à medida para a EDP (negócio das rendas), recebendo avultados ganhos através do BES. E, mais uma vez o DDT (o polvo), Ricardo Espírito Santo no epicentro de mais um negócio cheio de CORRUPTOS e CORRUPTORES que lesaram gravemente o Estado Português.

Terá sido cerca de um  milhão de euros (1 milhão €), quanto Manuel Pino recebeu do GES pelo negócio da EDP e outros serviços, enquanto Ministro da economia no governo. Onde tem andado o Ministério Público? Porquê tanta inércia na justiça, quando investiga ex governantes?

Já sabe agora porque é que a factura da EDP é tão cara?

Toda esta CORRUPÇÃO é paga pelo contribuinte português! Até quando o cidadão vai continuar a votar nos partidos que têm sido o suporte da corrupção existente em Portugal? São eles: PSD, PS e CDS... Não tenhamos ilusões!


E ainda... este governo PS vai dar mais à EDP: «Governo dá 'luz verde' aos 154 milhões a pagar à EDP pelos CMEC até 2027 (clique!





O Ministério Público está a investigar quatro offshores que terão pertencido a Manuel Pinho. No chamado caso EDP, o ex-ministro da Economia do Governo de José Sócrates é suspeito de ter recebido meio milhão de euros do GES enquanto exercia funções governativas. Ricardo Salgado já foi constituído arguido.



Uma mão lava a outra... Manuel Pinho indiciado por corrupção no processo EDP









O CASO MANUEL PINHO

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Sai Mais um Perdão Fiscal de 2.7 Milhões

Sai Mais um Perdão Fiscal de 2.7 Milhões



Esta Democracia(?) não pára de nos surpreender... O Tuga é esfolado vivo com impostos, no entanto, aos ex-políticos é-lhes perdoados milhões em impostos!

Se concordas com tudo isto, continua a votar nos partidos que têm permitido tudo isto... São eles: PSD, PS e CDS!

Onde está a justiça? A lentidão e inércia da ajustiça é aberrante.

"Manuel Pinho suspeito de lavar milhões Ministério Público, que investiga caso EDP, quer obter documentos existentes no caso GES sobre adesão do ex-ministro aos RERT.

O Ministério Público que investiga o caso EDP suspeita que Manuel Pinho, ex-ministro da Economia, tenha aderido aos perdões fiscais dos governos de Sócrates e Passos Coelho para legalizar o dinheiro pago pelo BES. Pinho e a mulher terão aderido ao Regime Excepcional de Regularização Tributária (RERT)." Fonte, CM









Manuel Pinho começou a receber transferências da Espírito Santo Enterprises em julho de 2002. Enquanto foi ministro da Economia recebeu mais de 793 mil euros.

Manuel Pinho recebeu do alegado saco azul do Grupo Espírito Santo não 1 mas dois milhões de euros. As transferências da Espírito Santo Enterprises começaram em julho de 2002 e foram feitas para uma das suas quatro offshores: a Mesete II. Essas transferências, na ordem dos 15 mil euros mensais, continuaram depois a ser feitas até julho de 2012.

Só no período em que Pinho foi ministro da Economia, chegaram às suas contas, via Mesete II e via Tartaruga Foundation, mais de 793 mil euros.

Mas na verdade os pagamentos da ES Enterprises para Pinho não terminaram aí. Em 2013 e 2014, o ex-ministro recebeu mais 315 mil euros, só que desta vez para uma conta que detinha no Banque Privée Espírito Santo.

Estas são algumas das informações que o processo conhecido como Caso EDP foi buscar à Operação Marquês. No caso das rendas da EDP, Manuel Pinho é suspeito de receber pagamentos do GES em troca de beneficiar a EDP quando era ministro e, por arrasto, o BES, que era então accionista da eléctrica.




quarta-feira, 28 de maio de 2014

A factura do BES está a caminho.

A Factura do BES está a Caminho.




A factura, Por: Raquel Varela

"...A factura do BES está a caminho. Quase 1% do PIB desapareceu por "causa do contabilista". O equivalente a quase 20% do orçamento do Serviço Nacional de Saúde de todos os portugueses. Faliu a parte financeira. O BES no seu longo caminho que começa também com um qualquer anónimo filho de pai desconhecido no século XIX, feito conde ou barão, que expropria umas quantas propriedades públicas e vai depois por aí fora com salários baixos na ditadura e trabalho forçado nas colónias e finalmente com rendas fixas protegidas pelo Estado na auto estradas e na saúde. Tudo passa de mão para mão, com a extraordinária capacidade empreendedora, protegida pelo espírito da santa família, dos ...filhos do BES herdarem dos pais do BES que herdaram dos avós do BES. 200 anos de "saídas limpas". Não sei qual das fórmulas é a melhor metáfora da decadência, se a expropriação despudorada dos salários e reformas, saúde e educação, bem estar, vida, se nem procurarem justificações minimamente credíveis para o facto. O contabilista? E o mordomo e a criada lá de casa, não terão o seu quinhão de culpa?"



Compreende-se que ser roubado é mau, mas ser tratado como estúpido era dispensável...!

Não se admite que a incompetência de alguns poucos se venha a tornar em mais um problema, a atormentar a vida de todos os Portugueses!!!


Seguidamente, segue-se o jogo do gato e do rato, entre a nossa justiça, a PGR com  o Grupo Espírito Santo e seus administradores, sem conclusões... Deplorável!



Procuradoria não recebeu auditoria às contas da maior holding do grupo, mas admite pedir todos os elementos que considerar relevantes.


Mesmo que o Banco de Portugal (BDP) não envie a auditoria feita à principal holding do Grupo Espírito Santo (GES) para a Procuradoria-Geral da República (PGR), Joana Marques Vidal pondera vir a pedi-la ao supervisor financeiro para averiguar se há ou matéria relevante para investigação. O documento aponta para "irregularidades graves" e mil milhões de dívida escondida nas contas da Espírito Santo International (ESI). Fonte


O mesmo Ministério Público que em 2005 revelou ao BES segredos de justiça. Aqui!
O Ministério Público (MP) revelou ao Banco Espírito Santo (BES) a identidade das demais entidades bancárias que estavam sob investigação por indícios de evasão fiscal, fraude fiscal e falsificação de documentos. A alegada violação do segredo de justiça, que envolvia o BCP, o BPN e o Finibanco... Fonte


Administradores do BES a contas com a Justiça (em 2013).

Transacções com acções da EDP voltaram a colocar o BES na mira do Ministério Público. José Maria Ricciardi e Amílcar Morais Pires foram constituídos arguidos na sequência de uma queixa da CMVM.
Os factos sob investigação remontam a 2008, durante o período em que estava a decorrer a oferta pública de venda inicial (IPO) da EDP Renováveis, empresa controlada pela EDP e que se estreou em bolsa em Junho desse ano, a 8 euros por acção.
Fonte, Aqui!


Morais Pires mantém-se no BES após ser constituído arguido, 15/01/2013.

Morais Pires, braço direito de Ricardo Salgado na administração do BES, também terá sido constituído arguido no âmbito de uma investigação de suspeita de abuso de informação privilegiada.
O presidente do BESI, José Maria Ricciardi, foi constituído arguido após prestar declarações do DIAP sobre o envolvimento do grupo, há quatro anos, na compra e venda de acções da EDP, avançou na segunda-feira o jornal "Público". Fonte, Aqui!



Cinco gestores do BES estão a ser investigados por "insider trading", (21/05/2014.

Dois dos cinco gestores do BES que estão a ser investigados por "insider trading" são administradores do banco, que diz estar a colaborar activamente com as autoridades para clarificar os factos em questão.
Cinco gestores do Banco Espírito Santo estão a ser investigados por casos de "insider trading", refere o banco no prospecto do aumento de capital de 1.045 milhões de euros que está a realizar. Fonte,aqui!


Onde há fumo à fogo!

Grupo Espírito Santo, aposta em venda intensiva de activos. Fonte, Aqui!



O Ministério Público está a acompanhar a situação do Grupo Espírito Santo e não vai deixar de pedir todos os elementos considerados importantes para eventual investigação criminal. A comissão de auditoria da Espírito Santo Financial Group terá detectado irregularidades contabilísticas na Holding. Fonte, Aqui (RTP) e Aqui, (TVI)!



Accionistas franceses (Crédit Agricole) do BES chamados ao Banco de Portugal (28/05/2014). Fonte, Aqui!


A "Inércia" da nossa justiça ao longo dos anos, tem definitivamente contribuído para este desfecho lamentável. É a prova da total incompetência das entidades que deveriam supervisionar este tipo de situações (Banco de Portugal, CMVN, PGR, etc,), que ao menor indicio de irregularidades o "banco" (BES) era logo passado a pente fino. Ou estão à espera que o BES se torne um novo BPN, com consequências nefastas/trágicas para o país e para todos os Portugueses...!

Se isso vier a acontecer novamente por inércia do nosso sistema de justiça, o povo tem todo o direito e legitimidade para vir para a rua gritar a recusa do pagamento da factura de um novo buraco num banco (BES)! 

O povo terá também a legitimidade de exigir a demissão do governo, que até à data ainda não se prenunciou relativamente a este caso bastante preocupante para todos os Portugueses!

Nota: Tem mais sobre este grave problema, aqui!

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Rendas Excessivas na Energia

Políticos «fecham os olhos» às rendas excessivas na energia




Na TVI, aqui!



Medina Carreira e Henrique Gomes no programa «Olhos nos Olhos»
2013-11-26

É simplesmente vergonhoso... Correram com um secretário (e um ministro da economia) de estado que estava a mexer nas rendas excessivas à energia.
Políticos sem escrúpulos, roubam os consumidores de energia para dar aos accionistas da EDP!

Simplesmente escandaloso... A promiscuidade entra os políticos e os grandes grupos económicos!




Estas empresas transformaram-se num monstro. "Eu revolto-me..." 

"Estas empresas transformaram-se num monstro e ninguém as põe em ordem" 
"Têm que pagar como os outros"
José Gomes Ferreira




Pensem, não votem mais em usurpadores do povo!!! 


Não à Inércia, de por lá sempre os mesmos...!


segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Mas que raio de Democracia é esta?

É muito Grave o que o Sr. Paulo Morais disse na casa da Democracia Portuguesa!!




Quando este "Senhor" Paulo Morais, fala na Assembleia da Republica e diz o que disse, para depois nada acontecer... é muito grave o que está a acontecer na "casa do povo", com denuncias feitas por este Senhor na cara de todos os Deputados e Políticos presentes na Assembleia.

Mas que raio de Democracia  é esta?







Torna-se gravíssimo o que Paulo Morais disse, mas mais grave é, não haver consequências nenhumas, nem ao nível político nem a outro nível qualquer, na sociedade Portuguesa...



A Democracia em Portugal está completamente moribunda, ou seja já não há Democracia porra nenhuma!



Indignai-vos!!!



E porque é muito grave transcrevo em baixo tudo na integra o que foi dito pelo Sr. Paulo Morais na Assembleia do "povo"!


INCOMPATIBILIDADES DOS DEPUTADOS - O ESTADO ATUAL: intervenção de Paulo Morais no XV Encontro Público PASC - Regime de Incompatibilidades dos Deputados da Assembleia da República.


Intervenção de Paulo Teixeira de Morais, Professor Auxiliar na Universidade Lusófona do Porto, Director do Instituto de Estudos Eleitorais da mesma Universidade e Vice-Presidente da TIAC - Transparência e Integridade, Associação Cívica, no XV ENCONTRO PÚBLICO PASC - REGIME DE INCOMPATIBILIDADES DOS DEPUTADOS DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, realizado no dia 29 de Novembro de 2013, na Sala do Senado da Assembleia da República.





"...
Exm.º Senhor Presidente da Comissão Parlamentar para a Ética,a Cidadania e a Comunicação, Senhor Doutor Mendes Bota,

Exm.ª Senhora Coordenadora da Plataforma Activa da Sociedade Civil, Senhora Doutora Maria Perpétua Rocha,

Meus Amigos, Caros Concidadãos, 


Nesta mesma Casa, na sede do regime democrático republicano, e perante aqueles que tinham acabado de o eleger, o Presidente Manuel de Arriaga, ciente de que tinham depositado nas suas mãos “um tesouro precioso, a liberdade”, promete, em nome dessa mesma liberdade, “eliminar todos os privilégios que, sendo mantidos à custa da depressão e ofensa dos nossos semelhantes, são para mim malditos”. 

A eliminação dos privilégios malditos, porque o são à custa duma sociedade deprimida, deve ser a primeira das preocupações da Assembleia que é herdeira do nome e dos princípios da República de Manuel de Arriaga. Justamente por ser da República, esta Assembleia deveria combater todo o tipo de privilégios indevidos, na defesa da ética republicana e dos ideais de liberdade e igualdade, que enformam o mundo democrático contemporâneo. 

Mas, se é verdade que vivemos hoje em liberdade, é também certo que, infelizmente, a nossa democracia carece de um enorme aprofundamento e melhoramento. 

A proximidade entre interesses privados e o bem público é, à época que vivemos, a regra vigente na promíscua política nacional. A vida política é interpretada e dirigida por atores que, frequentando simultaneamente os dois mundos, o dos negócios e o da defesa do interesse público, confundem a lealdade que devem ao povo com a fidelidade a quem os remunera. Este é um problema generalizado, que se tem feito sentir nos diversos governos, nas entidades reguladoras e que assume particular relevo e simbolismo, naquele que é o primeiro dos órgãos representativos do regime, o Parlamento. 

No Parlamento português, nas últimas legislaturas, têm sido inúmeros os deputados que, de forma aparente, potencial ou real, se colocaram e colocam em situação de conflito de interesses. 

As ligações empresariais dos deputados fazem-se sentir em múltiplos sectores, mas principalmente naqueles em que a promiscuidade com o estado é mais rentável, das obras públicas ao ambiente, das finanças à saúde, da agricultura à promoção imobiliária. Há dezenas de deputados que acumulam a função parlamentar com a de administrador, director, consultor ou advogado de empresas que desenvolvem grandes negócios com o estado. 

A duplicidade de papéis interpretados pelos parlamentares é perversa para o regime. 

E vem de longe. O primeiro grande símbolo da promiscuidade excessiva entre a política e os negócios terá sido talvez Duarte Lima. Como tantos outros que se lhe seguiram, o então líder parlamentar do PSD acumulava o seu papel de representante do povo e do estado português com as funções de consultor de grupos que faziam negócios com esse mesmo estado, como era o caso do grupo construtor Mota. Assessorava até entidades cuja actividade depende de despachos administrativos, como é o caso da Associação Nacional de Farmácias e outros. Quem servia então este ex-líder parlamentar? O Povo que o elegera ou as empresas que lhe pagavam? Além do mais, Duarte Lima, um dos mais marcantes líderes parlamentares que esta Assembleia teve desde o 25 de Abril, esteve (e está ainda) intimamente ligado a negócios com o banco que constitui quiçá o maior escândalo empresarial deste regime, o Banco Português de Negócios. 

Desde então, pelo menos, este tipo de situações tem-se generalizado e perpassa as diversas legislaturas, contamina diversas forças políticas e é protagonizado por alguns dos mais poderosos actores da cena política nacional. Se atendermos aos últimos anos apenas, os casos de conflito de interesses são reiterados. 

Ainda na legislatura anterior, quando reunia a então comissão parlamentar de obras públicas, que analisou, decidiu e supervisionou legislação relativa a parcerias público-privadas rodoviárias, cerca de metade dos seus membros estava então directamente ligados ao sector imobiliário. Afinal, que interesses ali se defendiam? Os deputados/empresários representavam o povo, os cidadãos que os elegeram, junto do sector, ou o sector empresarial das obras públicas que tanto hoje beneficia de rendas agiotas das parcerias público-privadas? 

Na actual legislatura, em todas as comissões economicamente relevantes, há conflitos de interesses, sejam eles reais ou potenciais. Na comissão de agricultura, Manuel Isaac, deputado, tutela, em nome do Parlamento, um ministério que, por sua vez, influencia a atribuição de subsídios à empresa de que é administrador. O presidente da comissão parlamentar de Segurança Social, José Manuel Canavarro, é consultor do Montepio Geral, banco cuja actuação se situa na área da solidariedade. E na saúde, sector tão sensível, em que o maior operador nacional é o estado português? O deputado Ricardo Baptista Leite quando se desloca a eventos, comemorações e inaugurações fá-lo na dupla e ambígua representação, ora da Assembleia da República, ora da Glint Healthcare Solutions. Também se deverá achar desconfortável Couto dos Santos, membro da administração da construtora MonteAdriano, entre outras, quando estão em causas obras em hospitais ou centros de saúde. 

Mas os exemplos sucedem-se. 

Na comissão hoje mais importante, a que acompanha o Programa de Assistência Financeira a Portugal, que tem por funções fiscalizar as medidas previstas no memorando de entendimento com a Troika, nomeadamente as alienações de capital público na EDP e na REN, a privatização da exploração aeroportuária ou o apoio à recapitalização da Banca – nesta comissão tem assento Miguel Frasquilho que trabalha na Essi, entidade do grupo financeiro Espírito Santo que, ainda por cima, assessorou os chineses na compra da EDP; a que se juntava até há pouco tempo Adolfo Mesquita Nunes, advogado da poderosa sociedade “Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva”, justamente o escritório de referência no sector de electricidade em Portugal. Nessa mesma comissão parlamentar, de acompanhamento ao programa de assistência financeira, os interesses da EDP têm estado ainda representados pelo deputado Pedro Pinto. 

E por aí fora. A desfaçatez é de tal ordem que até a comissão de combate à corrupção, criada no Parlamento na legislatura anterior, foi presidida pelo advogado Vera Jardim que, na sua qualidade de presidente do Banco Bilbao Viscaya e de uma leasing imobiliária, representa os sectores mais permeáveis à corrupção, a finança e a construção civil; já para não falar do seu então vice-presidente, Lobo de Ávila, que pertencia a diversos órgãos sociais das empresas de Miguel Pais do Amaral, com inúmeras ligações a negócios com o estado. 

É também muito difícil de aceitar que o actual Presidente da Comissão Parlamentar de Defesa, Matos Correia, seja advogado no mesmo escritório que o seu antecessor na função, José Luís Arnaut, cujo principal sócio é o ex-ministro, também da Defesa, Rui Pena. Que competências tão peculiares terá esse gabinete jurídico para obter tão forte representação pública em sector tão relevante sob o ponto de vista estratégico? Que competências têm os advogados dessa sociedade para representar o povo num sector por onde correm alguns dos mais rentáveis (e corruptos) negócios do estado português? 

Por último, uma palavra para os parlamentares que são associados ou colaboradores das grandes sociedades de advogados. 

Estes são sempre, pela natureza da sua função, representantes dos interesses dos seus clientes que, através desta classe profissional, invadem o Parlamento com os seus interesses e negócios. Num país tão dependente do estado na sua actividade económica, os advogados/deputados sempre serão tentados a utilizar a informação de que dispõem, enquanto agentes públicos, em proveito dos seus clientes. E de cada vez que um deputado/advogado debate, prepara e elabora uma qualquer legislação, vacila, inevitavelmente, entre lealdade ao povo que o elege e a fidelidade às empresas que lhe pagam. Seguramente, em caso de dúvida, inclinar-se-ão para a fidelidade a estas últimas, suas representadas. 

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Meus Amigos, 


Os exemplos são inúmeros, a promiscuidade entre política e negócios é generalizada. Mas mesmo assim, causou perplexidade a nomeação do deputado Paulo Mota Pinto para o Conselho de Fiscalização do Sistema de Informações da República. Este parlamentar é, simultaneamente, administrador da Zon, empresa cujo accionista de referência é Isabel dos Santos, filha do presidente de Angola, José Eduardo dos Santos. Assim, temos um homem de confiança, directa ou indirecta, do regime angolano a superintender, em nome do Parlamento, em representação do povo português, a actividade dos serviços portugueses de informação. 

A somar a todos estas, há ainda outras situações difíceis de compreender. Não se percebeu a nomeação do deputado Ricardo Rodrigues, que foi condenado por roubar gravadores a jornalistas, para o Conselho Geral do Centro de Estudos Judiciários. Chega a ser irónico e revela até desrespeito pelo Centro de Estudos Judiciários. 

Os exemplos multiplicaram-se. Os interesses privados capturaram os agentes políticos. Esta situação torna-se insustentável, sob o ponto de vista da higiene democrática. 

É agora urgente restaurar a democracia e, muito em particular, requalificar o Parlamento, e prestigiar os seus agentes. Os deputados que são da Nação devem representar o povo. E não o polvo de interesses que se alimentam do Orçamento, ou seja, dos impostos de todos os portugueses. 

Para erradicar esta teia de negócios que domina a política, o Parlamento deverá criar um regime de incompatibilidades muito restritivo para os detentores de cargos públicos. Que deve, num período transitório de higienização, ser de exclusividade total. Até que a democracia respire, até que os “interesses malditos” de que falava o presidente Arriaga deixem de estar representados no Parlamento e passem, de uma vez por todas, a ser combatidos pela Assembleia da República.

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Caros Concidadãos, 


Uma democracia autêntica deveria orgulhar-se do seu Parlamento. Mas não é isso que hoje se passa, lamentavelmente. Vivemos tempos em que o povo português revê na sua classe política as palavras de Luís de Camões que se recusou a cantar nos Lusíadas a “quem, com hábito honesto e grave, veio (…) no ofício novo, a despir e roubar o pobre povo”. 

Senhora Doutora Maria Perpétua Rocha, muito obrigado pelo seu convite para reflectir, na Casa da Democracia, sobre um assunto de extrema relevância e de cuja resolução depende, em meu entender, a sobrevivência desta democracia moribunda. 

Senhor Deputado Mendes Bota, bem haja por ter promovido este debate no Parlamento, na Casa de todos nós, cidadãos. A liberdade de expressão é um direito que nos está constitucionalmente consagrado, mas, curiosamente, poucos seriam os agentes políticos que, na própria Casa onde a Lei Fundamental foi concebida, estimulariam o exercício totalmente livre desse mesmo direito constitucional. 

Ao apoiar este debate, o Senhor Deputado Mendes Bota permite-nos concluir que embora a democracia esteja doente, em Portugal ainda se respira um pouco de liberdade. 

Saibamos todos aproveitar a energia que ainda resta nesse ténue sopro de liberdade! ..."


Muito Obrigado!




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